Hoje vamos ver algumas mulheres que possuem profissões diferentes.
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Tamanho do texto A A A Quando éramos crianças, sempre nos perguntavam: “O que você vai ser quando crescer?”. Na adolescência, a perguntas ganham um ar de cobrança: “Que profissão você pretende seguir?” ou “Vai prestar vestibular para qual curso?”. As responsabilidades da vida adulta e a necessidade de manter a própria sobrevivência, assim como a dos nossos familiares diretos, obrigam-nos a ter uma ocupação remunerada. Por falar nisso, comemoramos neste mês o Dia do Trabalho.
O trabalho é um dos aspectos mais importantes de nossa vida e sempre fomos orientados a aprender uma profissão. Aliás, trabalho, profissão, emprego e ocupação não são a mesma coisa:
- Profissão é um trabalho ou atividade especializada dentro da sociedade. Diz respeito à formação do indivíduo e requer estudos extensivos, seja através de um curso superior ou um curso técnico. É o que a pessoa aprendeu a fazer.
- Ocupação é qualquer trabalho que o indivíduo desenvolve, podendo estar ou não relacionado à sua profissão. Por exemplo: um engenheiro formado que, no momento, administra um estabelecimento comercial.
- Emprego é a ligação de um indivíduo a uma organização, através de um posto ou uma função, mediante o pagamento de salário. Existe um vínculo empregatício e as obrigações e direitos trabalhistas previstos em lei, como: horários a cumprir, férias remuneradas, aviso prévio, licença-maternidade etc. É o conceito formal e jurídico da relação de trabalho.
- Trabalho, simplesmente, é a prática de uma atividade ou esforço de uma pessoa, estimulada por alguma razão. Pode ser remunerado ou não. É um conceito geral, no qual podemos incluir diversas categorias de trabalho, inclusive o voluntário e o autônomo.
Embora esses termos costumem ser usados como sinônimos, a sua diferenciação pode nos ajudar a entender como era o mundo do trabalho antigamente e como ele se mostra atualmente.
Algumas profissões exigem coragem. Por exemplo, os limpadores de vidros de prédios precisam ser habilidosos e não temer a altura.Profissões e formação: hoje e amanhã
Até pouco tempo atrás, media-se o grau de sucesso de uma carreira através do tempo em que se permanecia empregado em uma organização. Entrar em uma empresa como office-boy e aposentar-se em um cargo de diretoria seria um exemplo de sucesso até quinze ou dez anos atrás. Aliás, não era raro ocorrer trajetórias desse tipo. A estabilidade de um emprego ou de um ofício para a vida toda era a condição mais desejada pelas pessoas, embora muitas ainda vejam como um sonho a ser alcançado atualmente.
Com o passar do tempo, muita coisa no mundo acabou mudando... O processo de globalização – que ocorreu no final do século XX – e as rápidas inovações tecnológicas propiciaram fenômenos como: abertura de mercado, concorrência cada vez mais acirrada, busca por excelência, maior exigência de qualificação (muitas vezes um diploma de bacharel não basta), melhorias contínuas, eliminação de postos de trabalho, carreiras mais instáveis, garantias menores de emprego e maior oferta de trabalhos temporários. Dessa forma, um emprego para toda a vida acaba sendo algo do passado.
Mas as mudanças no mundo do trabalho e da escolha profissional não são fatos recentes, elas sempre ocorreram ao longo da História.
Esse panorama faz com que as pessoas desistam de procurar empregos tradicionais (CLT) e procurem alternativas de trabalhos que possam ser realizados de acordo com a sua formação ou não (algumas pessoas mudam completamente de área). Mais importante que o emprego em si é a empregabilidade, a capacidade em manter uma ocupação remunerada.
Para tanto, as pessoas precisam manter-se atualizadas e buscar o aprendizado constante, a fim de ampliarem seus papéis. E isto não quer dizer que as pessoas são obrigadas a investir alto financeiramente em cursos, pois há uma infinidade de opções de aprendizagem (leituras, internet, cursos e palestras gratuitos, encontros e conversas com quem já atua na área, etc.). Chamam os dias atuais de “Era da Informação” ou “Era do Conhecimento” e não é à toa... Dessa forma, a tendência maior é ser um generalista (procurar “saber um pouco de tudo”) e não um especialista que, muitas vezes, não consegue ter visão de conjunto. Enfim, o indivíduo deve ser autodidata e receptível a novos conhecimentos; além de ser assertivo, criativo e flexível. Parece uma realidade bastante cruel, mas não é melhor e nem pior do que em outros momentos da História.
Segundo os analistas, os setores de maior probabilidade de crescimento para as próximas décadas são: Informática, Saúde; Meio Ambiente; Turismo, lazer e entretenimento; Biotecnologia; Administração; Tecnologia da Informação; Terceiro Setor e Educação.
Enquanto algumas profissões praticamente desaparecem, outras viram moda. É o caso do barista, trabalhador dedicado na arte da preparação do café.Profissões inusitadas e alternativas
Além das profissões já conhecidas e que pertencem às áreas mais promissoras, existem aquelas profissões ou trabalhos mais inusitados e alternativos, que surgem das tendências e necessidades do momento. Apesar da estranheza que algumas ocupações podem causar ao grande público, percebe-se que as pessoas que atuam nelas conseguem aliar satisfação pessoal, aplicação de conhecimentos adquiridos ao longo da vida e a possibilidade de entrada em um nicho não saturado (veja em “Profissões Alternativas e Inusitadas” no menu ao lado).
Veja alguns exemplos:
- Árbitro de conflitos: negocia conflitos empresariais extrajudicialmente, o que economiza tempo para as partes envolvidas.
- Booker: trabalha em agência de modelos ou independentemente e descobre talentos. Em algumas agências tem o papel de conseguir trabalho para as modelos.
- “Cheirador” de automóveis: analisam e controlam os odores dos veículos que saem das fábricas.
- Coach: é o personal trainer de carreiras, uma espécie de psicólogo só para a vida profissional.
- Coffeetender: é também chamado de barista, e é o especialista nas várias modalidades de bebida à base de café. Conhece profundamente toda a cadeia produtiva do café: desde o cultivo, passando pelo processamento do grão, até os processos de extração da bebida e os modos de servi-la.
- Degustador: café, chocolate, água, creme dental, azeite, vinhos, etc.
- Especialista em compensation: cria políticas criativas de remuneração nas empresas, muitas vezes analisando o desempenho individual dos funcionários.
- Gerente de marketing de relacionamento: cria programas de relacionamento com vários tipos de cliente, de funcionários a compradores, por meio de programas de fidelidade e bônus para compra.
- Gerente de "trade marketing" e merchandising: responsável por ações de valorização da marca e promoções.
- Gestor de reputação: apura a confiabilidade e o potencial de uma marca, assim como as perspectivas de investimento.
- Gestor de responsabilidade socioambiental: afere riscos e degradação do ambiente e cria políticas nas empresas. No setor público, tem função de fiscalização ou criação de projetos.
- Mediador de mídias sociais: monitora comunidades virtuais, blogs, fóruns e outras ferramentas de interação de organizações na internet e intranet.
- Personal stylist: consultor de estilo e imagem. Tem de facilitar o entendimento do conceito e por isso escolhe quem participa de campanhas. Em desfiles, decide quem vai desfilar e com que roupas. Há personalidades que o contratam diretamente.
- Produtor de objetos: viabiliza objetos necessários à cenografia de desfiles, filmes, cenas para capas de revistas e demais ensaios fotográficos.
- Report: especialista em viagens e coleta de pesquisa sobre a vida socioeconômica dos países.
- RI: Sigla de “relações com investidores”. Trata-se do executivo responsável pelas relações com investidores e o mercado financeiro.
- Sexador: detecta e seleciona o sexo de pintos, codornas e outras aves.
- Trendspotter: caçador de tendências, que investiga idéias que tendem a ser impactantes e que possam virar produtos, bens ou conceitos (em tecnologia, mídia e eletrodomésticos, por exemplo).
Profissões extintas
Muitas profissões e ocupações desapareceram no tempo ou possuem demanda mais reduzida (como os alfaiates). O resgate histórico dessas ocupações remonta o que já foi o mundo do trabalho anos atrás. Alguns profissionais ainda conseguem encontrar lugar ao sol, com um pouco de persistência e criatividade, como é o caso do chapeleiro paulistano desta reportagem do Diário do Comércio.
- Albardeiro: fazia selas e cabrestos;
- Acendedor de lampiões de rua;
- Datilógrafo;
- Moleiro: trabalhava nos moinhos;
- Motorneiro de bonde: motorista do bonde;
- Chapeleiro;
- Cobrador de bonde;
- Perfurador de cartões de computador;
- Telegrafista;
- Lambe-lambe: fotógrafo de rua.
Mais no site Museu da Pessoa.
O charme do fotógrafo de "lambe-lambe" perdeu espaço para o avanço das máquinas fotográficas modernas. Contudo, alguns ainda resistem e continuam a oferecer seus serviços em parques e ruas das cidades.Mudanças no mundo, na formação e no trabalho
Todas essas mudanças não ocorreram de uma só vez, e são frutos de um longo processo desenvolvido muito antes – a partir da Segunda Guerra Mundial -, quando a sociedade deixou de se basear na agricultura e na indústria e direcionou seu foco na produção de informação e serviços.
Com o aumento da média do tempo de vida da população, o desenvolvimento da tecnologia a passos largos, a difusão da escolarização e da mídia, as pessoas passaram a consumir uma quantidade e variedade maior de produtos e serviços, que têm como valores principais a cultura de massa, a criatividade, o lazer, o status, a estética e a qualidade de vida. Por exemplo, ao consumir moda, não se compra uma roupa para simplesmente vestir, mas sim para adotar um estilo e apresentar um status. É a sociedade pós-industrial, como chamam os estudiosos.
Todas as reviravoltas, pelas quais o mundo passa, fazem com que as formas de produção e de trabalho se modifiquem, a fim de se adaptarem a essas novas realidades. Assim, muitas profissões e ocupações acabam desaparecendo (como o acendedor de lampiões); outras vão surgindo (como os administradores de comunidades virtuais) e algumas, ainda, transformam-se conforme os novos contextos (os bibliotecários que organizam portais, bibliotecas digitais e virtuais).
Modificam-se as profissões, modifica-se a formação também. No início do século XX, eram poucos os cursos superiores existentes no Brasil (a primeira escola de Medicina surgiu em 1808, na cidade de Salvador), sendo que se concentravam em três áreas que ainda continuam sendo muito procuradas: Medicina, Direito e Engenharia. Seu acesso era quase que restrito às elites e aos jovens “com posses”. Por sua vez, a formação profissionalizante já existia desde a época colonial (na forma de escolas de ofício) e tinha como objetivo atingir os órfãos e menores desvalidos.
Agora, em pleno século XXI, a oferta de cursos superiores é imensamente maior. Ainda que o acesso ao ensino superior seja muito difícil para grande parte da população, a situação é bem diferente se compararmos a décadas atrás. Há mais cursos e, conseqüentemente, mais pessoas estudando. As principais universidades oferecem até 50 cursos, porém, a procura concentra-se em poucos, tais como o clássico trio Medicina – Direito – Engenharia e alguns cursos da área de Comunicação (Jornalismo e Publicidade) e de Tecnologia.
A grande procura por alguns cursos e a conseqüente saturação do mercado pode ser explicada pela falta de conhecimento sobre as reais possibilidades das profissões e atuações; pela ilusão que as “profissões da moda” acabam gerando; pela busca de status e pela pressão familiar.
Outro aspecto a ser observado é que, muitas vezes, um curso mais abrangente ou com mais bases teóricas permitem uma atuação mais flexível do que um curso muito específico. Por exemplo: alguém com formação em Filosofia ou Ciências Sociais pode muito bem atuar em uma editora ou redação de uma revista. A atuação pode ser especializada, mas é interessante haver uma formação abrangente.
FONTE: Relações do Trabalho e Emprego:
Reortagem - Mulheres exercem qualquer profissão tal como os homens no Pico
Taxista, polícia, marinheira ou bombeira são algumas profissões normalmente exercidas por homens que para as mulheres da ilha do Pico “são empregos como outros quaisquer”, pois “o trabalho não distingue sexo”.
No dia em que se assinala o Dia Internacional da Mulher, a Agência Lusa/Ilha Maior entrevistou algumas mulheres da ilha do Pico e desafiou-as a falarem das suas profissões.
Maria de Fátima, 66 anos, e Maria de Lurdes, 45 anos, são duas das mulheres taxistas existentes na ilha do Pico e assumem-se como sendo “o sexo mais forte”. “Somos minoria, mas ninguém nos passa por cima”, diziam. Com mais de 30 anos de carreira, Maria de Fátima é a taxista mais antiga da praça de táxis do concelho da Madalena e orgulha-se disso. “Somos iguais aos homens e fazemos os mesmos serviços”, disse, confessando ser tratada, por vezes, de maneira diferente “por ser uma senhora, mas com muito respeito”. Segundo Maria de Lurdes, “às vezes não gostamos de ouvir comentários desagradáveis, mas o que eles dizem já nós sabemos há muito tempo”.
Ambas assumem-se felizes pelo “bom ambiente” vivido entre os colegas, apesar de considerarem ser “uma vida cansada”.
Com 42 anos de idade, Madalena Cabral é uma das quatro mulheres agentes da Polícia de Segurança Pública na esquadra do concelho da Madalena, havendo cinco em toda a ilha. Há 18 anos a exercer a profissão, a agente afirma nunca ter sido tratada de maneira diferente por ser mulher nem se sentir constrangida por trabalhar num meio de homens. “As mulheres adaptam-se mais facilmente ao ambiente dos homens e eu habituei-me desde cedo a qualquer situação”, disse, acrescentando que na esquadra “somos todos iguais”.
A força física é o único factor apontado pela agente que distingue as mulheres dos homens. Segundo Madalena Cabral, as “habituais bocas” que os homens por vezes lançam às mulheres não fogem à regra nesta profissão, mas “um bom profissional aprende a não ouvir comentários mais desagradáveis”.
A agente lamenta apenas que o fardamento dos polícias seja o mesmo para ambos os sexos, visto que “a estatura de um homem não é a mesma de uma mulher obviamente”. “Andei três anos com um par de botas número 42 e eu calço o 40, mas na altura não havia mais tamanhos”, disse, brincando com a situação. “Devemos ser tratadas de igual para igual, mas neste caso parece que estamos no Carnaval diariamente”, criticou a agente, apelando a “um pouco mais de consideração”.
Elisabete Melo tem 29 anos de idade e faz parte do núcleo central da Transmaçor - Transportes Marítimos Açorianos há cerca de 5 anos. O facto de ser a única marinheira do sexo feminino da empresa é-lhe indiferente, visto ser “um trabalho igual aos outros exercido da mesma maneira que os homens”.
Apesar de nunca se ter sentido discriminada, acredita que há homens que encaram a sua presença melhor do que outros. Com um filho de ano e meio, a jovem marinheira diz ter trabalhado até aos sete meses de gravidez e os colegas que já tinham filhos foram aqueles que a apoiaram e a compreenderam melhor. Elisabete deseja um dia ter colegas do mesmo sexo, apesar de considerar ser uma profissão “muito complicada”, que envolve “alguma coragem”, pelo facto do mar “por vezes ser traiçoeiro”.
Susana Leal é das poucas mulheres que trabalham nos Bombeiros Voluntários da Madalena e assume-se “feliz e igual” aos seus colegas do sexo masculino. “Todos temos os mesmos direitos e deveres e todos exercemos o mesmo trabalho”, afirmou a jovem que, com apenas 25 anos, já foi condecorada pela Associação de Bombeiros Voluntários da Madalena e congratulada pela Administração dos Portos do Triângulo Ocidental, por ter evitado um afogamento no passado mês de Novembro.
O “acto heróico”, como muitos o consideram, foi para Susana “um momento inesquecível e marcante” na sua vida. O facto de ser mulher não influenciou, segundo considerou, o salvamento do homem de 50 anos que sofre de epilepsia e que caiu ao mar no cais da Madalena.
/ vc no g1.Versão para impressão Enviar por e-mailReceber newsletterCelular06/03/2010 - 09h50
Envie fotos de mulheres que exercem funções dominadas por homens ao G1
Do G1, em São Paulo
As informações desta página foram enviadas por um leitor do G1. Quer participar também? Clique aqui e saiba como.
