terça-feira, 12 de julho de 2011




Ref. 724 A - Detalhes do Bordado da Toalha de Mesa bordada em Hardanger
 

Bordado Brasileiro na India

A postagem dessa semena é para mostrar o trabalho de divulgação do bordado brasileiro que está sendo feito na India. Graças às postagens sobre bordado brasileiro, acabei entrando em contado com a indiana Deepa, em Bangalore. No seu blog, ela dá especial atenção para desse estilo de bordado que nasceu no Brasil.
Lindo!

Fiquei muito contente ao saber que ela está dando aulas sobre o bordado brasileiro em algumas cidades da India, como Bangalore e Chennai. Deepa, que tem acompanhado as minhas postagens sobre bordado brasileiro, me informou que o nosso estilo de bordado também está, lentamente, se tornando popular na Índia e que ela está fazendo parte desse trabalho de popularização.

Esse é o bordado que as iniciantes irão aprender.

Na definição de Deepa, o bordado brasileiro é caracterizado por seus pontos tridimensionais e por apresentar, predominantemente, padrões florais e da natureza. As linhas utilizadas para o bordado brasileiro na Índia são importadas dos Estados Unidos. Segundo Deepa essas linhas são as mais apropriadas por serem feitas de rayon e apresentarem um alto brilho. "O bordado Brasileiro não pode ser feito com linhas de algodão", afirma.

Encantador

O curso ministrado por Deepa é para iniciantes e ensina a fazer 13 flores, quatro tipos de folhas e todos os pontos básicos. Quem sabe um dia poderemos ter aqui no Brasil professoras oferecendo cursos de Bordado Brasileiro...
Por enquanto é só.
 
 
 
 

Brazilian Embroidery II

Como ainda tenho mais fotos do álbum da Senhora Helena Carmem da Silva e mais informações sobre "Bordado Brasileiro", resolvi fazer um segundo post com esse material.


A publicação do trabalho do Senhora Helena despertou muitas lembranças de nossas mães, tias e avós, que um dia tivemos o prazer de vê-las realizando algo parecido.

Como já disse no post anterior o "Bordado Brasileiro", ou bordado dimensional é muito usado nos trabalho de crazy quilting. Nessa página é possível acessar um dicionário com o nome de diversos pontos de bordado que são utilizados no crazy quilting. Apesar de estar em inglês, tem fotos ilustrativas de cada ponto!


Algumas pessoas se mostraram interessadas em resgatar esse trabalho, mas muitas são as perguntas feitas por quem nunca tomou contato com esse tipo de bordado. A principal pergunta é que linha usar. Pelo que eu pude apurar, em pesquisas na internet, não se produz mais a linha varicor no Brasil. O único lugar que encontrei que fabrica linha específica para o bordado brasileiro é aqui, na Edmar. Essa linha tem a vantagem de ser super resistente, por conta de sua torção em Z e do material de que é feita o rayon.



A agulha para usar nesses trabalhos deve ter o olho no mesmo diâmetro do eixo da agulha. Esse detalhe é importante ser observado, pois facilita a realização dos pontos mais complexos. A utilização de bastidor ajuda em muito na execução dos pontos.


Os tecidos para onde bordar são os mais variados, algodão, seda... Os bordados podem ser feitos para embelezar o que sua imaginação desejar: toalhas de banho, toalhas de mesa, lençois, almofadas, roupas de crianças e adultos, almofadas acessórios pessoais...

Nessa página encontrei um risco de coração para ser feito utilizandos os pontos tridimensionais do "Bordado Brasileiro". Nessa outra, tem quatro motivos para serem baixados em PDF e outros três na própria prágina, todos com explicação de como realizar os pontos.

Este site autraliano disponibiliza para a venda todo o material necessário para quem desejar se iniciar na arte do "bordado brasileiro". Este outro, nos Estados Unidos, também promete fornecer tudo para quem desejar fazer trabalhos com o "bordado brasileiro".


O bordado brasileiro utiliza todos os tipos de pontos que existem e são utilizados principalmente em motivos florais.
Foi isso que pude apurar sobre o assunto. Espero que muitas pessoas se interessem em resgatar essa nossa tradição e que eu ainda possa divulgar outros trabalhos das prendadas bordadeiras brasileiras. 
 