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VC no G1
A leitora Marina Forman pilota helicópteros. (Foto: VC no G1)Nesta segunda-feira, dia 8 de março, é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Para festejar a data, o G1 vai publicar as 50 primeiras fotos com histórias de mulheres que exercem funções que, no passado, eram quase que exclusivamente ocupadas por homens.
Se você exerce alguma função desse tipo, como mecânico, pedreiro, motorista de ônibus e de táxi, soldado e motoboy, mande sua história e fotos para o VC no G1.
A leitora Marina Forman, que pilota helicópteros, já enviou texto e foto ao G1.
"A mulher brasileira não ocupa hoje somente profissões dominadas pelos homens. Muitas vezes, ela tem que ser o homem. Ela cria as crianças sozinha, pega vários ônibus para chegar ao trabalho, se equilibra num orçamento insuficiente, sofre discriminações, assédio e todo tipo de violência", escreveu.
Você também pode mandar fotos de sua mãe e irmã, por exemplo, que ocupam os cargos acima ou outros que são dominados por homens.
Como toda Leonina, preservo a minha total liberdade, meu espaço, meu direito de ficar acompanhada ou sozinha, mas, também adoro uma boa conversa, e muita criatividade.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
Vamos terminar com Gastronomia Italiana.
Antepastos à Italiana
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Tipo de Culinária: Itália
Categoria: Entradas
Subcategorias: Antepastos
Rendimento: 4 porções
Antepasto de abobrinha
2 unidade(s) de abobrinha
quanto baste de azeite
quanto baste de sal
quanto baste de alho
Antepasto de berinjela quanto baste de azeite
quanto baste de sal
quanto baste de alho
2 unidade(s) de berinjela
1/2 litro(s) de vinagre branco
200 ml de azeite de oliva
quanto baste de sal
quanto baste de pimenta-do-reino branca
quanto baste de orégano
quanto baste de alho
1/2 litro(s) de vinagre branco
200 ml de azeite de oliva
quanto baste de sal
quanto baste de pimenta-do-reino branca
quanto baste de orégano
quanto baste de alho
| Antepasto de abobrinha | |
| Fatie as abobrinhas em fatias bem finas. Leve ao fogo e deixe grelhar. Vire e tempere com sal. Já na trevessa, tempere com o alho, regue com o azeite e sirva. | |
Bruschetta | |
Tipo de Culinária: Itália
Categoria: Entradas
Subcategorias: Antepastos
Rendimento: 6 porções
A bruschetta é um dos antepastos mais deliciosos e tradicionais. A caponata não é diferente. A união destas duas receitas vai supreender você!
1 unidade(s) de berinjela pequena(s)
quanto baste de azeite
1 dente(s) de alho
6 fatia(s) de pão italiano filão
1 unidade(s) de pimentão vermelho em cubos médios
1 unidade(s) de abobrinha em cubos médios
1 unidade(s) de cebola
quanto baste de sal
quanto baste de pimenta-do-reino branca
1 colher(es) (chá) de orégano
quanto baste de azeite
1 dente(s) de alho
6 fatia(s) de pão italiano filão
1 unidade(s) de pimentão vermelho em cubos médios
1 unidade(s) de abobrinha em cubos médios
1 unidade(s) de cebola
quanto baste de sal
quanto baste de pimenta-do-reino branca
1 colher(es) (chá) de orégano
| Aqueça um fio de azeite em uma panela e refogue a cebola cortada em cubos médios. Sem deixar a cebola dourar, acrescente a beringela cortada no mesmo tamanho dos outros legumes.Acrescente a abobrinha e continue mexendo. Quando a berinjela e a aborinha começarem a amolecer, acrescente o pimentão vermelho Prepare as fatias de pão, uma de cada vez: aqueça uma frigideira com um fio de azeite e "frite" um dos lados da fatia de pão, em fogo baixo, até que fique dourada. Retire da frigideira e, na superfície tostada, esfregue rapidamente o dente de alho. Feito isso em todas as fatias, cobri-las com a caponata reservada. |
Roma Antiga (Monarquia, República e Império)
A herança cultural deixada pelos romanos contribuiu para transformá-los no mais importante e influente povo da civilização ocidental. Alguns fatores contribuíram para a ocupação da região:
- os aspectos físicos (Roma está localizada na Península Itálica)
- o solo fértil (facilitava a produção de alimentos)
- ausência de bons portos (isolando relativamente a região)
A Roma Antiga conheceu 3 formas de governo: Monarquia, República e Império.
MONARQUIA
A forma de governo adotada em Roma até o século VI a.C. foi a Monarquia. Os romanos acreditavam que o rei tinha origem divina.
Esse período foi marcado pela invasão de outros povos (etruscos) que durante cerca de 100 anos, dominaram a cidade, impondo-lhe seus reis. Em 509 a.C., os romanos derrubaram o rei etrusco (Tarquínio – o Soberbo), e fundaram uma República. No lugar do rei, elegeram dois magistrados para governar.
REPÚBLICA
No início da República, a sociedade romana estava dividida em 4 classes: Patrícios, Clientes, Plebeus e Escravos.
A decadência política, social e econômica, fez com que a plebe entrasse em conflito com os patrícios, essa luta durou cerca de 200 anos. Apesar disso, os romanos conseguiram conquistar quase toda a Península Itálica e logo em seguida partiram para o Mediterrâneo.
Lutaram mais de 100 anos contra Cartago nas chamadas Guerras Púnicas e em seguida, ocuparam a Península Ibérica (conquista que levou mais de 200 anos), Gália e o Mediterrâneo Oriental.
Os territórios ocupados foram transformados em províncias. Essas províncias pagavam impostos ao governo de Roma (em sinal de submissão).
As conquistas transformaram exército romano em um grupo imbatível.
A comunidade militar era formada por:
- Cidadãos de Roma, dos territórios, das colônias e das tribos latinas que também tinham cidadania romana
- Comunidades cujos membros não possuíam cidadania romana completa (não podiam votar nem ser votados)
- Aliados autônomos (faziam tratados de aliança com Roma)
Além do exército, as estradas construídas por toda a península itálica também contribuíram para explicar as conquistas romanas.
Os romanos desenvolveram armas e aperfeiçoaram também a técnica de montar acampamentos e construir fortificações.
A disciplina militar era severa e a punição consistia em espancamentos e decapitações. Os soldados vencedores recebiam prêmios e honrarias e o general era homenageado, enquanto que os perdedores eram decapitados nas prisões.
As sucessivas conquistas provocaram, em Roma, grandes transformações sociais, econômicas e políticas.
No plano social, o desemprego aumentou por causa do aproveitamento dos prisioneiros de guerra como escravos. A mão-de-obra escrava provocou a concentração das terras nas mãos da aristocracia (provocando a ruína dos pequenos proprietários de terras que foram forçados a migrar para as cidades).
Na economia, surgiu uma nova camada de comerciantes e militares (homens novos ou cavaleiros) que enriqueceram com as novas atividades surgidas com as conquistas (cobrança de impostos, fornecimento de alimentos para o exército, construção de pontes e estradas, etc).
Além disso, sociedade romana também sofreu forte influência da cultura grega e helenística:
- A alimentação ganhou requintes orientais
- A roupa ganhou enfeites
- Homens e mulheres começaram a usar cosméticos
- Influência da religião grega
- Escravos vindos do oriente introduziram suas crenças e práticas religiosas
- Influência grega na arte e na arquitetura
- Escravos gregos eram chamados de pedagogos, pois ensinavam para as famílias ricas a língua e a literatura grega
Essas influências geraram graves conseqüências sobre a moral: multiplicou-se a desunião entre casais e as famílias ricas evitavam ter muitos filhos.
Tais transformações foram exploradas pelos grupos que lutavam pelo poder e esse fato desencadeou uma série de lutas políticas. A sociedade romana dividiu-se em dois partidos: o partido popular (formado pelos homens novos e desempregados) e o partido aristocrático (formado pelos grandes proprietários rurais). Essas lutas caracterizaram a fase de decadência da República Romana.
IMPÉRIO
Dois nomes sobressaíram durante o Império Romano: Julio César e Augusto.
Após vários conflitos, Julio César tornou-se ditador (com o apoio do Senado) e apoiado pelo exército e pela plebe urbana, começou a acumular títulos concedidos pelo Senado. Tornou-se Pontífice Máximo e passou a ser: Ditador Perpétuo (podia reformar a Constituição), Censor vitalício (podia escolher senadores) e Cônsul Vitalício, além de comandar o exército em Roma e nas províncias.
Tantos poderes lhe davam vários privilégios: sua estátua foi colocada nos templos e ele passou a ser venerado como um deus (Júpiter Julius).
Com tanto poder nas mãos, começou a realizar várias reformas e conquistou enorme apoio popular.
- Acabou com as guerras civis
- Construiu obras publicas
- Reorganizou as finanças
- Obrigou proprietários a empregar homens livres
- Promoveu a fundação de colônias
- Reformou o calendário dando seu nome ao sétimo mês
- Introduziu o ano bissexto
- Estendeu cidadania romana aos habitantes das províncias
- Nomeava os governadores e os fiscalizava para evitar que espoliassem as províncias
Em compensação, os ricos (que se sentiram prejudicados) começaram a conspirar.
No dia 15 de março de 44 a.C., Julio César foi assassinado. Seu sucessor (Otávio), recebeu o título de Augusto, que significava “Escolhido dos Deuses”. O governo de Augusto marcou o início de um longo período de calma e prosperidade.
Principais medidas tomadas por Augusto:
- Profissionalizou o exército
- Criou o correio
- Magistrados e senadores tiveram seus poderes reduzidos
- Criou o conselho do imperador (que se tornou mais importante que o senado)
- Criou novos cargos
- Os cidadãos começaram a ter direitos proporcionais aos seus bens. Surgiu assim três ordens sociais: Senatorial (tinham privilégios políticos), Eqüestre (podiam exercer alguns cargos públicos) e Inferior (não tinham nenhum direito).
- Encorajou a formação de famílias numerosas e a volta da população ao campo
- Mandou punir as mulheres adúlteras
- Estimulou o culto aos deuses tradicionais (Apolo, Vênus, César, etc)
- Combateu a introdução de práticas religiosas estrangeiras
- Passou a sustentar escritores e poetas sem recursos (Virgílio autor de “Eneida”, Tito Lívio, Horácio)
Quando chegou a hora de deixar um sucessor, Augusto nomeou Tibério (um de seus principais colaboradores).
A História Romana vivia o seu melhor período. A cidade de Roma tornou-se o centro de um império que crescia e se estendia pela Europa, Ásia e África.
Após a morte de Augusto, houve quatro dinastias de Imperadores:
Dinastia Julio-Claudiana (14-68): Tibério executou os planos deixados por Augusto. Porém, foi acusado da morte do general Germanicus e teve o povo e o Senado contra ele. Sua morte (78 anos) foi comemorada nas ruas de Roma. Seus sucessores foram Calígula (filho de Germanicus), Cláudio (tio de Calígula) e Nero. Essa dinastia caracterizou-se pelos constantes conflitos entre o Senado e os imperadores.
Dinastia dos Flávios (69-96): neste período, os romanos dominaram a Palestina e houve a dispersão (diáspora) do povo judeu.
Dinastia dos Antoninos (96-192): marcou o apogeu do Império Romano. Dentre os imperadores dessa dinastia, podemos citar: Marco Aurélio (que cultivava os ideais de justiça e bondade) e Cômodo que por ser corrupto, acabou sendo assassinado em uma das conspirações que enfrentou.
Dinastia dos Severos (193-235): várias crises internas e pressões externas exercidas pelos bárbaros (os povos que ficavam além das fronteiras) pronunciaram o fim do Império Romano, a partir do século III da era cristã.
Alguns fatores contribuíram para a crise do império: colapso do sistema escravista, a diminuição da produção e fluxo comercial e a pressão dos povos que habitavam as fronteiras do Império (bárbaros).
A partir do ano 235, o Império começou a ser governado pelos imperadores-soldados (que tinham como principal objetivo combater as invasões).
Com a ascensão de Diocleciano no poder, em 284, o Império foi dividido em dois: Oriente (governado por ele mesmo) e Ocidente (governado por Maximiniano). Cada um deles era ajudado por um imperador subalterno – o César. Diocleciano acreditava que essa estrutura de poder (Tetrarquia) aumentava a eficiência do Estado e facilitava a defesa do território.Diocleciano tomou várias medidas para controlar a inflação.
Seu sucessor (Constantino) governou de 313 até 337.
Constantino legalizou o cristianismo e fundou Constantinopla – para onde transferiu a sede do governo, além de ter abolido o sistema de tetrarquia.
A partir do século IV, uma grave crise econômica deixou o Império enfraquecido e sem condições de proteger suas fronteiras, isso fez com que o território romano fosse ameaçado pelos bárbaros que aos poucos invadiram e dominaram o Império Romano do Ocidente formando vários reinos (Vândalos, Ostrogodos, Visigodos, Anglo-Saxões e Francos).
Em 476 (ano que é considerado pelos historiadores um marco divisório entre a Antiguidade e a Idade Média), o Império Romano do Ocidente desintegrou-se restando apenas o Império Romano do Oriente (com a capital situada em Constantinopla é também conhecido como Império Bizantino – por ter sido construído no lugar onde antes existia a colônia grega de Bizâncio), que ainda se manteve até o ano de 1453 quando Constantinopla foi invadida e dominada pelos turcos.
Durante toda a Idade Média, Roma manteve parte da sua antiga importância, mesmo com a população reduzida. Era apenas uma modesta cidade quando foi eleita capital da Itália em 1870.
A civilização romana deixou para a cultura ocidental uma herança riquíssima.
- A legislação adotada hoje em vários países do mundo tem como inspiração o Direito criado pelos romanos
- Várias línguas (inclusive o português) derivaram do latim falado pelos romanos
- Arquitetura
- Literatura
A arte romana mais primitiva remonta à derrocada dos reis etruscos e ao estabelecimento da república no ano de 509 a.C. Para a História, o final da arte romana e por conseguinte o início da arte medieval coincidem com a conversão do imperador Constantino ao cristianismo e com a mudança da capital do Império de Roma para Constantinopla, no ano 330. Entretanto, tanto o estilo romano como a sua temática pagã continuaram sendo representados durante séculos, reproduzidos freqüentemente em imagens cristãs.


Tradicionalmente, a arte romana é dividida em dois períodos: a arte da Roma republicana e a da Roma imperial (do ano 27 a.C. em diante), com subdivisões correspondentes aos imperadores mais importantes ou às diferentes dinastias. Na época da república, o termo romano estava praticamente restrito à arte realizada na cidade de Roma, que conserva o rastro de seu passado etrusco. Pouco a pouco, a arte libertou-se de sua herança etrusca, graças à expansão pela Itália e pelo Mediterrâneo e ao fato de os romanos terem assimilado outras culturas, como a grega.
Durante os dois últimos séculos antes do nascimento de Cristo, surgiu uma maneira tipicamente romana de construir edifícios, realizar esculturas e pintar. Entretanto, devido à extraordinária extensão geográfica do Império de Roma e às suas diversas colônias, a arte e a arquitetura romanas foram sempre ecléticas e se caracterizaram por empregar estilos distintos atribuídos aos gostos regionais e às preferências de seus mecenas.
A arte romana não é somente a arte dos imperadores, senadores e patrícios, mas também a de todos os habitantes do vasto império romano, incluindo a classe média dos homens de negócios, os homens livres ou plebeus e os escravos e legionários da Itália e suas províncias. Curiosamente, apesar de existir uma grande quantidade de exemplos escultóricos, pictóricos, arquitetônicos e decorativos, conhecemos poucos nomes de seus artistas e arquitetos. Geralmente, os monumentos romanos foram realizados mais para homenagear os seus mecenas do que para expressar a sensibilidade artística de seus criadores.
Arquitetura
Podemos ter uma clara idéia da arquitetura romana através dos impressionantes vestígios dos edifícios públicos e privados da Roma antiga e graças aos escritos da época, como o De Architectura, um tratado de dez volumes compilado por Vitrúvio no fim do século I a.C.

Os templos romanos foram o resultado de uma combinação de elementos gregos e etruscos: planta retangular, teto de duas águas, vestíbulo profundo com colunas livres e uma escada na fachada dando acesso ao pódio ou à base. Os romanos conservaram as tradicionais ordens gregas (dórica, jônica e coríntia), mas inventaram outras duas: a toscana, uma espécie de ordem dórica sem estrias na fuste, e a composta, com um capitel criado a partir da mistura de elementos jônicos e coríntios. A Maison Carrée, da cidade francesa de Nimes (c. 16 d.C.), é um excelente exemplo da tipologia romana templária.
Na península Ibérica, subsistem alguns restos arqueológicos de templos da época romana. Na Espanha, podem ser encontrados nas cidades de Barcelona, Mérida (dedicado à deusa Diana), Córdoba (colunas da rua Claudio Marcelo) e Sevilha. Em Portugal, destacam-se o templo de Egitânia (provavelmente dedicado a Júpiter ou Vênus), o de Évora (ou Diana) e o de Almofala (em Figueira de Castelo Rodrigo).

O Vesúvio entrou em erupção no ano 79 a.C. e atirou cinza quente, pedras e poeira de carvão sobre a cidade de Pompéia. Esta ficou coberta por uma camada de cinza de 4 m de espessura e permaneceu enterrada durante mais de 1.500 anos. Os arqueólogos começaram a escavar em Pompéia no século XVIII. Entre os restos encontrados, encontra-se o Foro, que aparece aqui, e vários templos, tribunais e palácios que constituíam o centro administrativo da cidade

Os teatros e os anfiteatros romanos apareceram pela primeira vez no final do período republicano. Diferentemente dos teatros gregos, situados em declives naturais, os teatros romanos foram construídos sobre uma estrutura de pilares e abóbadas e, dessa maneira, puderam ser instalados no coração das cidades. Os teatros de Itálica e de Mérida foram realizados nos tempos de Augusto e de Agripa, respectivamente. O mais antigo anfiteatro conhecido é o de Pompéia (75 a.C.) e o maior é o Coliseu de Roma (70-80 d.C.). Na Hispânia romana, destacam-se os anfiteatros de Mérida, Tarragona e Itálica. Os circos ou hipódromos também foram construídos nas cidades mais importantes; a praça Navona de Roma ocupa o lugar de um circo construído durante o reinado de Domiciano (81-96 d.C.).
As cidades grandes e as pequenas tiveram termas ou banhos públicos (thermae). As termas (75 a.C.) próximas do foro de Pompéia são um excelente exemplo dos modelos mais antigos. Durante o Império, essas estruturas, comparativamente modestas, foram se transformando progressivamente, tornando-se mais grandiosas. Exemplos posteriores, como os banhos de Caracala (c. 217 d.C.) em Roma, chegavam a ter bibliotecas, tendas e enormes espaços públicos cobertos com abóbadas e decorados com estátuas, mosaicos, pinturas e estuques.
Entre os diversos projetos de construções públicas dos romanos, a rede de pontes e calçadas, que facilitaram a comunicação através de todo o império e os aquedutos, que levavam água às cidades a partir dos mananciais próximos (como Pont du Gard, ano 19 d.C., próximo a Nimes), são os mais extraordinários.

Em Portugal, são bons exemplos o aqueduto de Olisipo (do qual o aqueduto das Águas Livres, de D. João V, parece seguir boa parte do percurso), o de Conímbriga e os sistemas de captação de água interligados a uma arquitetura industrial presentes em Tróia de Setúbal. Já na Espanha, os mais destacados são a ponte de Alcântara, em Cáceres, e o famoso aqueduto de Segóvia.
Escultura
Ao longo de toda Roma, as estátuas e os relevos escultóricos adornaram os edifícios públicos e privados. De fato, algumas construções romanas foram pouco mais do que suportes monumentais para a escultura. Os arcos do triunfo, levantados em todas as partes do Império, destacam-se como monumentos entre os mais importantes. Embora quase nenhum dos grandes grupos escultóricos instalados nesses arcos tenha resistido à passagem do tempo, essas construções tinham como finalidade original servir de suporte para estátuas honoríficas.
Entre os arcos mais importantes, destacam-se, em Roma, o de Tito (c. 81 d.C.), no Foro romano, e o de Constantino (315 d.C.). Na Espanha, foram conservados os arcos de Bará, em Tarragona, o de Caparra, na cidade antiga de Capeta (Cáceres), e o de Medinaceli, em Sória, cuja construção remonta ao fim do século I d.C. Também foram erguidas colunas historiadas, com frisos em baixo-relevo em espiral, relatando com grande riqueza de detalhes as campanhas militares dos romanos. A primeira e a maior delas foi a do foro de Trajano (113 d.C.) construída em Roma pelo arquiteto Apolodoro, de Damasco. Os relevos históricos adornaram também grandes altares como o Ara Pacis de Augusto (fechado em Roma do 13 ao 9 a.C.). Restaram poucas estátuas em bronze e quase nenhuma em ouro ou prata, já que muitas delas foram fundidas na Idade Média e períodos posteriores. Uma das poucas que existe é a estátua eqüestre em bronze (c. 175 d.C.) do imperador Marco Aurélio na praça do Capitólio em Roma.
O retrato escultórico romano, em que se destaca a estátua de Constantino (c. 315 d.C.-330 d.C.), compõe um dos grandes capítulos na história da arte antiga. O conceito simbólico das imagens continuou no período da Roma imperial, tal como revelam as imagens de Augusto.
Pintura
Restaram poucos quadros dessa época, mas, pela literatura antiga, sabe-se que os artistas romanos trabalharam uma grande variedade de temas, entre os quais se incluem acontecimentos históricos, mitos, cenas da vida cotidiana, retratos e natureza-morta.

A pintura mural está bem documentada, sobretudo em Pompéia e nas demais cidades soterradas no ano 79 d.C. pela lavas do vulcão Vesúvio. Distinguem-se quatro etapas denominadas estilos pompeianos. O primeiro estilo (120 a 80 a.C.) baseia-se na decoração grega de interiores e às vezes é chamado de estilo de incrustação, pois suas pinturas sobre o gesso foram utilizadas para imitar o aspecto dos muros de mármore polidos.
O objetivo do segundo estilo (80 a 15 a.C.) era criar, através da perspectiva, uma ilusão espacial que o prolongava além da superfície do mural. O terceiro estilo (15 a.C. a 63 d.C.) é uma pintura delicada na qual o ilusionismo do segundo estilo foi suprimido em favor de arabescos lineares sobre fundos monocromáticos. No quarto estilo (63 a 79 d.C.), os motivos arquitetônicos voltaram a se tornar populares; mas dessa vez a perspectiva lógica foi relegada a um plano secundário, sendo substituída por estruturas fantásticas, impossíveis de construir.

Considerado o maior poeta da Roma antiga, Virgílio, que viveu entre os anos 70 e 19 a.C. compôs a Eneida, poema épico de caráter mitológico, durante os últimos 11 anos da sua vida. Moldada como a Ilíada e a Odisséia, do poeta grego Homero, foi a primeira obra-prima do estilo épico. Numerosos escritores posteriores a tomaram como modelo, tanto nos temas como nas técnicas, e renderam-lhe homenagem em seus textos e desenhos. Esta pintura de 1469 representa o autor escrevendo o poema Geórgicas (36-29 a.C.) diante da estátua da deusa grega Artemis.
Mosaicos
Em todas as partes do Império, encontram-se mosaicos romanos. Oscilam dos modelos abstratos de tesselas brancas e negras até ambiciosas composições figurativas policromáticas, como o grande chão da casa de Fauno em Pompéia. Recentes escavações descobriram as formosas abóbadas em estuque na Casa Farnesina (20 a.C.) e na tumba dos Pancratii em Roma (160 d.C.). Na Espanha e em Portugal, ainda há diversos mosaicos da época romana. Entre os espanhóis, vale destacar os de Mérida, o dos Sete Sábios e os da casa de Mitreo e os de Ampúrias em Gerona, que retratam O sacrifício de Ifigênia. Entre os portugueses, os melhores exemplos são os das termas Augustanas, os da casa de Cantaber e os encontrados em outros pontos de Conímbriga, alguns em exposição no Museu Monográfico local.
Fonte: HISTÓRIA DO MUNDO
Vejam como surgiu o Calendário.
Se cada um tivesse a sua própria maneira de contar os dias, o mundo seria uma loucura! Por isso, é impossível imaginar a nossa vida sem o calendário. Mas, como será que ele surgiu? Um dos primeiros calendários de que se tem notícia é o romano (embora o homem já tivesse meios de se orientar no tempo antes disso). Diz a lenda que ele foi criado por Rómulo, primeiro rei de Roma, no ano 735 a.c.
Escrever sobre Roma significa dar um mergulho em quase três mil anos de história. As sete colinas, que não mais existem na sua forma original, testemunharam o início de uma civilização que se tornou o mais formidável império da Antiguidade. Em Roma surgiu uma língua , o latim , que dominou a cultura por XX séculos. Em Roma nasceu o Direito, que serviu de inspiração para todos os códigos do Ocidente e lá foi criada a arte e os estilos arquitetônicos usados como modelo durante milênios por quase todo o mundo.
Primeiro um centro do imenso Império Romano e depois como sede da cristandade, a cidade de Roma exerceu uma influência sem par na história do Ocidente. Sua história mistura lenda e realidade e até seu próprio nome constitui um enigma: pode ter sido derivado de "stroma" (cidade do rio), do etrusco "Ruma" (cúmulo, multidão), ou do seu lendário fundador Rômulo.
Roma foi construída sobre uma região vulcânica e como conseqüência da erosão, apresentava uma superfície com morros baixos divididos por pequenos vales e depressões. Essa é a origem das sete colinas, que são: o Palatino, no centro; o Capitolino a noroeste e entre o norte e o sudoeste, formando uma curva, o Quirinal, o Viminal, o Celiano e o Aventino, todos na margem esquerda do rio Tibre. Na margem direita fica apenas uma colina, o Janículo. Nascida na Ilha de Tiberina, a cidade logo preferiu as elevações que podiam ser defendidas com mais facilidade e eram livres da malária, que infestava os vales. O núcleo primitivo, a Roma Quadrata, limitava-se a uma pequena área no Palatino. Com o crescimento da cidade, foram ocupadas também as áreas pantanosas depois de grande trabalho de drenagem.
Com relação a sua fundação, a lenda diz que um filho de Marte foi enviado à terra para fundar uma cidade que mudaria a face do mundo. Rômulo e seu irmão Remo, filhos da sacerdotisa Réia Silvia, descendentes do guerreiro troiano Enéias, foram deixados em uma cesta nas águas do rio Tibre. Amamentado por uma loba, Rômulo sobreviveu, cresceu, fundou a aldeia-fortaleza de Roma Quadrata e depois matou seu irmão.
A história conta que as colinas do vale do rio Tibre abrigavam aldeias dos Sabinos, depois conquistadas por emigrantes do Lácio, ou Latium - pastores e lavradores que fugiam das planícies pantanosas. O fato é que Roma nasceu na colina Palatina e entrou para a história a partir de 753 a.C., data reconhecida de sua fundação. Mas suas origens remontam ao ano 5000 a.C., quando os ligúrios e íberos, vindos da Espanha e Gália, chegaram na Península Itálica. Entes povos foram conquistados pelas tribos indo-européias, que fundaram o povoado de Vilanova, nas cercanias da atual cidade de Bolonha. No fim da Idade do Bronze, outros clãs indo-europeus vieram se juntar aos demais e dessa fusão surgiram várias cidades, entre elas Alba Longa e Lavínia. Não se sabe exatamente quando essas colônias sabinas e latinas uniram-se numa só comunidade.
No começo, Roma foi governada por sete reis. Pela Via Salária, uma estrada cujo nome vem do transporte de sal do litoral, e que cortava o rio e os pântanos, chegaram os etruscos que contribuíram para construir a Roma gloriosa que depois surgiria. A dinastia etrusca iniciou-se no governo de Tarquínio Prisco, e sua civilização floresceu entre os séculos VII e VI a.C., alcançando grande desenvolvimento comercial, militar, cultural e artístico. Entretanto, devido à falta de unidade política e às sucessivas guerras contra os gregos, os etruscos foram derrubados pela aristocracia romana.
Os etruscos foram expulsos e em 509 a.C. a cidade tornou-se república, governada por dois cônsules. Ao lado desses dois líderes, atuavam o Senado e a Assembléia Popular. O desenvolvimento de Roma foi interrompido bruscamente em 390 a.C. devido à invasão dos gauleses que incendiaram a cidade. A derrota provocou reformas na organização militar, que passou a alistar os plebeus no exército. Outra conquista popular que contribuiu para fortalecer o Estado foi a publicação, pelo Senado, do Código de Direito Civil, conhecido como a Lei das Doze Taboas.
A importância política de Roma crescia e em 270 a.C. praticamente toda a Itália estava sob o poder romano, surgindo assim, o maior Estado do mundo ocidental com uma população de 4 milhões de habitantes. Logo, o domínio se estendeu para além das fronteiras da península itálica e as famosas legiões romanas conquistaram um imenso império que se estendeu até o Oriente. Com a anexação da Ásia Menor, transformada em província em 133 a.C., o Estado Romano conseguiu, em pouco mais de 50 anos, se converter numa potência internacional sem rival em todo o mundo da época. O ápice do império romano foi atingido no governo de Augusto.
A lenta decadência de Roma teve como causas as lutas internas, a própria imensidão do império e suas excessivas despesas militares, os imperadores corruptos (Calígula, Nero e Cláudio), o nascimento do cristianismo e a pressão dos bárbaros nas fronteiras. No ano 313 Constantino reconhece a vitória do cristianismo e em 380 Teodósio o declara única religião do império. Primeiro com Alarico e depois com Átila, os povos bárbaros atacaram Roma, incendiaram a cidade, reduzindo-a a uma cidade secundária do império bizantino. Neste ínterim, crescia e se consolidava o poder do papado que havia se estabelecido em Roma, fazendo dela a capital mundial do cristianismo.
No século IX, quando o papa Leão III coroou Carlos Magno como imperador do Sagrado Império Romano, pareceu que a antiga glória estaria de volta. Pura ilusão: uma longa batalha entre a Igreja e a nobreza feudal, entre o papado e o império (batalha pelas investiduras), acabaria por extenuar Roma. Em 1309, o papa foi obrigado a se transferir para Avignon, onde permaneceu até 1377. Durante a Idade Média, Roma foi ocupada militarmente várias vezes.
Sede oficial do papado, Roma foi o principal foco de um dos maiores movimentos artístico-filosófico-científicos que a História já presenciou: o Renascimento. Grandes pontífices como Julio II e Leão X ajudaram a criar a grande Roma Renascentista e depois barroca, onde surgiram monumentos e obras de arte de excepcional esplendor, graças a artistas como Bramante, Miguel Ângelo e Rafael, entre outros; e construtores de palácios e igrejas, como Bernini e Borromini. A Roma barroca com suas fontes, palácios, jardins e monumentos, é o que de melhor existe na civilização ocidental. Nos séculos que se seguiram à queda do império, Roma firmou cada vez mais o seu prestígio de grande cidade, condição que lhe valeu os títulos de "Capital do Mundo" e "Cidade Eterna".
Logo após o Cisma Ocidental (1378-1417), Roma se torna a sede da nova República. Em 1798 é invadida pelos franceses, Napoleão retira a autoridade do papado e Pio X é deportado para a França. Segue uma breve restauração e logo depois o papa Pio X recupera o poder. Com o "Risorgimento", o pontífice é novamente obrigado a fugir, nascendo a República do triunvirato de Mazzini. Em 1870, as forças da unificação italiana entram em Roma e acabam com o poder temporário dos papas, elevando a cidade a capital da Itália. Durante meio século se desenvolve uma surda guerra entre o papado e o Estado Italiano, que acabará com o Pacto Lateranenses de 1929, quando o fascismo já começava a dominar a Itália. O papa regressa como chefe do cristianismo universal e como monarca do menor Estado do mundo, a Cidade do Vaticano. O regime fascista de Mussolini tenta devolver a Roma sua glória antiga, demolindo construções e construindo estádios, estradas e monumentos, mais acaba mergulhando a cidade e o país na Segunda Guerra Mundial. Terminado o conflito, Roma se notabilizou pelo crescimento urbanístico, pela restauração dos monumentos e obras de arte, pela conservação das ruínas do antigo império e por escavações de sítios arqueológicos, que proporcionaram o ressurgimento de preciosidades. Enfim, se torna capital do cinema italiano, um grande centro turístico, uma potência econômica e uma metrópole cosmopolita.