 á tinha ouvido falar que nos Estados Unidos existe um tipo de bordado tridimensional chamado "Brazilian Embroidery", mas ainda não tinha tido a oportunidade de ver esse trabalho de perto.
Por um acaso do destino, acabou parando em minhas mãos um lindo álbum contendo várias amostras desse tipo de bordado. Como é um trabalho muito bonito, resolvi mostrá-lo.



Esses bordados foram feitos  pela senhora Helena Carmem da Silva, já falecida, mas o seu marido Almeirindo Batista Silva, soube reconhecer o seu valor e os guardou com muito cuidado!

Essa é a capa do álbum:

Os bordados são feitos com a linha "Varicor". Atualmente essa linha não é mais fabricada.

 
Nos Estados Unidos existem grupos na Internet que se reúnem para trocar idéias e divulgar o "Brazilian Embroidery". Esse é um deles.


Esse tipo de bordado é conhecido por "Bordado Brasileiro" porque chegou aos Estados Unidos através do Brasil. Na realidade essa técnica já era utilizada há séculos na Europa, mas foi amplamente difundida pelas bordadeiras brasileiras.


A responsável por tornar o Brasil como referência desse bordado foi a senhora Elisa Hirsch Maia, por volta de 1960. Ela desenvolveu uma linha especial em rayon com cores matizadas (sombreadas) e sólidas.


A primeira vez que ouvi falar no termo "Brazilian Embroidery", foi através da professora de patchwprk Joyce Loss. Em um grupo do Yahoo, ela comentou que uma professora de patch americana, Barbara Broshous, a tinha surpreendido ao afirmar que o bordado brasileiro é muito apreciando em seu país.




Muitos desses pontos são utilizados também nos trabalhos de "Crazy Quilting".




O 12º Festival Brasileiro de Quilt e Patchwork em Gramado, traz esse ano para uma palestra a bordadeira brasileira Sávia Dumont.



O Bordado Brasileiro é também conhecido como bordado dimensional, por apresentar pontos que saltam do tecido, como por exemplo o rococó.

 
 
Bordados-desenho-ponto-cruz-1
Bordados-desenho-ponto-cruz-4
Vamos ver bordados maravilhosos, dos mais diversificados pontos.




Bordados-desenho-ponto-cruz
Liduina
Fotos Vagonite



Pano de prato,tecido panamar, bordado em vagonite.Dimenssões: 70x50 cm
Vagonite um bordado bonito e chique ao mesmo tempo.
 Tiras bordadas vagonite
 







Vamos Bordar?
Toalha de mão - vagonite
"Modelo GG explica por que
os homens preferem as gordinhas."
Chamada de “a Gisele Bündchen tamanho 48?, ela trabalhou como babá, faxineira e garçonete nos Estados Unidos antes de se tornar uma das modelos de publicidade mais bem pagas do segmento plus size, especializado em moda para gordinhas. A carioca Fluvia, 28 anos, falou por telefone ao repórter Kalleo Coura de Nova Jersey, onde vive com o marido, australiano, e a filha de 8 anos
• Uma modelo plus size pode comer chocolate sempre que quiser?
Se eu tiver vontade, como uma barra de chocolate. Mas ser modelo plus size não significa que você pode ficar sentada no sofá e comer o dia inteiro. O mercado exige que a gente esteja com os músculos durinhos, sem um barrigão flácido. Eu ando de bicicleta em Manhattan e malho de três a cinco vezes por semana. No fim de uma aula de spinning, saio cansada como quem foi para a guerra. Mas me sinto ótima.
Como é a sua alimentação?
Sou meio natureba, preocupada com aditivos químicos. Então, tento comprar só comida orgânica. Não como hambúrguer nem batata frita e fujo de todos os alimentos industrializados. Também evito comida gordurosa e bebo no mínimo 2 litros de água para manter a pele saudável.
• Já quis ser magra?
Honestamente, isso nunca passou pela minha cabeça. Não acho que magreza esteja nem de longe relacionada a beleza ou felicidade. Minhas tias e primas são todas obcecadas por cirurgia plástica - elas me diziam que, se eu emagrecesse, ficaria linda. Mas nunca fiz dieta. Quem consegue viver à base de alface e uvas tendo de trabalhar e cuidar dos filhos? Quando morava em Natal, ia de biquíni à praia sem nenhum problema. Modéstia à parte, sempre me achei bonita e saudável.
• Dizem que você é “a Gisele Bündchen gordinha“. O que acha da comparação?
Fazem essa brincadeira pelo fato de eu ser brasileira e mostrar um lado sexy nas fotos. Os clientes me comparam não apenas a Gisele, mas também a Adriana Lima. Acho engraçado e me sinto muito honrada porque as duas são lindas. A mulher brasileira tem esse jeito mais sexy mesmo, seja ela gordinha ou não, e isso já abriu muitas portas para mim aqui.
• Você se acha sexy?
No dia-a-dia, me vejo como mãe e esposa. Até porque não saio por aí toda maquiada e fazendo biquinho. Quando sou fotografada, é diferente. É o meu momento: trago para a fotografia aquilo que o cliente deseja. Autoconfiança e amor-próprio são atributos essenciais para ser atraente.
• Que tipo de roupa valoriza as gordinhas?
Algumas gordinhas estão sempre de preto da cabeça aos pés. Usar uma peça diferente para complementar o pretinho básico não mata. Eu, por exemplo, adoro parecer feminina, usar um vestido estampado ou de cor mais viva.
• E que roupas uma gordinha deve evitar?
Qualquer roupa de tamanho menor. Muitas mulheres tentam entrar numa calça número 40 quando vestem 46. Não sei se é porque não encontram o tamanho certo ou porque querem se encaixar num padrão ao qual não pertencem. Roupa apertada é muito feio e deselegante.