Roma é o cenário perfeito para uma viagem inesquecível, uma cidade romântica e cheia de histórias contada em cada monumento, em cada rua, em cada edifício, em cada sítio. História como a da Igreja de Sant'Agnese in Agone, construída no século XVIII pelo papa Inocêncio X, no local onde existia, no ano 300 a.C., um dos maiores bordéis de Roma, e para onde teria sido levada a jovem Agnes, cristã que foi martirizada pelos romanos. Exposta nua aos clientes do bordel, diz a lenda que os seus cabelos cresceram milagrosamente, escondendo seu corpo. Quase toda construção romana repousa sobre uma lenda. Nas próximas edições de A Relíquia vamos fazer um "passeio" pelas ruas de Roma, descrever suas maiores atrações e, claro, contar suas histórias, que são muitas...
A cerimônia de casamento com culto religioso e noiva vestida a rigor nasceu na Roma antiga.
Não se sabe ao certo em que ano, mas vêm de lá as primeiras notícias de mulheres vestirem-se especialmente para a ocasião.
Prendiam aos cabelos flores brancas (símbolo de felicidade e longa vida) e ramos de espinheiro (afasta os maus espíritos), além de se perfumarem com ervas-aromáticas.
Virou tradição e desde então o figurino da noiva ganhou novos símbolos, entre eles o véu, uma referência à deusa Vesta (da honestidade), que na mitologia Greco – romana era a protetora do lar.
Na era medieval o vermelho foi a cor nupcial preferida, simbolizava sangue novo para a continuação da família numa celebração acompanhada de muito ouro.
Com a chegada de uma nova classe social, a dos burgueses, cria-se um código para sinalizar se a mulher era virgem: casar-se de branco.
Avançados para sua época, os romanos foram os primeiros a propor uma união de direito, instituindo a monogamia e a liberdade da noiva se casar espontaneamente, diante de juízes, testemunhas e com as garantias da lei.
Os casamentos então eram feitos na igreja reunindo além dos noivos, pais e convidados para a troca de alianças, e depois todos participavam de uma festa dada pelos pais da noiva, tudo com muito luxo.
Veremos o significado das cores, na vida de cada um.
- os aspectos físicos (Roma está localizada na Península Itálica)
- o solo fértil (facilitava a produção de alimentos)
- ausência de bons portos (isolando relativamente a região)
A Roma Antiga conheceu 3 formas de governo: Monarquia, República e Império.
MONARQUIA
A forma de governo adotada em Roma até o século VI a.C. foi a Monarquia. Os romanos acreditavam que o rei tinha origem divina.
Esse período foi marcado pela invasão de outros povos (etruscos) que durante cerca de 100 anos, dominaram a cidade, impondo-lhe seus reis. Em 509 a.C., os romanos derrubaram o rei etrusco (Tarquínio – o Soberbo), e fundaram uma República. No lugar do rei, elegeram dois magistrados para governar.
REPÚBLICA
No início da República, a sociedade romana estava dividida em 4 classes: Patrícios, Clientes, Plebeus e Escravos.
A decadência política, social e econômica, fez com que a plebe entrasse em conflito com os patrícios, essa luta durou cerca de 200 anos. Apesar disso, os romanos conseguiram conquistar quase toda a Península Itálica e logo em seguida partiram para o Mediterrâneo.
Lutaram mais de 100 anos contra Cartago nas chamadas Guerras Púnicas e em seguida, ocuparam a Península Ibérica (conquista que levou mais de 200 anos), Gália e o Mediterrâneo Oriental.
Os territórios ocupados foram transformados em províncias. Essas províncias pagavam impostos ao governo de Roma (em sinal de submissão).
As conquistas transformaram exército romano em um grupo imbatível.
A comunidade militar era formada por:
- Cidadãos de Roma, dos territórios, das colônias e das tribos latinas que também tinham cidadania romana
- Comunidades cujos membros não possuíam cidadania romana completa (não podiam votar nem ser votados)
- Aliados autônomos (faziam tratados de aliança com Roma)
Além do exército, as estradas construídas por toda a península itálica também contribuíram para explicar as conquistas romanas.
Os romanos desenvolveram armas e aperfeiçoaram também a técnica de montar acampamentos e construir fortificações.
A disciplina militar era severa e a punição consistia em espancamentos e decapitações. Os soldados vencedores recebiam prêmios e honrarias e o general era homenageado, enquanto que os perdedores eram decapitados nas prisões.
As sucessivas conquistas provocaram, em Roma, grandes transformações sociais, econômicas e políticas.
No plano social, o desemprego aumentou por causa do aproveitamento dos prisioneiros de guerra como escravos. A mão-de-obra escrava provocou a concentração das terras nas mãos da aristocracia (provocando a ruína dos pequenos proprietários de terras que foram forçados a migrar para as cidades).
Na economia, surgiu uma nova camada de comerciantes e militares (homens novos ou cavaleiros) que enriqueceram com as novas atividades surgidas com as conquistas (cobrança de impostos, fornecimento de alimentos para o exército, construção de pontes e estradas, etc).
Além disso, sociedade romana também sofreu forte influência da cultura grega e helenística:
- A alimentação ganhou requintes orientais
- A roupa ganhou enfeites
- Homens e mulheres começaram a usar cosméticos
- Influência da religião grega
- Escravos vindos do oriente introduziram suas crenças e práticas religiosas
- Influência grega na arte e na arquitetura
- Escravos gregos eram chamados de pedagogos, pois ensinavam para as famílias ricas a língua e a literatura grega
Essas influências geraram graves conseqüências sobre a moral: multiplicou-se a desunião entre casais e as famílias ricas evitavam ter muitos filhos.
Tais transformações foram exploradas pelos grupos que lutavam pelo poder e esse fato desencadeou uma série de lutas políticas. A sociedade romana dividiu-se em dois partidos: o partido popular (formado pelos homens novos e desempregados) e o partido aristocrático (formado pelos grandes proprietários rurais). Essas lutas caracterizaram a fase de decadência da República Romana.
IMPÉRIO
Dois nomes sobressaíram durante o Império Romano: Julio César e Augusto.
Após vários conflitos, Julio César tornou-se ditador (com o apoio do Senado) e apoiado pelo exército e pela plebe urbana, começou a acumular títulos concedidos pelo Senado. Tornou-se Pontífice Máximo e passou a ser: Ditador Perpétuo (podia reformar a Constituição), Censor vitalício (podia escolher senadores) e Cônsul Vitalício, além de comandar o exército em Roma e nas províncias.
Tantos poderes lhe davam vários privilégios: sua estátua foi colocada nos templos e ele passou a ser venerado como um deus (Júpiter Julius).
Com tanto poder nas mãos, começou a realizar várias reformas e conquistou enorme apoio popular.
- Acabou com as guerras civis
- Construiu obras publicas
- Reorganizou as finanças
- Obrigou proprietários a empregar homens livres
- Promoveu a fundação de colônias
- Reformou o calendário dando seu nome ao sétimo mês
- Introduziu o ano bissexto
- Estendeu cidadania romana aos habitantes das províncias
- Nomeava os governadores e os fiscalizava para evitar que espoliassem as províncias
Em compensação, os ricos (que se sentiram prejudicados) começaram a conspirar.
No dia 15 de março de 44 a.C., Julio César foi assassinado. Seu sucessor (Otávio), recebeu o título de Augusto, que significava “Escolhido dos Deuses”. O governo de Augusto marcou o início de um longo período de calma e prosperidade.
Principais medidas tomadas por Augusto:
- Profissionalizou o exército
- Criou o correio
- Magistrados e senadores tiveram seus poderes reduzidos
- Criou o conselho do imperador (que se tornou mais importante que o senado)
- Criou novos cargos
- Os cidadãos começaram a ter direitos proporcionais aos seus bens. Surgiu assim três ordens sociais: Senatorial (tinham privilégios políticos), Eqüestre (podiam exercer alguns cargos públicos) e Inferior (não tinham nenhum direito).
- Encorajou a formação de famílias numerosas e a volta da população ao campo
- Mandou punir as mulheres adúlteras
- Estimulou o culto aos deuses tradicionais (Apolo, Vênus, César, etc)
- Combateu a introdução de práticas religiosas estrangeiras
- Passou a sustentar escritores e poetas sem recursos (Virgílio autor de “Eneida”, Tito Lívio, Horácio)
Quando chegou a hora de deixar um sucessor, Augusto nomeou Tibério (um de seus principais colaboradores).
A História Romana vivia o seu melhor período. A cidade de Roma tornou-se o centro de um império que crescia e se estendia pela Europa, Ásia e África.
Após a morte de Augusto, houve quatro dinastias de Imperadores:
Dinastia Julio-Claudiana (14-68): Tibério executou os planos deixados por Augusto. Porém, foi acusado da morte do general Germanicus e teve o povo e o Senado contra ele. Sua morte (78 anos) foi comemorada nas ruas de Roma. Seus sucessores foram Calígula (filho de Germanicus), Cláudio (tio de Calígula) e Nero. Essa dinastia caracterizou-se pelos constantes conflitos entre o Senado e os imperadores.
Dinastia dos Flávios (69-96): neste período, os romanos dominaram a Palestina e houve a dispersão (diáspora) do povo judeu.
Dinastia dos Antoninos (96-192): marcou o apogeu do Império Romano. Dentre os imperadores dessa dinastia, podemos citar: Marco Aurélio (que cultivava os ideais de justiça e bondade) e Cômodo que por ser corrupto, acabou sendo assassinado em uma das conspirações que enfrentou.
Dinastia dos Severos (193-235): várias crises internas e pressões externas exercidas pelos bárbaros (os povos que ficavam além das fronteiras) pronunciaram o fim do Império Romano, a partir do século III da era cristã.
Alguns fatores contribuíram para a crise do império: colapso do sistema escravista, a diminuição da produção e fluxo comercial e a pressão dos povos que habitavam as fronteiras do Império (bárbaros).
A partir do ano 235, o Império começou a ser governado pelos imperadores-soldados (que tinham como principal objetivo combater as invasões).
Com a ascensão de Diocleciano no poder, em 284, o Império foi dividido em dois: Oriente (governado por ele mesmo) e Ocidente (governado por Maximiniano). Cada um deles era ajudado por um imperador subalterno – o César. Diocleciano acreditava que essa estrutura de poder (Tetrarquia) aumentava a eficiência do Estado e facilitava a defesa do território.Diocleciano tomou várias medidas para controlar a inflação.
Seu sucessor (Constantino) governou de 313 até 337.
Constantino legalizou o cristianismo e fundou Constantinopla – para onde transferiu a sede do governo, além de ter abolido o sistema de tetrarquia.
A partir do século IV, uma grave crise econômica deixou o Império enfraquecido e sem condições de proteger suas fronteiras, isso fez com que o território romano fosse ameaçado pelos bárbaros que aos poucos invadiram e dominaram o Império Romano do Ocidente formando vários reinos (Vândalos, Ostrogodos, Visigodos, Anglo-Saxões e Francos).
Em 476 (ano que é considerado pelos historiadores um marco divisório entre a Antiguidade e a Idade Média), o Império Romano do Ocidente desintegrou-se restando apenas o Império Romano do Oriente (com a capital situada em Constantinopla é também conhecido como Império Bizantino – por ter sido construído no lugar onde antes existia a colônia grega de Bizâncio), que ainda se manteve até o ano de 1453 quando Constantinopla foi invadida e dominada pelos turcos.
Durante toda a Idade Média, Roma manteve parte da sua antiga importância, mesmo com a população reduzida. Era apenas uma modesta cidade quando foi eleita capital da Itália em 1870.
A civilização romana deixou para a cultura ocidental uma herança riquíssima.
- A legislação adotada hoje em vários países do mundo tem como inspiração o Direito criado pelos romanos
- Várias línguas (inclusive o português) derivaram do latim falado pelos romanos
- Arquitetura
- Literatura
Arte e Arquitetura Romana - História da Arte e Arquitetura Romana
ArteA arte romana mais primitiva remonta à derrocada dos reis etruscos e ao estabelecimento da república no ano de 509 a.C. Para a História, o final da arte romana e por conseguinte o início da arte medieval coincidem com a conversão do imperador Constantino ao cristianismo e com a mudança da capital do Império de Roma para Constantinopla, no ano 330. Entretanto, tanto o estilo romano como a sua temática pagã continuaram sendo representados durante séculos, reproduzidos freqüentemente em imagens cristãs.
Tradicionalmente, a arte romana é dividida em dois períodos: a arte da Roma republicana e a da Roma imperial (do ano 27 a.C. em diante), com subdivisões correspondentes aos imperadores mais importantes ou às diferentes dinastias. Na época da república, o termo romano estava praticamente restrito à arte realizada na cidade de Roma, que conserva o rastro de seu passado etrusco. Pouco a pouco, a arte libertou-se de sua herança etrusca, graças à expansão pela Itália e pelo Mediterrâneo e ao fato de os romanos terem assimilado outras culturas, como a grega.
Durante os dois últimos séculos antes do nascimento de Cristo, surgiu uma maneira tipicamente romana de construir edifícios, realizar esculturas e pintar. Entretanto, devido à extraordinária extensão geográfica do Império de Roma e às suas diversas colônias, a arte e a arquitetura romanas foram sempre ecléticas e se caracterizaram por empregar estilos distintos atribuídos aos gostos regionais e às preferências de seus mecenas.
A arte romana não é somente a arte dos imperadores, senadores e patrícios, mas também a de todos os habitantes do vasto império romano, incluindo a classe média dos homens de negócios, os homens livres ou plebeus e os escravos e legionários da Itália e suas províncias. Curiosamente, apesar de existir uma grande quantidade de exemplos escultóricos, pictóricos, arquitetônicos e decorativos, conhecemos poucos nomes de seus artistas e arquitetos. Geralmente, os monumentos romanos foram realizados mais para homenagear os seus mecenas do que para expressar a sensibilidade artística de seus criadores.
Arquitetura
Podemos ter uma clara idéia da arquitetura romana através dos impressionantes vestígios dos edifícios públicos e privados da Roma antiga e graças aos escritos da época, como o De Architectura, um tratado de dez volumes compilado por Vitrúvio no fim do século I a.C.
Os templos romanos foram o resultado de uma combinação de elementos gregos e etruscos: planta retangular, teto de duas águas, vestíbulo profundo com colunas livres e uma escada na fachada dando acesso ao pódio ou à base. Os romanos conservaram as tradicionais ordens gregas (dórica, jônica e coríntia), mas inventaram outras duas: a toscana, uma espécie de ordem dórica sem estrias na fuste, e a composta, com um capitel criado a partir da mistura de elementos jônicos e coríntios. A Maison Carrée, da cidade francesa de Nimes (c. 16 d.C.), é um excelente exemplo da tipologia romana templária.
Na península Ibérica, subsistem alguns restos arqueológicos de templos da época romana. Na Espanha, podem ser encontrados nas cidades de Barcelona, Mérida (dedicado à deusa Diana), Córdoba (colunas da rua Claudio Marcelo) e Sevilha. Em Portugal, destacam-se o templo de Egitânia (provavelmente dedicado a Júpiter ou Vênus), o de Évora (ou Diana) e o de Almofala (em Figueira de Castelo Rodrigo).
O Vesúvio entrou em erupção no ano 79 a.C. e atirou cinza quente, pedras e poeira de carvão sobre a cidade de Pompéia. Esta ficou coberta por uma camada de cinza de 4 m de espessura e permaneceu enterrada durante mais de 1.500 anos. Os arqueólogos começaram a escavar em Pompéia no século XVIII. Entre os restos encontrados, encontra-se o Foro, que aparece aqui, e vários templos, tribunais e palácios que constituíam o centro administrativo da cidade
Os teatros e os anfiteatros romanos apareceram pela primeira vez no final do período republicano. Diferentemente dos teatros gregos, situados em declives naturais, os teatros romanos foram construídos sobre uma estrutura de pilares e abóbadas e, dessa maneira, puderam ser instalados no coração das cidades. Os teatros de Itálica e de Mérida foram realizados nos tempos de Augusto e de Agripa, respectivamente. O mais antigo anfiteatro conhecido é o de Pompéia (75 a.C.) e o maior é o Coliseu de Roma (70-80 d.C.). Na Hispânia romana, destacam-se os anfiteatros de Mérida, Tarragona e Itálica. Os circos ou hipódromos também foram construídos nas cidades mais importantes; a praça Navona de Roma ocupa o lugar de um circo construído durante o reinado de Domiciano (81-96 d.C.).
As cidades grandes e as pequenas tiveram termas ou banhos públicos (thermae). As termas (75 a.C.) próximas do foro de Pompéia são um excelente exemplo dos modelos mais antigos. Durante o Império, essas estruturas, comparativamente modestas, foram se transformando progressivamente, tornando-se mais grandiosas. Exemplos posteriores, como os banhos de Caracala (c. 217 d.C.) em Roma, chegavam a ter bibliotecas, tendas e enormes espaços públicos cobertos com abóbadas e decorados com estátuas, mosaicos, pinturas e estuques.
Entre os diversos projetos de construções públicas dos romanos, a rede de pontes e calçadas, que facilitaram a comunicação através de todo o império e os aquedutos, que levavam água às cidades a partir dos mananciais próximos (como Pont du Gard, ano 19 d.C., próximo a Nimes), são os mais extraordinários.
Em Portugal, são bons exemplos o aqueduto de Olisipo (do qual o aqueduto das Águas Livres, de D. João V, parece seguir boa parte do percurso), o de Conímbriga e os sistemas de captação de água interligados a uma arquitetura industrial presentes em Tróia de Setúbal. Já na Espanha, os mais destacados são a ponte de Alcântara, em Cáceres, e o famoso aqueduto de Segóvia.
Escultura
Ao longo de toda Roma, as estátuas e os relevos escultóricos adornaram os edifícios públicos e privados. De fato, algumas construções romanas foram pouco mais do que suportes monumentais para a escultura. Os arcos do triunfo, levantados em todas as partes do Império, destacam-se como monumentos entre os mais importantes. Embora quase nenhum dos grandes grupos escultóricos instalados nesses arcos tenha resistido à passagem do tempo, essas construções tinham como finalidade original servir de suporte para estátuas honoríficas.
Entre os arcos mais importantes, destacam-se, em Roma, o de Tito (c. 81 d.C.), no Foro romano, e o de Constantino (315 d.C.). Na Espanha, foram conservados os arcos de Bará, em Tarragona, o de Caparra, na cidade antiga de Capeta (Cáceres), e o de Medinaceli, em Sória, cuja construção remonta ao fim do século I d.C. Também foram erguidas colunas historiadas, com frisos em baixo-relevo em espiral, relatando com grande riqueza de detalhes as campanhas militares dos romanos. A primeira e a maior delas foi a do foro de Trajano (113 d.C.) construída em Roma pelo arquiteto Apolodoro, de Damasco. Os relevos históricos adornaram também grandes altares como o Ara Pacis de Augusto (fechado em Roma do 13 ao 9 a.C.). Restaram poucas estátuas em bronze e quase nenhuma em ouro ou prata, já que muitas delas foram fundidas na Idade Média e períodos posteriores. Uma das poucas que existe é a estátua eqüestre em bronze (c. 175 d.C.) do imperador Marco Aurélio na praça do Capitólio em Roma.
O retrato escultórico romano, em que se destaca a estátua de Constantino (c. 315 d.C.-330 d.C.), compõe um dos grandes capítulos na história da arte antiga. O conceito simbólico das imagens continuou no período da Roma imperial, tal como revelam as imagens de Augusto.
Pintura
Restaram poucos quadros dessa época, mas, pela literatura antiga, sabe-se que os artistas romanos trabalharam uma grande variedade de temas, entre os quais se incluem acontecimentos históricos, mitos, cenas da vida cotidiana, retratos e natureza-morta.
A pintura mural está bem documentada, sobretudo em Pompéia e nas demais cidades soterradas no ano 79 d.C. pela lavas do vulcão Vesúvio. Distinguem-se quatro etapas denominadas estilos pompeianos. O primeiro estilo (120 a 80 a.C.) baseia-se na decoração grega de interiores e às vezes é chamado de estilo de incrustação, pois suas pinturas sobre o gesso foram utilizadas para imitar o aspecto dos muros de mármore polidos.
O objetivo do segundo estilo (80 a 15 a.C.) era criar, através da perspectiva, uma ilusão espacial que o prolongava além da superfície do mural. O terceiro estilo (15 a.C. a 63 d.C.) é uma pintura delicada na qual o ilusionismo do segundo estilo foi suprimido em favor de arabescos lineares sobre fundos monocromáticos. No quarto estilo (63 a 79 d.C.), os motivos arquitetônicos voltaram a se tornar populares; mas dessa vez a perspectiva lógica foi relegada a um plano secundário, sendo substituída por estruturas fantásticas, impossíveis de construir.
Considerado o maior poeta da Roma antiga, Virgílio, que viveu entre os anos 70 e 19 a.C. compôs a Eneida, poema épico de caráter mitológico, durante os últimos 11 anos da sua vida. Moldada como a Ilíada e a Odisséia, do poeta grego Homero, foi a primeira obra-prima do estilo épico. Numerosos escritores posteriores a tomaram como modelo, tanto nos temas como nas técnicas, e renderam-lhe homenagem em seus textos e desenhos. Esta pintura de 1469 representa o autor escrevendo o poema Geórgicas (36-29 a.C.) diante da estátua da deusa grega Artemis.
Mosaicos
Em todas as partes do Império, encontram-se mosaicos romanos. Oscilam dos modelos abstratos de tesselas brancas e negras até ambiciosas composições figurativas policromáticas, como o grande chão da casa de Fauno em Pompéia. Recentes escavações descobriram as formosas abóbadas em estuque na Casa Farnesina (20 a.C.) e na tumba dos Pancratii em Roma (160 d.C.). Na Espanha e em Portugal, ainda há diversos mosaicos da época romana. Entre os espanhóis, vale destacar os de Mérida, o dos Sete Sábios e os da casa de Mitreo e os de Ampúrias em Gerona, que retratam O sacrifício de Ifigênia. Entre os portugueses, os melhores exemplos são os das termas Augustanas, os da casa de Cantaber e os encontrados em outros pontos de Conímbriga, alguns em exposição no Museu Monográfico local.
Fonte: HISTÓRIA DO MUNDO
Vejam como surgiu o Calendário.
Como surgiu o calendário?
O calendário romano baseava-se no ciclo lunar e tinha 304 dias divididos em 10 meses -- seis com 30 dias e quatro com 31. Naquela época, a semana tinha oito dias e só passaria a ter sete no ano 321 d.C. Foi Rómulo quem nomeou os primeiros quatro meses do calendário romano de martius, aprilis, maius e junius. Os meses seguintes foram simplesmente contados em latim: quintilis, sextilis, septembre, octobre, novembre e decembre.
Como esse calendário não estava alinhado com as estações do ano, que duram cerca de 91 dias cada uma, por volta do ano 700 a.c., o rei Numa, que sucedeu Rómulo no trono, decidiu criar mais dois meses: janus e februarius. Embora as estações estejam ligadas ao ciclo solar, o novo calendário romano continuou a seguir o ciclo lunar, mas passou a ter 354 dias (seis meses de 30 dias e seis de 29).
Durante o império de Júlio César, por volta do ano 46 a.c., o calendário sofreu mais mudanças. Os senadores romanos mudaram o nome do mês quintilius para Julius, para homenagear o imperador. O calendário passou a orientar-se pelo ciclo solar, com 365 dias e 6 horas. O chamado calendário juliano foi uma tentativa de entrar em sintonia com as estações.
Foi criada uma rotina em que por três anos seguidos o calendário deveria ter 365 dias. No quarto ano, ele passaria a ter 366 dias, pois, após quatro anos, as 6 horas que sobravam do ciclo solar somavam 24 horas, isto é; mais um dia. Estava estabelecido o ano bissexto. Além dos meses alternados de 31 e 30 dias (excepto fevereiro, que tinha 29 dias ou 30 em anos bissextos), passou-se a considerar janeiro, e não março, o primeiro mês do ano.
Mais tarde, quando o mês sextilius passou a ser chamado de Augustus, decidiu-se que o mês em homenagem ao imperador Augusto não poderia ter menos dias que o mês dedicado a Júlio César. Um dia de februarius foi então transferido para Augustus -- por isso hoje o mês de fevereiro tem 28 dias (ou 29 em anos bissextos). Para evitar que houvesse três meses seguidos com 31 dias, o total de dias dos meses de septembre a decembre foi trocado: setembro e novembro ficaram com 30 dias, outubro e dezembro com 31.
No fim do século 16 descobriu-se que o ciclo solar não tinha 365 dias e 6 horas redondas mas 365 dias, 5 horas, 49 minutos e 16 segundos. Com alguns ajustes, passou a vigorar o calendário gregoriano (introduzido por ordem do papa Gregório XIII), usado hoje em quase todo o mundo. Só que os astrónomos do nosso tempo concluíram que, na verdade, o ano tem 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46,04 segundos! Mais uma pequena mudança (só são bissextos os anos de mudança de século que divididos por 9 tenham resto igual a 2 ou 6 -- por isso o ano 2000 foi bissexto) e chegamos ao modelo actual de calendário.
E assim vamos contando o nosso tempo...
Contando com os romanos
De todas as civilizações da Antigüidade, a dos romanos foi sem dúvida a mais importante. Seu centro era a cidade de Roma. Desde sua fundação, em 753 a.C., até ser ocupada por povos estrangeiros em 476 d.C., seus habitantes enfrentaram um número incalculável de guerras de todos os tipos.
Inicialmente, para se defenderem dos ataques de povos vizinhos; mais tarde nas campanhas de conquistas de novos territórios. Foi assim que, pouco a pouco, os romanos foram conquistando a península Itálica e o restante da Europa, além de uma parte da Ásia e o norte de África.
Apesar de a maioria da população viver na miséria, em Roma havia luxo e muita riqueza, usufruídas por uma minoria rica e poderosa. Roupas luxuosas, comidas finas e festas grandiosas faziam parte do dia-a-dia da elite romana. Foi nesta Roma de miséria e luxo que se desenvolveu e aperfeiçoou o número concreto, que vinha sendo usado desde a época das cavernas. Como foi que os romanos conseguiram isso?
I V X L C D M Como será que eles combinaram estes símbolos para formar o seu sistema de numeração? O sistema de numeração romano baseava-se em sete números-chave: I tinha o valor 1. V valia 5. X representava 10 unidades. L indicava 50 unidades. C valia 100. D valia 500. M valia 1.000.
Quando apareciam vários números iguais juntos, os romanos somavam os seus valores.
II = 1 + 1 = 2 XX = 10 + 10 = 20 XXX = 10 + 10 + 10 = 30
Quando dois números diferentes vinham juntos, e o menor vinha antes do maior, subtraíam os seus valores.
IV = 4 porque 5 - 1 = 4 IX = 9 porque 10 – 1 = 9 XC = 90 porque 100 – 10 = 90
Mas se o número maior vinha antes do menor, eles somavam os seus valores.
VI = 6 porque 5 + 1 = 6 XXV = 25 porque 20 + 5 = 25 XXXVI = 36 porque 30 + 5 + 1 = 36 LX = 60 porque 50 + 10 = 60
Ao lermos o cartaz, ficamos sabendo que o exercíto de Roma fez numa certa época MCDV prisioneiros de guerra. Para ler um número como MCDV, veja os cálculos que os romanos faziam:
Em primeiro lugar buscavam a letra de maior valor. M = 1.000
Como antes de M não tinha nenhuma letra, buscavam a segunda letra de maior valor.
D = 500
Depois tiravam de D o valor da letra que vem antes.
D – C = 500 – 100 = 400
Somavam 400 ao valor de M, porque CD está depois e M.
M + CD = 1.000 + 400 = 1.400
Sobrava apenas o V. Então:
MCDV = 1.400 + 5= 1.405
Os milhares Como você acabou de ver, o número 1.000 era representado pela letra M. Assim, MM correspondiam a 2.000 e MMM a 3.000. E os números maiores que 3.000? Para escrever 4.000 ou números maiores que ele, os romanos usavam um traço horizontal sobre as letras que representavam esses números. Um traço multiplicava o número representado abaixo dele por 1.000.
Dois traços sobre o M davam-lhe o valor de 1 milhão. O sistema de numeração romano foi adotado por muitos povos. Mas ainda era difícil efetuar cálculos com este sistema. Por isso, matemáticos de todo o mundo continuaram a procurar intensamente símbolos mais simples e mais apropriados para representar os números.
E como resultado dessas pesquisas, aconteceu na Índia uma das mais notáveis invenções de toda a história da Matemática: O sistema de numeração decimal.
II - 2
III - 3
IV - 4
V - 5
VI - 6
VII - 7
VIII - 8
IX - 9
X - 10
XI - 11
XII - 12
XIII - 13
XIV - 14
XV - 15
XVI - 16
XVII - 17
XVIII - 18
XIX - 19
XX - 20
XXX - 30
XL - 40
L - 50
LX - 60
LXX - 70
LXXX - 80
XC - 90
C - 100
CC - 200
CCC - 300
CD - 400
D - 500
DC - 600
DCC - 700
DCCC - 800
CM - 900
M - 1000
MM - 2000
Exemplos:Número arábico Número Romano
1900 MCM
1950 MCML
1975 MCMLXXV
2000 MM
Os numerais I, X e C, escritos à direita de numerais maiores, somam-se seus valores aos desses numerais.
Exemplos:
VII = 7 ( 5 + 2 )
LX = 60 ( 50 + 10 )
LXXIII = 73 (50+20+3)
CX = 110 (100+10)
CXXX = 130 (100+30)
MCC = 1.200 (1.000+200)
Os numerais I, X e C, escritos à esquerda de numerais maiores, subtraem-se seus valores aos desses numerais.
Exemplos:
IV = 4 (5-1)
IX = 9 (10-1)
XL = 40 (50-10)
XC = 90 (100-10)
CD = 400 (500-100)
CM = 900 (1.000-100)
Colocando-se um traço horizontal sobre um ou mais numerais, multiplica-se seu valor por 1.000.
Exemplos:
V = 5.000
IX = 9.000
X = 10.000
Fonte: ANTÔNIO MARMO DE OLIVEIRA e Matemática do IGGE
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ALGARISMOS ROMANOS
- Por Matemática
- Publicado 25/10/2007
- Matemática
- Nota:
De todas as civilizações da Antigüidade, a dos romanos foi sem dúvida a mais importante. Seu centro era a cidade de Roma. Desde sua fundação, em 753 a.C., até ser ocupada por povos estrangeiros em 476 d.C., seus habitantes enfrentaram um número incalculável de guerras de todos os tipos.
Inicialmente, para se defenderem dos ataques de povos vizinhos; mais tarde nas campanhas de conquistas de novos territórios. Foi assim que, pouco a pouco, os romanos foram conquistando a península Itálica e o restante da Europa, além de uma parte da Ásia e o norte de África.
Apesar de a maioria da população viver na miséria, em Roma havia luxo e muita riqueza, usufruídas por uma minoria rica e poderosa. Roupas luxuosas, comidas finas e festas grandiosas faziam parte do dia-a-dia da elite romana. Foi nesta Roma de miséria e luxo que se desenvolveu e aperfeiçoou o número concreto, que vinha sendo usado desde a época das cavernas. Como foi que os romanos conseguiram isso?
O sistema de numeração romano
Os romanos foram espertos. Eles não inventaram símbolos novos para representar os números; usaram as próprias letras do alfabeto.I V X L C D M Como será que eles combinaram estes símbolos para formar o seu sistema de numeração? O sistema de numeração romano baseava-se em sete números-chave: I tinha o valor 1. V valia 5. X representava 10 unidades. L indicava 50 unidades. C valia 100. D valia 500. M valia 1.000.
Quando apareciam vários números iguais juntos, os romanos somavam os seus valores.
II = 1 + 1 = 2 XX = 10 + 10 = 20 XXX = 10 + 10 + 10 = 30
Quando dois números diferentes vinham juntos, e o menor vinha antes do maior, subtraíam os seus valores.