De bem com o seu corpo!
Agradeça a Deus pelos seios pequenos, comemore o tamanho do seu quadril, aceite as coxas grossas. Está mais do que na hora de parar com as exigências sufocantes, fora da sua realidade, e começar a amar o seu corpo do jeitinho que ele é. A gente dedica estas páginas à celebração das belezas imperfeitas. Inspire-se!
Você acordou cedo para malhar, conseguiu (quase sempre!) dizer não aos doces, investiu uma grana em cremes poderosos. Tudo para chegar com um corpo nota 10. Conseguiu? Parabéns! Ainda falta? Muito? Pouco? Parabéns, também! Sim, cuidar das curvas é supersaudável e querer melhorar cada vez mais a sua imagem merece aplausos. Mas, que isso não signifique viver em guerra com o espelho, lutando para mudar o tipo físico que Deus lhe deu. Na ânsia de se enquadrar num modelo de beleza, muitas de nós passamos a vida insatisfeitas ou, então, corremos atrás de fórmulas mágicas (e, muitas vezes, perigosas e ineficientes) que demandam altas doses de sacrifício para atingir uma perfeição que foge da nossa realidade. Numa pesquisa realizada pela Unilever, empresa detentora da marca Dove, apenas 1% das brasileiras se descreveram como belas. O número, assustador, se deve principalmente à comparação que nós, tachadas de simples mortais, fazemos com a garota estereótipo de beleza -¬ aquela que faz sucesso nos comerciais, nas novelas, nas passarelas da moda e até na capa desta revista. “É imprescindível desmitificar a crença que beleza traz felicidade. Se assim fosse, top models não teriam motivos para o sofrimento, o que não corresponde de forma alguma à realidade. Não tente ser bela para tornar-se feliz, mas seja feliz para ficar bela”, propõe Marco Antonio de Tommaso, psicólogo das agências de modelo Elite e L’Equipe e consultor do nosso Clube da Gordinha.
Existem 3 bilhões de mulheres no mundo que não se parecem com supermodelos e somente oito que sim, campanha de 1997 da loja de cosméticos inglesa The Body Shop baseada na boneca Ruby, que tem corpo de mulher de verdade.
Cada ser humano tem um tipo de beleza. A questão é saber encontrá-la.
Alberto Goldin, psicanalista e colunista do jornal O Globo.
Todo mundo tem que entender que antes das duas horas fazendo o cabelo e a maquiagem nem eu me pareço com a Cindy Crawford.
Cindy Crawford, em depoimento à revista norte-americana Self.
Abaixem os batons e aceitem o que é diferente de si mesma! Só a sofisticação da tolerância não vai obrigar a bela espanhola, morena de sobrancelhas grossas, a se transformar na (igualmente bonita) sueca, loura de traços finos.
Lígia Kogos, dermatologista, de São Paulo.
Não dependo de grife da moda para ser feliz! Visto manequim 48, mas gosto de usar blusinha justa e não fujo da praia para evitar a exposição do meu corpo. Sempre priorizei a intelectualidade ou a simpatia, mas, depois do concurso e de virar modelo (por que não?), descobri que as pessoas me olham, sim, por causa da minha beleza!
Andréa Boschim, 26 anos, 1,70 metro e 92 quilos, primeira colocada no concurso Miss Gordinha Virtual, do site www.criaturagg.com.br.
Por muito tempo, a beleza tem sido definida por estereótipos limitados e sufocantes. Nós concordamos, porque acreditamos que a real beleza está em diversas formas, tamanhos e idades. Bem-vinda à campanha pela real beleza.
texto do site www.campanhapelareal.beleza.com.br, dos cosméticos Dove.
A padronização tira a beleza das diferenças. O seu corpo é um álbum de fotografia e possui uma história única, exclusiva, só sua. Em vez de cultuar a garota-padrão, por que não agradar a si própria? É como se adiássemos a decisão de ser feliz por causa desse modelo inatingível.
Daniela Zanuncini, psicóloga, de Curitiba.
As mulheres já se livraram do espartilho (que causava deformações no corpo), mas, em pleno século 21, ainda são escravas da boa forma, do silicone, da lipoaspiração. Sedução é atração, fascínio, encanto. Precisamos, sim, de uma boa dose de beleza, mas está na hora de refletir e determinar um preço justo a pagar.
Denise Mattar, curadora da exposição O Preço da Sedução do Espartilho ao Silicone, que aconteceu entre março e maio deste ano no Itaúcultural, em São Paulo.
Corpo ideal não é corpo real, portanto, é um corpo inatingível.
Marco Antonio de Tommaso, psicólogo, de São Paulo. 