IV = 4 porque 5 - 1 = 4 IX = 9 porque 10 – 1 = 9 XC = 90 porque 100 – 10 = 90
Mas se o número maior vinha antes do menor, eles somavam os seus valores.
VI = 6 porque 5 + 1 = 6 XXV = 25 porque 20 + 5 = 25 XXXVI = 36 porque 30 + 5 + 1 = 36 LX = 60 porque 50 + 10 = 60
Ao lermos o cartaz, ficamos sabendo que o exercíto de Roma fez numa certa época MCDV prisioneiros de guerra. Para ler um número como MCDV, veja os cálculos que os romanos faziam:
Em primeiro lugar buscavam a letra de maior valor. M = 1.000
Como antes de M não tinha nenhuma letra, buscavam a segunda letra de maior valor.
D = 500
Depois tiravam de D o valor da letra que vem antes.
D – C = 500 – 100 = 400
Somavam 400 ao valor de M, porque CD está depois e M.
M + CD = 1.000 + 400 = 1.400
Sobrava apenas o V. Então:
MCDV = 1.400 + 5= 1.405
Os milhares Como você acabou de ver, o número 1.000 era representado pela letra M. Assim, MM correspondiam a 2.000 e MMM a 3.000. E os números maiores que 3.000? Para escrever 4.000 ou números maiores que ele, os romanos usavam um traço horizontal sobre as letras que representavam esses números. Um traço multiplicava o número representado abaixo dele por 1.000.
Dois traços sobre o M davam-lhe o valor de 1 milhão. O sistema de numeração romano foi adotado por muitos povos. Mas ainda era difícil efetuar cálculos com este sistema. Por isso, matemáticos de todo o mundo continuaram a procurar intensamente símbolos mais simples e mais apropriados para representar os números.
E como resultado dessas pesquisas, aconteceu na Índia uma das mais notáveis invenções de toda a história da Matemática: O sistema de numeração decimal.
ALGARISMOS ROMANOS
I - 1II - 2
III - 3
IV - 4
V - 5
VI - 6
VII - 7
VIII - 8
IX - 9
X - 10
XI - 11
XII - 12
XIII - 13
XIV - 14
XV - 15
XVI - 16
XVII - 17
XVIII - 18
XIX - 19
XX - 20
XXX - 30
XL - 40
L - 50
LX - 60
LXX - 70
LXXX - 80
XC - 90
C - 100
CC - 200
CCC - 300
CD - 400
D - 500
DC - 600
DCC - 700
DCCC - 800
CM - 900
M - 1000
MM - 2000
Exemplos:
1900 MCM
1950 MCML
1975 MCMLXXV
2000 MM
Os numerais I, X e C, escritos à direita de numerais maiores, somam-se seus valores aos desses numerais.
Exemplos:
VII = 7 ( 5 + 2 )
LX = 60 ( 50 + 10 )
LXXIII = 73 (50+20+3)
CX = 110 (100+10)
CXXX = 130 (100+30)
MCC = 1.200 (1.000+200)
Os numerais I, X e C, escritos à esquerda de numerais maiores, subtraem-se seus valores aos desses numerais.
Exemplos:
IV = 4 (5-1)
IX = 9 (10-1)
XL = 40 (50-10)
XC = 90 (100-10)
CD = 400 (500-100)
CM = 900 (1.000-100)
Colocando-se um traço horizontal sobre um ou mais numerais, multiplica-se seu valor por 1.000.
Exemplos:
V = 5.000
IX = 9.000
X = 10.000
Fonte: ANTÔNIO MARMO DE OLIVEIRA e Matemática do IGGE
| Afresco da Antiguidade mostra Roma no apogeu do império |
Primeiro um centro do imenso Império Romano e depois como sede da cristandade, a cidade de Roma exerceu uma influência sem par na história do Ocidente. Sua história mistura lenda e realidade e até seu próprio nome constitui um enigma: pode ter sido derivado de "stroma" (cidade do rio), do etrusco "Ruma" (cúmulo, multidão), ou do seu lendário fundador Rômulo.
| O editor de A Relíquia encaminhando-se para o Coliseu (ao fundo) |
Com relação a sua fundação, a lenda diz que um filho de Marte foi enviado à terra para fundar uma cidade que mudaria a face do mundo. Rômulo e seu irmão Remo, filhos da sacerdotisa Réia Silvia, descendentes do guerreiro troiano Enéias, foram deixados em uma cesta nas águas do rio Tibre. Amamentado por uma loba, Rômulo sobreviveu, cresceu, fundou a aldeia-fortaleza de Roma Quadrata e depois matou seu irmão.
| as ruínas do Coliseu,o maior anfiteatro da antiguidade, construído por Vespasiano em 72 d.C. cujo verdadeiro nome é anfiteatro Flávio |
No começo, Roma foi governada por sete reis. Pela Via Salária, uma estrada cujo nome vem do transporte de sal do litoral, e que cortava o rio e os pântanos, chegaram os etruscos que contribuíram para construir a Roma gloriosa que depois surgiria. A dinastia etrusca iniciou-se no governo de Tarquínio Prisco, e sua civilização floresceu entre os séculos VII e VI a.C., alcançando grande desenvolvimento comercial, militar, cultural e artístico. Entretanto, devido à falta de unidade política e às sucessivas guerras contra os gregos, os etruscos foram derrubados pela aristocracia romana.
| Vista de Roma com o Vaticano (Praça São Pedro) em primeiro plano. |
A importância política de Roma crescia e em 270 a.C. praticamente toda a Itália estava sob o poder romano, surgindo assim, o maior Estado do mundo ocidental com uma população de 4 milhões de habitantes. Logo, o domínio se estendeu para além das fronteiras da península itálica e as famosas legiões romanas conquistaram um imenso império que se estendeu até o Oriente. Com a anexação da Ásia Menor, transformada em província em 133 a.C., o Estado Romano conseguiu, em pouco mais de 50 anos, se converter numa potência internacional sem rival em todo o mundo da época. O ápice do império romano foi atingido no governo de Augusto.
A lenta decadência de Roma teve como causas as lutas internas, a própria imensidão do império e suas excessivas despesas militares, os imperadores corruptos (Calígula, Nero e Cláudio), o nascimento do cristianismo e a pressão dos bárbaros nas fronteiras. No ano 313 Constantino reconhece a vitória do cristianismo e em 380 Teodósio o declara única religião do império. Primeiro com Alarico e depois com Átila, os povos bárbaros atacaram Roma, incendiaram a cidade, reduzindo-a a uma cidade secundária do império bizantino. Neste ínterim, crescia e se consolidava o poder do papado que havia se estabelecido em Roma, fazendo dela a capital mundial do cristianismo.
No século IX, quando o papa Leão III coroou Carlos Magno como imperador do Sagrado Império Romano, pareceu que a antiga glória estaria de volta. Pura ilusão: uma longa batalha entre a Igreja e a nobreza feudal, entre o papado e o império (batalha pelas investiduras), acabaria por extenuar Roma. Em 1309, o papa foi obrigado a se transferir para Avignon, onde permaneceu até 1377. Durante a Idade Média, Roma foi ocupada militarmente várias vezes.
Sede oficial do papado, Roma foi o principal foco de um dos maiores movimentos artístico-filosófico-científicos que a História já presenciou: o Renascimento. Grandes pontífices como Julio II e Leão X ajudaram a criar a grande Roma Renascentista e depois barroca, onde surgiram monumentos e obras de arte de excepcional esplendor, graças a artistas como Bramante, Miguel Ângelo e Rafael, entre outros; e construtores de palácios e igrejas, como Bernini e Borromini. A Roma barroca com suas fontes, palácios, jardins e monumentos, é o que de melhor existe na civilização ocidental. Nos séculos que se seguiram à queda do império, Roma firmou cada vez mais o seu prestígio de grande cidade, condição que lhe valeu os títulos de "Capital do Mundo" e "Cidade Eterna".
Logo após o Cisma Ocidental (1378-1417), Roma se torna a sede da nova República. Em 1798 é invadida pelos franceses, Napoleão retira a autoridade do papado e Pio X é deportado para a França. Segue uma breve restauração e logo depois o papa Pio X recupera o poder. Com o "Risorgimento", o pontífice é novamente obrigado a fugir, nascendo a República do triunvirato de Mazzini. Em 1870, as forças da unificação italiana entram em Roma e acabam com o poder temporário dos papas, elevando a cidade a capital da Itália. Durante meio século se desenvolve uma surda guerra entre o papado e o Estado Italiano, que acabará com o Pacto Lateranenses de 1929, quando o fascismo já começava a dominar a Itália. O papa regressa como chefe do cristianismo universal e como monarca do menor Estado do mundo, a Cidade do Vaticano. O regime fascista de Mussolini tenta devolver a Roma sua glória antiga, demolindo construções e construindo estádios, estradas e monumentos, mais acaba mergulhando a cidade e o país na Segunda Guerra Mundial. Terminado o conflito, Roma se notabilizou pelo crescimento urbanístico, pela restauração dos monumentos e obras de arte, pela conservação das ruínas do antigo império e por escavações de sítios arqueológicos, que proporcionaram o ressurgimento de preciosidades. Enfim, se torna capital do cinema italiano, um grande centro turístico, uma potência econômica e uma metrópole cosmopolita.
Roma é o cenário perfeito para uma viagem inesquecível, uma cidade romântica e cheia de histórias contada em cada monumento, em cada rua, em cada edifício, em cada sítio. História como a da Igreja de Sant'Agnese in Agone, construída no século XVIII pelo papa Inocêncio X, no local onde existia, no ano 300 a.C., um dos maiores bordéis de Roma, e para onde teria sido levada a jovem Agnes, cristã que foi martirizada pelos romanos. Exposta nua aos clientes do bordel, diz a lenda que os seus cabelos cresceram milagrosamente, escondendo seu corpo. Quase toda construção romana repousa sobre uma lenda. Nas próximas edições de A Relíquia vamos fazer um "passeio" pelas ruas de Roma, descrever suas maiores atrações e, claro, contar suas histórias, que são muitas...
Como surgiu o ritual do casamento
Não se sabe ao certo em que ano, mas vêm de lá as primeiras notícias de mulheres vestirem-se especialmente para a ocasião.
Prendiam aos cabelos flores brancas (símbolo de felicidade e longa vida) e ramos de espinheiro (afasta os maus espíritos), além de se perfumarem com ervas-aromáticas.
Virou tradição e desde então o figurino da noiva ganhou novos símbolos, entre eles o véu, uma referência à deusa Vesta (da honestidade), que na mitologia Greco – romana era a protetora do lar.
Na era medieval o vermelho foi a cor nupcial preferida, simbolizava sangue novo para a continuação da família numa celebração acompanhada de muito ouro.
Com a chegada de uma nova classe social, a dos burgueses, cria-se um código para sinalizar se a mulher era virgem: casar-se de branco.
Avançados para sua época, os romanos foram os primeiros a propor uma união de direito, instituindo a monogamia e a liberdade da noiva se casar espontaneamente, diante de juízes, testemunhas e com as garantias da lei.
Os casamentos então eram feitos na igreja reunindo além dos noivos, pais e convidados para a troca de alianças, e depois todos participavam de uma festa dada pelos pais da noiva, tudo com muito luxo.
Veremos o significado das cores, na vida de cada um.
Significado das Cores
É um fato que as cores têm uma grande influência psicológica sobre o ser humano. Existem cores que se apresentam como estimulantes, alegres, optimistas, outras serenas e tranquilas, entre outras.
Assim, quando o Homem tomou consciência desta realidade, aprendeu a usar as cores como estímulos para encontrar determinadas respostas e, a cor que durante muito tempo só teve finalidades estéticas, passou a ter também finalidades e funcionalidades práticas.
É possível pois, compreender a simbologia das cores e através delas dar e receber informações.
Vejamos alguns exemplos de Psicodinâmica das Cores:
A cor está tão presente na nossa vida e no nosso quotidiano, que nem nos apercebemos disso…Consegue por acaso, imaginar um mundo a preto e branco?
As cores fazem parte de nossa vida desde o nascimento. Através da cor, definimos o mundo que nos rodeia, aquilo que nos agrada ou que nos desagrada. As cores influenciam nossa conduta, revelam o nosso estado de espírito, o nosso estado de saúde e até mesmo as nossas emoções.
Algumas cores deixam-nos mais felizes, outras fazem-nos mergulhar na melancolia.
lgumas relaxam, distraem e outras nos ajudam a sintonizar as nossas energias.
As cores influenciam diretamente o humor das pessoas.
Existem diversas experiências que comprovam a influência das cores no comportamento das pessoas.

As cores podem ter influência psicológica sobre o ser humano, algumas cores estimulam, outras tranquilizam, pois são captadas pela visão e transmitidas para o cérebro e consequentemente refletem impulsos e reações para o corpo.
Durante muitos anos estudos foram feitos sobre as reações que as cores provocam nos seres humanos. Podemos por exemplo assinalar que o vermelho provoca atenção, esta associada com o sangue e a luta…Vamos dar uma olhada nas diferentes sensações e significados que as cores produzem:
Vermelhos: Excitação, alta energia, estimulação, sexo, estimulação, provocação e perigo. O vermelho ativa e estimula, significa elegância, paixão, conquista, requinte e liderança.
Rosa: Doçura, juventude, romantismo. O rosa significa romance, sensualidade, beleza.
Laranja: Convite, energia, amizade. A cor laranja além de significar movimento, espontaneidade, tolerância, gentileza, é uma cor estimulante.
Amarelo: Sugere uma temperatura morna, sol, claridade, brilho, felicidade.
Esta cor amarela desperta, traz leveza, descontração, otimismo. Simboliza criatividade, juventude e alegria.
Marron: Riqueza, opulência, durabilidade, estabilidade, assim como sugere terra e rusticidade. O marrom associa-se a estabilidade, constância, significa responsabilidade e maturidade.
Azul: Frio, serenidade, quietude. A cor azul produz segurança, compreensão. Propicia saúde emocional e simboliza lealdade, confiança e tranquilidade.
Verde: Fresco, saudável, refrescante, natural. O verde simboliza esperança, perseverança, calma, vigor e juventude.
Violeta: Sensual, elegante, misterioso, espiritual. A cor violeta significa sinceridade, dignidade, prosperidade, respeito.
Neutros-Cinzentos: Qualidade, quietude, clássico, natural, atemporal. A cor cinza promove equilíbrio e estabilidade.
Branco: Limpo, puro, inocente, brilhante. O branco remete a paz, sinceridade, pureza, verdade, inocência, calma
Preto: Forte, clássico, elegante, misterioso, poderoso. O preto permite a auto-análise, a introspeção, pode significar também dignidade, está associado ao mistério.
Abra os olhos, olhe atenciosamente à sua volta…Sinta o prazer de podermos ver o mundo com seus incontáveis matizes de cores e utilize essa habilidade para criar as mais belas obras de arte
Não esqueça o significado das cores quando pense em pintar um quadro…Recorde que as cores escolhidas podem criar efeitos interessantíssimos no observador, e dai o sucesso ou fracasso nas suas obras.
PONHA MAIS CORES EM SUA VIDA !
COR DA ROUPA
Vermelho é o grande vitalizador do espectro solar. Na cromoterapia, esta cor está associada ao aumento dos glóbulos vermelhos do sangue e produz o ferro. Eleva a pressão sanguínea e acelera a respiração.
Amarelo : O centro do Universo...
Verde : A cor da deusa...
Violeta : A cor da prece
Para muitos, o azul é a cor de maior propriedade terapêutica.
Seu efeito calmante é tão intenso que se torna um ótimo analgésico. Tem efeito também lubrificante e antisséptico, limpando as impurezas do organismo ( se usado em lâmpada).
Os antigos afirmavam que essa cor aliviava a dor porque elevava o indivíduo.
É a cor do céu, do mundo espiritual, por isso possibilita o desprendimento do mundo físico e da realidade restrita.
O azul é a cor da amplidão e do sonho. Ele nos guia para novos horizontes.
Boa para pessoas muito irritadas e para os que sofrem de insônia.
É bom ter um abajur com luz azul no quarto, desde que não fique aceso a noite toda. Só por alguns minutos.
É inegável o efeito das cores sobre o nosso emocional . É uma forma de linguagem não verbal que transmite mensagens sensoriais bastante fortes e eficazes .
A publicidade se utiliza desse recurso para induzir-nos ao consumo , sem que tenhamos consciência disso !
Vamos entender um pouco mais dessa estratégia e colocá- la , também , à nosso serviço ?
Como uma psicoterapêuta , que é uma outra forma correta de se nomear uma psicóloga , não desmereço o valor das terapias complementares !
Carmen Marina
Ultimamente o branco vem perdendo espaço nas paredes das casas e empresas, que vem aos poucos ganhando cor e vida
A melhor forma de avaliar qual cor fica melhor para sua casa é saber o significado de cada uma deles.

O amarelo é uma cor que contribui para a felicidade. É brilhante, alegre, e simboliza o luxo. É como estar em festa a cada dia.
E para os que ainda tem preconceito com essa cor, vejam como esses ambientes ficaram.

É uma cor que combina bem com o vermelho, roxo, verdes e alaranjados. Além disso temos a combinação preto – branco – amarelo, que fica muito bem na composição.

O azul é uma cor fresca, tranqüilizante, que se associa com a parte mais intelectual da mente. O azul-marinho nos faz sentir descontraídos e calmos. O azul claro e o azul-celeste nos fazem sentir calmos e protegidos de todo o alvoroço das atividades do dia. Também é aconselhável contra a insônia. Mas cuidado, demasiado azul escuro pode produzir depressão.





O vermelho simboliza o poder, é a cor que se associa com a vitalidade e a ambição.Contribui também para a confiança em si mesmo, a coragem e uma atitude otimista ante a vida.

São muitas as opções de texturas, cores, grafiato, gel, gesso etc. Abaixo citamos alguns links que podem ser bem úteis na decisão de qual o melhor a usar.
A mais de cem anos a humanidade vem usando a cor com a intensidade que vem usando hoje. O número de cores e pigmentos conhecidos antes do século XIX eram muito reduzido, e tinham origem orgânica. Por essa razão eram de difícil aquisição, e somente aqueles com bons fundamentos financeiros poderiam adquiri-los. A utilização de derivados do alcatrão, bem como de óxidos metálicos, alteraram bastante o processo de elaboração das cores.
Cada indivíduo reage de diferentes formas a determinada cor, dependendo de sua intensidade, luminosidade e saturação. Entretanto os pisicólogos estão de comum acordo quando atribuem certos significados a determinadas cores que são básicas para qualquer indivíduo que vive dentro de nossa cultura.
As cores constituem estímulos psicológicos para a sensibilidade humana, influindo no indivíduo, para gostar ou não de algo, para negar ou afirmar, para se abster ou agir. Muitas preferências sobre as cores se baseiam em associações ou experiências agradáveis tidas no passado, e portanto, torna-se difícil mudar a preferência sobre as mesmas.
A ciência experimental permitiu determinar fatos, formular hipóteses e teorias, solucionar problemas atribuídos à natureza humana, seja no seu aspecto psíquico, seja no fisiológico.
As cores fazem parte da vida do homem porque são vibrações do cosmo que penetram em seu cérebro, para continuar vibrando e impressionando sua psique, para dar um som e um colorido ao pensamento e às coisas que o rodeiam; enfim, para dar sabor à vida, ao ambiente. É uma dádiva que lhe oferece a natureza na sua existência na terrena.
Portanto eis o que os cientistas estabelecem a respeito do significado psicológico das cores:
Sensações Acromáticas
Branco:
Associação material: batismo, casamento, cisne, lírio, primeira comunhão, neve, nuvens em tempo claro, areia clara.
Associação afetiva: ordem, simplicidade, limpeza, bem, pensamento, juventude, otimismo, piedade, paz, pureza, inocência, dignidade, afirmação, modéstia, deleite, despertar, infância, alma, harmonia, estabilidade.
A palavra banco nos vem do germânico blank (brilhante). Simboliza a luz, e nunca é considerado cor, pois de fato não é. Se para os orientais é a morte, o fim, o nada. Representa também, para nós ocidentais, os vestíbulo do fim, isto é , o medo ou representa um espaço (entrelinhas).
Preto:
Associação material: sujeira, sombra, enterro, noite, carvão, fumaça, condolência, morto, fim, coisas escondidas.
Associação afetiva: mal, miséria, pessimismo, sordidez, tristeza, desgraça, dor, temor, intriga.
Deriva do latim niger (escuro, preto, negro). Nós utilizamos o vocábulo “preto”, cuja etimologia é controvertida. É expressivo e angustiante ao mesmo tempo. É alegre quando combinado com certas cores. As vezes tem conotação de nobreza, seriedade.
Cinza:
Associação material: pó, chuva, ratos, neblina, máquinas, mar sob tempestade.
Associação afetiva: tédio, tristeza, decadência, velhice, desânimo, seriedade, sabedoria, passado, finura, pena, aborrecimento,carência vital.
Do latim cinicia (cinza) ou do germânico (gris, cinza); nós utilizamos o termo de origem latina. Simboliza a posição intermediária entre a luz e a sombra. Não interfere junto as cores em geral.
Vermelho:
Associação material: rubi, cereja, guerra, lugar, sinal de parada, perigo, vida, Sol, fogo, chama, sangue, combate, lábios, mulher, ferida, rochas vermelhas, conquista, masculinidade.
Associações afetivas: dinamismo, força, baixeza, energia, revolta, movimento, barbarismo, coragem, furor, esplendor, intensidade, paixão, vulgaridade, poderio, vigor, glória, calor, violência, dureza, excitação, ira, interdição, emoção, ação, agressividade, alegria, comunicativa, extroversão.
Vermelho nos vem do latim vermiculos (verme, inseto). Desta se extrai uma substância escarlate, o carmim, e chamamos a cor de carmesim [do árabe : qimezi (vermelho bem vivo ou escarlate)]. Simboliza uma cor de aproximação, de encontro.
Laranja (corresponde ao vermelho moderado):
Associação material: outono, laranja, fogo, pôr do Sol, luz, chama, calor, festa, perigo, aurora, raios solares, robustez.
Associação afetiva: força, luminosidade, dureza, euforia, energia, alegria, advertência, tentação, prazer, senso de humor.
Laranja origina-se do persa narang, através do árabe naranja. Simboliza o flamengar do fogo.
Amarelo:
Associação material: flores grandes, terra argilosa, palha, luz, topázio, verão, limão, chinês, calor de luz solar.
Associação afetiva: iluminação, conforto, alerta, gozo, ciúme, orgulho, esperança, idealismo, egoísmo, inveja, ódio, adolescência, espontaneidade, variabilidade, euforia, originalidade, expectativa.
Amarelo deriva do latim amaryllis. Simboliza a cor da luz irradiante em todas as direções.
Verde:
Associação material: umidade, frescor, diafanidade, primavera, bosque, águas claras, folhagem, tapete de jogos, mar, verão, planície, natureza.
Associação afetiva: adolescência, bem estar, paz, saúde, ideal, abundância, tranqüilidade segurança, natureza, equilíbrio, esperança, serenidade, juventude, suavidade, crença, firmeza, coragem, desejo, descanso, liberalidade, tolerância, ciúme.
Verde vem do latim viridis. Simboliza a faixa harmoniosa que se interpões entre o céu e o o Sol. Cor reservada e de paz repousante. Cor que oferece o desencadeamento de paixões.
Verde Azulado:
Associação afetiva: persistência, arrogância, obstinação, amor próprio, elasticidade da vontade.
Azul:
Associação material: montanhas longínquas, frio, mar, céu, gelo, feminilidade, águas tranqüilas.
Associação afetiva: espaço, viajem, verdade, sentido, afeto, intelectualidade, paz, advertência, precaução, serenidade, infinito, medição, confiança, amizade, amor, fidelidade, sentimento profundo.
Azul tem origem no árabe e no persa lázúrd, por lazaward (azul). É a cor do céu sem nuvens. Dá a sensação de movimento para o infinito.
Roxo:
Associação material: noite, janela, igreja, aurora, sonho, mar profundo.
Associação afetiva: fantasia, mistério, profundidade, eletricidade, dignidade, justiça, egoísmo, grandeza, misticismo, espiritualidade, delicadeza, calma.
Roxo nos vem do latim russes (vermelho-carregado). Cor que possui um forte poder microbicida.
Marrom:
Associação material: terra, águas lamacentas, outono, doença, sensualidade, desconforto.
Associação afetiva: pesar, melancolia, resistência, vigor.
Marrom, do francês marron (castanho).
Púrpura:
Associação material: vidência, agressão, furto, miséria.
Associação afetiva: engano, calma, dignidade, auto controle, estima, valor.
Púrpura deriva do latim purpura. Simboliza a dignidade real, cardinalícia.
Violeta:
Associação afetiva: engano, miséria, calma, dignidade, auto controle, violência, furto, agressão.
Violeta é diminutivo do provençal antigo viula (viola). Essa cor possui bom poder sonífero.
Vermelho alaranjado:
Associação material: ofensa, agressão, competição, operacionalidade, locomoção.
Associação afetiva: desejo, excitabilidade, dominação, sexualidade.
Fonte: Trabalho de Metodologia Visual do curso de Design, da Universidade do Vale do Itajaí, ”PSICOLOGIA DAS CORES”, SILVIO EDUARDO T. SANTOS.
O amarelo representa luz, vida, ação e poder. Sob aspectos psicológicos é considerada a cor da raiva, repulsa, do atrevimento, dos impulsos e da falsidade. Em paradoxo, por se relacionar com o Sol, significa alegria, bom humor. Por ser uma cor associada à luz solar, parece não ter nenhum limite. É uma cor quente e expansiva, que ativa a mente e abre-a para novas idéias. O amarelo é uma cor ativa, expansiva, ambiciosa, excêntrica e inquiridora. Está ligada a certos estados d'alma, como a euforia, a variabilidade, a expectativa e a espontaneidade. Também está relacionada com a originalidade, a mente radiante e a franqueza.
Ela torna mais sensível a consciência e nos deixa mais alertas; sua vibração também ajuda as pessoas que têm dificuldades para a aprendizagem, pois é uma cor que favorece a intelectualidade. O amarelo alimenta o ego e pode estimular e iluminar os recessos mais profundos da mente. As pessoas que se sentem bem consigo mesmas costumam adorar essa cor. Ela nos ajuda a assimilar conhecimentos e expande a consciência de uma realidade maior fazendo até com que as pessoas percam seu senso de limite. Psicologicamente, o amarelo está ligado à liberação da carga da responsabilidade excessiva, à redução da inquietação, da ansiedade e das preocupações. Tudo de um modo suave, mas não inconseqüente.
Amarelo-ouro Onde há muita luz, esta cor cintila proporcionando uma sensação de magnificência.
Amarelo-claro Alguns tons pálidos do amarelo proporcionam uma sensação de espaço e de exaltação mental. Mas, os tons excessivamente pálidos também podem exaurir as energias; semelhante ao Sol, que nos dias frios de inverno é mais fraco e não tem a mesma luminosidade e calor.
Amarelo-escuro Cor que exerce um efeito negativo sobre nós, criando uma sensação de pessimismo e negatividade em relação ao próximo.
Amarelo-mostarda Cor associada à fraude, ao engano, à perda de vitalidade. Em roupas, pode dar a sensação de que a pessoa está pálida ou com pouca energia.
Cinza Trata-se de uma cor inteiramente neutra e isenta de qualquer capacidade de influenciar o ser humano, já que é o equilíbrio entre o branco e o preto. O cinza não emite estímulo psicológico e, em qualquer tonalidade que se apresente, não produz nem tensão nem relaxamento: é neutro. Transmite, assim, essa mesma neutralidade que dá a sensação de equilíbrio e estabilidade. As pessoas que tem atração pelo cinza sentem necessidade de buscar o equilíbrio, a redução de conflitos psicológicos e pode estar carente de energia vital, procurando se isolar do mundo ou não se identificando com os padrões e valores mundanos. São pessoas tranqüilas, distantes, precavidas.
A cor preta transmite a sensação de renúncia , entrega, abandono e introspecção. Sua condição de total ausência de cores a relaciona simbolicamente com a idéia do nada, do vazio. Por isso, expressa a concepção abstrata do zero, da negação, do espaço infinito, do não ser, do não. O preto significa também o destino e a morte, favorece a auto-análise e permite um aprofundamento do indivíduo no seu processo existencial. Uma pessoa que gosta desta cor é considerado sofisticada, séria, autoritária, impressionante, digna, seca, misteriosa, desconhecida. E também são vistas como estranhas, distantes, taciturnas, procurando a renúncia e o isolamento. É a cor predileta de monges e outros tipos de religiosos, pois permite um maior contato com o inconsciente e com a vida interior. Ambientalmente, quando associada a outras cores modifica o efeito destas, realçando seus tons. É a cor que reflete menos luz. Portanto, não é considerada uma cor primordial.
O vermelho é uma cor ativa e estimulante que produz impulsividade, avidez, excitabilidade, impulso sexual e desejo. Vermelho é calor, energia, sensualidade. Aumenta a tensão muscular, ativa a respiração, estimula a pressão arterial. É cor indicada para pessoas introspectivas, retraídas. O uso dessa cor revela uma pessoa vigorosa, ativa e enérgica, geralmente com natureza afetuosa, apaixonada, impulsiva e corajosa, mas que também pode ser dominadora ou irada. O vermelho pode ainda traduzir ódio, desejo de vingança, malícia. O uso do vermelho favorece a força de vontade, a conquista, a vitória, a glória e a liderança. Sua contemplação estimula à ação, à luta, à conquista. Ele faz a pessoa sentir-se intrépida, ousada, poderosa, corajosa. Em excesso perturba o sistema nervoso, dependendo de suas variações de tonalidade. É a cor das pessoas detentoras de magnetismo pessoal e de grande força vital psíquica ou orgânica. São pessoas dinâmicas, empreendedoras e às vezes, instáveis; e em casos extremos, violentas.
O azul é uma cor suave, que produz calma, tranqüilidade, ternura, afetuosidade, paz e segurança. Ela favorece as atividades intelectuais e a meditação. A contemplação de azul determina profundidade, sentimento de penetração no infinito, sensação de leveza e contentamento. É a cor preferida das pessoas calmas, seguras, equilibradas e leais. O azul estimula na personalidade a doçura, a parcimônia, a sensatez e a ternura. É uma cor passiva, concêntrica, perceptiva, sensível, incorporativa e unificadora. É a cor da compaixão, e também uma cor feminina, da paz de espírito, da ética, da integridade e da confiança. Favorece a criação e a manutenção de um clima ou ambiente calmo e organizado em residências ou locais de trabalho. Daí ser conveniente pintar as paredes de azul em locais sujeitos a muita tensão, atritos e desavenças. Num sentido mais profundo, o azul é a cor da nossa identificação com o planeta, que visto do espaço é de um azul indescritível. Em suas tonalidades mais escuras, o azul é relacionado ao infinito profundo e à eternidade; em seus tons mais claros, ao êxtase místico. Quando existe aversão ao azul ou mesmo medo do azul índigo ou profundo, isso pode significar confusão e instabilidade psicomental, inquietação, ansiedade, inconstância, orgulho e rebeldia, além da necessidade insatisfeita de realização emocional. Como com todas as cores, existem muitos tons e matizes de azul que irradiam diferentes energias e nos afetam de diferentes maneiras. Precisa ser usado com cuidado e discernimento, do contrário, pode criar um ambiente frio. Use sempre uma cor quente acompanhando-o. Azul em demasia faz com que a pessoa fique indiferente e retraída; mas o azul ajuda a baixar a pressão sangüínea e a reduzir o stress e a tensão. Também pode deixar-nos com sono.
Azul escuro(puro) Esta é a cor favorita do ser confiante, conservador, responsável, confiável, tranqüilo, introspectivo, perspicaz, intuitivo, inteligente e sábio. O uso do azul pode ser muito eficaz e pode causar em nós um efeito profundo. Ele traz à tona o melhor das pessoas; aquelas que se entregam ao engano, à mentira ou à desonestidade começam, quando cercadas por essa cor, a sentir-se culpadas e a mudar de comportamento. Quando usado com o amarelo, o azul ativa a mente e a intuição. Usado com o vermelho, ele faz manifestar as emoções e fortalece as opiniões. Com o rosa, traz à tona o lado afetuoso da nossa natureza. O azul-escuro com cor-de-pêssego estimula a criatividade; o azul-escuro com o laranja faz aumentar a capacidade de comunicação e estimula a verdadeira responsabilidade - que a pessoa seja verdadeira consigo mesma e com o que sente e quer e não com o que acha que tem de ser! A energia do azul escuro remove as impurezas, clareando as percepções.