Gordinhas têm "Dia de Princesa"
e levantam bandeira da real beleza!

Mulheres acima do peso fazem Dia de Modelo Pluz Size
"Só no carão, gente! Poderosas, que arraso!" Palmas e depois um abraço forte na amiga ao lado. Foi no melhor clima "eu me amo", que um grupo de 12 mulheres acima do peso - do manequim 44 ao 54 - encerrou uma sessão de fotos durante um dia inteiro. Detalhe: o figurino, comum entre elas, era uma camisola sexy que evidenciava bem a silhueta.
As lingeries fizeram parte de apenas um pedaço da sessão. Durante sete horas, o fotógrafo Hilton Costa, usou toda a sua bagagem em clicar modelos profissionais, e tirou o melhor de 12 mulheres aparentemente tímidas. Depois dos primeiros cliques, algumas já mostraram total desprendimento. "Quero uma foto deitada. Mas veja o melhor ângulo, hein?", disse Neilane Silva. Com peças íntimas ou looks sensuais, a proposta era ousar na atitude e provar que toda mulher tem seu lado fatal, independente do número do manequim.
O encontro, batizado de Dia da Modelo Plus Size, foi uma iniciativa do blog Mulherão da jornalista Renata Poskus, que por um ano, divide sonhos e experiências e alavanca a auto-estima de mulheres nem um pouco esquálidas ou insatisfeitas com suas curvas. Aliás, tipos Bündchen, não são exemplos a serem seguidos ou corpos a serem copiados. "Quis mostrar que também somos capazes de ficarmos sensuais, bonitas, mesmo com quilinhos a mais", disse Renata, que não parece desagradar à balança depois de perder oito quilos.
Depois de uma farta vaquinha, mulheres de São Paulo, Rio de Janeiro, Sorocaba e São Bernardo do Campo bancaram o "Dia de Princesa", que aconteceu essa semana, na capital paulista. Às nove da manhã, elas já ganharam make e penteados dignos de um verdadeiro editorial de moda para ninguém botar defeito. Três marcas especializadas emprestaram peças e acessórios para a tão esperada sessão de fotos. Interessada na proposta das meninas, a direção da Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) cedeu o estúdio fotográfico, uma de suas salas e acompanhou todo o processo para o vídeo documentário Ditadura da Magreza.
Teve até modelo profissional "plus size" para auxiliar nas produções e a fazer olhar 43. "Foi um encontro muito bacana e fiz questão de estar aqui para mostrar que não é preciso se esconder atrás de roupas escuras ou largas. O que conta mesmo é a atitude", disse Andrea Boschim, que já atua como modelo há seis anos.
Um espectador bastante interessado no movimento destoava da composição feminina. O gerente de marketing Rafael Steinhoff, de 27 anos, não só acompanhava o vai e vêm das moças como ajudava em particular uma delas, Rebecca Steinhoff. Casados há três anos, Rafael esteve com a mulher o dia todo e a auxiliava na hora de compor os looks. "Acho essa ideia ótima. Não existe mulher mais linda do que aquela que gosta dela mesma", disse, parabenizando a ação da mulher. "Eu estou me achando linda. Não me maquiava desde o dia do meu casamento há três anos, agora vou adotar essa prática", disse a mulher.
"Eu mesma desencanei. Sou a mais velha da turma, com 42 anos, e acho que a gente tem mais é que brincar, se divertir e se amar. A gente amaciou bastante o ego com toda essa produção e sessão de fotos", disse Roberta Bittencourt. O culto às reais formas chamou a atenção de programas como Domingo Espetacular, da Record, e A Noite É uma Criança, da Band, a revista feminina AnaMaria e o site Terra (o único portal a cobrir o encontro). A proposta agora é dar continuidade aos encontros e levantar sempre a bandeira da real beleza. "Essa foi uma oportunidade de fortalecermos os laços e discutirmos sobre problemas como a diferença de numeração dos manequins, que oscilam muito de uma marca para outra. Não achei que essa iniciativa tomaria proporções tão importantes e estou muito feliz com o resultado", disse Renata.

Gordura é uma questão feminista!
VGordura não tem a ver com comida. Gordura tem a ver com proteção, sexo, carinho, força, autoconfiança e amor... este é o texto de chamada do livro escrito por Susie Orbach.
E continua. Jogue fora o seu programa de dieta, para de passar fome e mesmo assim perca peso.
Estas palavras podem parecer um sonho impossível para milhões de mulheres presas na armadilha das dietas. Mas é precisamente a mensagem do livro “Gordura é uma questão feminista”.
A Laçarote disponibiliza a você o link para acesso via internet ao livro completo.

Fonte: LAÇAROTE
 


Homem gosta é de carne!

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O título do texto pode parecer sensacionalista, mas não é. E antes que me perguntem, não será nada sobre vegetarianos. A carne em questão é a humana, mais especificamente do sexo feminino, vulgo muié. Numa sociedade como a nossa, tão obcecada por corpos perfeitos, muitas vezes se esquece que a perfeição está justamente nas imperfeições. E nessa onda, deixa-se de valorizar a beleza real das mulheres em troca de uma “beleza” de laboratório: cirurgias aqui, silicone ali, botox em tudo que é canto… Claro que há casos em que o silicone faz bem para a autoestima e amor próprio da mulher, mas para mim são exceções.
Corpos duros feito pedra podem ser lindos de se ver, mas na hora do toque e do corpo nu, não têm a menor graça. Quando eu vejo mulheres de barriga tanquinho e tomando anabolizantes para ficarem feito panicat, sinto repulsa, indiferença, até medo: qualquer coisa, menos desejo. Pensando com meus botões, cheguei à conclusão que estar em redes sociais como o Twitter me fez rever alguns conceitos. Passei a admirar as gordinhas mais do que antes. Não só pela beleza das formais mais arredondadas, mas pela simpatia e inteligência que elas têm. Conte quantas cheinhas escrotas e/ou burras você conhece, e quantas magras na mesma situação ou pior: certamente, o time das “perfeitas” insossas será maior.
Teoricamente, quem tem Índice de Massa Corporal (peso dividido pela altura x altura) acima de 24,9 está acima do peso. O que significa que não há beleza além dessa fronteira, pelo contrário. Afinal, homem que é homem gosta de carne… Seja pelo volume maior nos seios, no bumbum ou nas coxas, as gordinhas são sempre uma boa escolha. Não estou incentivando o sedentarismo ou exageros na comida, mas ser uma plus size significa uma coisa para nós: mais de vocês para amar! Mais beijo, mais carinho, mais tesão, mais tudo. Se me permitem a analogia, toda picanha fica muito mais saborosa com uma fina capa de gordura… :D
O que me dá nos nervos é ver que tem mulher magra se martirizando e se sacrificando, achando que está gorda. Fez a conta do IMC e não chegou aos 25? Então nem venha de mimimi, você não é gorda nem por decreto. Estamos de olho: mulheres lindas como a querida nerdeliciouss – que emagreceu, é bem verdade – só provam a minha teoria. Mas quem ilustra esse humilde texto é a igualmente linda e doce Ana de Cesaro, do vlog Tá e daí?!. E aí, alguma dúvida de que os homens preferem as fofinhas? Com a palavra, o Rei…
Coisa bonita, coisa gostosa/
Quem foi que disse que tem que ser magra pra ser formosa?
Coisa BonitaRoberto Carlos