Índigo (azul escuro violetado) O índigo pode trazer à tona velhos medos; apesar de ser uma cor natural, ele parece quase preto e nos afeta as emoções e os pensamentos mais profundos. Sua vibração é muito forte.
Azul-claro (azul misturado com branco) É a cor favorita do ser pacífico, afetuoso, carinhoso, idealista, comunicativo, sincero, criativo, perseverante. O uso desta cor pode estar associado com tons quentes de rosa ou laranja, pois sozinho ou com o branco ele pode criar uma sensação de frieza, e muitas vezes leva à introspecção.
Azul esverdeado (cor terciária) Produz uma sensação de sofisticação, criatividade, exigência, ordem e egocêntrismo.
Turquesa (azul misturado com verde, de intensidade viva) É uma cor extremamente relaxante e repousante, mas deve ser usada sempre acompanhada de uma cor quente para assegurar o equilíbrio. E maravilhosa como cor principal de uma decoração e ajuda a reduzir rapidamente o stress. O turquesa contém azul e verde, ambas cores relaxantes por si mesmas.
Azul alfazema Cor que desperta a pessoa para o sentido mais profundo e para seu propósito de vida.
Laranja é uma cor alegre e densa formada pela mistura de duas outras cores: o amarelo e o vermelho. Sua ação é intermediária a essas cores, sendo mais fraca que o vermelho e mais forte que o amarelo. Esta cor estimula a pessoa a despertar para os seus potenciais, a defender o próprio ponto de vista e a ser mais confiante. Cor estimulante da conversação; é a cor da vitalidade, da criatividade e da afetividade. Os tons mais pálidos do laranja nos fazem relaxar e torna-nos mais parecidos com aquilo que realmente somos. As pessoas se sentem mais capazes de se comunicar, e muitas descobrem que estão dispostas a usar sua criatividade, se ainda não o fazem. As pessoas que gostam desta cor geralmente são calorosas, criativas, alegres, imediatistas, positivas, expressivas e sensuais.
Laranja claro (misturado com branco) É uma cor que proporciona uma sensação de conforto, alegria e expressividade. Se você introduzir essa cor na sua casa ou local de trabalho, começará a se sentir bem consigo mesmo. A energia do laranja fortalece a expressividade - desde que você tenha uma idéia clara do que quer conseguir - assim, esta cor lhe dará energia para ir em frente e obter sucesso. Todos os artistas criadores adoram usar essa cor, especialmente com o azul, que é um ótimo complemento para ela. Veja a página Cores e combinando cores para saber como empregá-los adequadamente.
Laranja escuro (misturado com preto) Enquanto o laranja claro nos dá vigor e vitalidade, os tons escuros da cor laranja podem ter um efeito negativo, mais sedativo. Misturando o preto com o laranja obtém-se o marrom, cor que na natureza é maravilhosa, mas que deveria ser evitada na decoração, a não ser que seja a natural coloração de um material (ver tópico tratando do marrom). O laranja escuro pode criar uma atmosfera deprimente, e não deve jamais ser usado na decoração. Causa também uma sensação de desamparo e insegurança.
Laranja (tonalidade pêssego) Para uma tonalidade como esta é necessário o laranja e o rosa pálido misturados. A cor pêssego ativa os impulsos criativos e induz a melhorar os relacionamentos. Quando utilizada com o azul-escuro, estimula a criatividade.
A “comunicação” ou “entrada e saída” do fluxo energético entre o nosso ser físico e o universo se dá através de pequenos “exaustores” colocados na camada imediatamente sobreposta à matéria do nosso corpo, que são os chakras.
Os chakras principais, localizados do púbis ao topo da cabeça e contados de baixo para cima, formam uma espécie de “canal central” desta comunicação que chamaremos de espinha dorsal energética.
Através dos chakras podemos detectar desequilíbrios de qualquer parte do circuito e equilibrá-los. Esse trabalho poderá ser feito com os cristais, as cores e as mãos, juntos ou em separado.
Os chakras podem ser equilibrados também através do uso de cristais e pedras que possuem as devidas cores recomendadas, ou então pode-se mentalizar as cores e ainda usar o emprego de lâmpadas coloridas, que devem ser de no máximo 40W e o seu uso não deve ultrapassar três minutos, mantenha as lâmpadas sempre a oito centímetros de distância dos chakras.
PRIMEIRO CHAKRA – BÁSICO (MULADHARA)
Localização – Chakra da base ou sexual, raiz, ou fundamental, centro do osso púbico. Na base da coluna vertebral, básico, reto, cólon, na altura dos orgãos genitais (órgãos reprodutores), em cima do púbis, em cima do útero, sacro.
Cores – preto, vermelho, fumê.
Características – Traz o indivíduo para a realidade, ajuda na concentração, capacidade de realizar, energia física, “pique”, capacidade de criar, sexualidade, agressividade, raiva, capacidade de ação, ligação com qualquer tipo de raiz. Desbloqueia a energia e ajuda a derreter o isolamento
Sintomas de excesso de vermelho – febre, excesso de agressividade, de atividade física, de trabalho, sexualidade descontrolada.
Antídoto – verde ou azul.
Sintomas da falta do vermelho – desânimo, estafa, frigidez, falta de iniciativa, falta de atitude.
Área física – sangue, coluna, sistema nervoso, órgãos genitais, ânus, glândulas endócrinas.
Pedras – No primeiro chakra pode-se utilizar da cor vermelha, preta, e o fumê entre os pés, ou sob os pés, simultaneamente. As pedras pretas só devem ser utilizadas se tiverem veios na sua formação estrutural (como a turmalina) ou riscos de cor, nunca use a cor preta lisa, porque ela rebate a energia negativa, devolvendo-a ao ambiente. Já as pedras que tem “caminhos”, captam a energia negativa e agem como um transformador, devolvendo-as ao ambiente como energias positivas, recicladas. Para não se ter um excesso de vermelho nesse chakra, usamos o azul ou violeta juntamente com o vermelho. Turmalina preta, quartzo fumê (cinza ou marrom), rubi, rubilita - não é inteiramente vermelha mas contém muitos pegmentos vermelhos, granada vermelha – estimula a concretização. Muitas pedras vermelhas são pintadas, portanto cuidado. Outras pedras: obsidiana, ônix preto, pirita, hematita, rodonita, granada.
Aroma – Cravo.
SEGUNDO CHAKRA – UMBILICAL (SUADHISHTHANA)
Localização – Aproximadamente três dedos abaixo do umbigo, cavidade pélvica, pontos da virilha, intestinos, rins, baço, fígado, à esquerda do abdômem, abaixo da décima costela.
Cor – laranja, vermelho, pode ser usado multicolorido com predominância do amarelo.
Características – Reduz a depressão, fortalece a autoconfiança, reequilibra a área renal, intestinal e sexual, capacidade de fazer amigos, estabelecer relações emocionais, modo de encarar o cotidiano, liberação da criatividade através da emoção, herança familiar na expressão emocional, sexualidade, alta procriação da alma. Enfatiza a energia sexual. Ajuda a integrar o sexual com o espiritual durante o sexo.
Área física – pele, glândulas mamárias, ovários, rins, próstata, testículos, órgãos reprodutores.
Sintomas da falta do laranja – cólicas de intestino ou rins, intestino preso ou solto.
Pedras – Ágata, calcita laranja, quartzo laranja, citrino marrom ou dourado, âmbar, rubi, granada, cornalina.
Planeta – Plutão, Marte.
Signo – Áries, Escorpião.
Aroma – Sândalo.
TERCEIRO CHAKRA – PLEXO SOLAR ou ESTÔMAGO (MANIPURA)
Localização – Na altura do estômago, cavidade abdominal, boca do estômago, baço, órgãos digestivos.
Glândula – supra-renais.
Cor – amarelo, dourado, laranja.
Características – Ameniza distúrbios digestivos e promove alegria. Consciência do ser e do querer, autocontrole, realização de desejos, felicidade, alegria de viver, progresso material, afirmação do ego, poder pessoal, sabedoria, prosperidade, assimilação de experiências. Confiança e calor. Ajuda na intuição e escolher as coisas certas. Dá alegria e é vitalizante.
Área física – digestão, respiração, diafragma, dilatação, contração, veias, adrenalina, pele, estômago, duodeno, pâncreas, úlcera, gastrite, asma, alergia, câncer.
Sintomas da falta de amarelo – pessoas que não estão de bem com a vida.
Pedras – Citrino amarelo, diamante amarelo, topázio, malaquita, peridoto, apatita, enxofre, calcita.
Planeta – Sol, Saturno.
Signo – Leão, Capricórnio.
Aroma – Âmbar e Alecrim.
QUARTO CHAKRA – CARDÍACO (ANAHATA)
Localização – Centro do peito, cavidade torácica, entre os mamilos, na direção do coração.
Glândula – Timo.
Cor – rosa, verde e dourado.
Características – Gera calor suavemente, alivia a tensão e desatmoniza, equilibra as emoções, liberação de trauma emocionalmente reprimido, consciência alma/coração, expressão do amor em ações, amar a si próprio e aos outros, auto-estima, auto-valorização, afetividade, mágoas, carências, coração. Ajuda a curar as feridas do coralcão e transformar o amor em amor incondicional. Ajuda também os sentidos.
Área física – coração, sistema imunológico, gânglios linfáticos, timo, costela, pulmões.
Pedras – Quartzo rosa, turmalina rosa, rodocrosita, jade rosa, quartzo verde, esmeralda, turmalina verde, aventurina, peridoto, malaquita, dioptásio, kunzita, morgonita, pedra-da-lua, opala.
Planeta – Lua, Vênus.
Signo – Câncer, Touro, Libra.
Aroma – Rosa.
QUINTO CHAKRA – LARÍNGEO (VISHUDDHA)
Localização – pescoço, voz, na altura da garganta ou da nuca, local em que os ossos da clavícula se encontram, Laringe.
Glândulas – tiróide e paratiróide.
Cor – azul, azul-celeste, turquesa, prateado, verde e azul claro.
Características – Aumenta a expressão verbal, ameniza a dor de cabeça, acalma a febre, comunicação, expressão, harmonia nas áreas material, emocional e mental, capacidade de verbalização e expresso da verdade. Lucidez e expansão. Ajuda a contactar com a intuição e inspiração.
Área física – No meio da garganta, tiróide, nervos, ouvidos, músculos tensos nestas áreas, paratiróide.
Pedras – Turquesa, todas as pedras de tom azul ou cristal branco biterminado (de duas pontas), água marinha, turmalina azul, sílica-gema, crisocola, celestita (celestina), amazonita, ágata azul rendada.
Planeta – Mercúrio, Urano.
Signo – Virgem, Gêmeos, Aquário.
Aroma – Eucalipto.
SEXTO CHAKRA – FRONTAL ou 3º OLHO (AJNA)
Localização – terceiro olho, entre as sobrancelhas, testa.
Cor – violeta, azul, branca, índigo, roxo.
Características – Supera a dor física, liga o homem à espiritualidade, acalma a mente, ver com clareza mental e espiritual, intuição, contato com energias do campo astral, clarividência, harmonia entre o ser humano e o ser superior, estado mental equilibrado, devoção. Desbloqueia o terceiro olho, solta velhos padrões de pensamento e melhora a concentração.
Área física – glândula pituitária, cérebro, ouvido, olhos, nariz, centros cerebrais superiores.
Pedras – Ametista, turmalina, fluorita, cianita, lápis-lazúli, sodalita, água-marinha, azurita, safira, sugilita.
Planeta – Júpiter, Netuno.
Signo – Sagitário, Peixes.
Aroma – Menta e Jasmim.
SÉTIMO CHAKRA – CORONÁRIO (SAHASRATA)
Localização – coroa ou coronário, parte superior central da cabeça, centros cerebrais mais elevados, localizado no topo da cabeça.
Cor – Branca, violeta, dourada, límpido.
Características – Equilíbrio e iluminação, favorece a clareza em geral, compreende todo o espectro das cores, fortalece o corpo e a mente como um todo, realização total, consciência plena, total sintonia com as energias cósmicas, perfeita plenitude, espiritualização e iluminação, unidade com Deus, paz e sabedoria.
Área física – cérebro, sistema nervoso, glândula pineal, cegueira, caspa, enxaqueca, aliviar tensão, relaxar.
Pedras – Quartzo branco, cristais de quartzo, pérola, calcita, ametista, quartzo branco ou fumê rutilados – o branco diretamente sobre o chakra e o fumê deve ser colocado no ambiente ou na mão, sempre abaixo da cintura. Trabalhar em conjunto com as cores amarela, laranja, preta ou fumê, diamante, selenita, topázio verde, heliodoro.
Aroma – Lótus e Mirra.
CHAKRA DO PÉ
Localização – na planta dos pés, bem no meio, são chakras de base.
Cor – preta ou fumê.
Características – realidade terrena, compreensão da vida, provoca segurança.
Pedras – turmalina negra, quartzo fumê.
CHAKRA DA MÃO
Localização – nas palmas das mãos.
Cor – branca.
Características – instrumento de energização, dando o poder de retirar, colocar e fazer circular.
Pedras – quartzo branco.
Cor do ouro, simboliza riqueza, bens materiais, dinheiro, realeza e sabedoria, também se relaciona ao Sol e a luz, vida, alegria, força, glória, entusiasmo, luminosidade, mentalidade, poder e o vigor da mente. Estimula a inteligência e o lado racional. É usada para: dificuldades digestivas, gases, alergia alimentar, fígado, diabetes, hipoglicemia, exaustão mental, tristeza, dificuldades respiratórias, relaxamento, autoconfiança, equilíbrio, atrair riqueza, tratar de negócios, resolver relacionamentos, aprendizado, não levar em conta as opiniões dos outros, medos. Não é usada para: pessoas com excesso de ego, autoritárias, impositivas, superioridade, perfeccionismo. Estimulante, intelecto, criatividade, saúde, confiança, estudos, vocação, inteligência, afasta mal humor e pensamentos negativos, usar quando precisar raciocinar, em uma prova escolar, intestino, depressão, desespero, pele, melancolia, planeta sol, alimentos: gema de ovo, manteiga, abacaxi, limão, banana e melão. Produtos antifadiga, são estrategicamente, apresentados em amarelo ou laranja em suas embalagens. Óleo de sândalo ou de neroli (flores verdes da laranja amarga).
AMARELA CLARA
Energia fortificante que atua nos nervos, músculos e tecidos, além de ajudar na desintegração de pedras e formações arenosas.
AMARELA ESCURA OU INTENSA
É um tônico poderoso que vibra nos tecidos de maior sensibilidade, os ouvidos por exemplo.
ARCO-ÍRIS
Simboliza a união entre o céu e a terra. Na mitologia grega associava-se a Íris, mensageira dos Deuses.
AZUL
Cor do céu e da água, representa a pureza, a transparência, a paz, a harmonia, a verdade e a fidelidade, inspiração, tranquilidade, compreensão, espiritualidade, serenidade, esperança, devoção, calma, intuição, sinceridade, amor pelas obras de Deus e piedade. Seu sentido negativo é a frieza. É usada para: lucidez, clareza espiritual, problemas de garganta e ouvido, inflamações, queimaduras, irritações de pele, febre, stress, problemas de dente e gengiva, azias e irritações digestivas, nervosismo, dor nas costas, hemorróidas, pressão alta causada por tensão, infecção vaginal, agressividade, excitação, violência. Não é usada para: paralisias, má circulação, desânimo, cansaço físico, falta de ativação, fortes resfriados. Relaxante, sabedoria, poder oculto, meditação, verdade, tranquilidade, dinheiro, problemas de visão, audição, paladar e olfato, infecções, dor de cabeça, vômitos, quando estiver com febre usar um cobertor azul, usar lençol azul pois é relaxante, quando estiver com insônia usar uma lâmpada azul no abajur, planeta Júpiter, alimentos: peixe, vitela, aspargos e batatas. Óleo essencial de rosa ou de laranja, para a pele irritada ou avermelhada, é também descongestionante.
AZUL CLARA
Energia equilibradora, regeneradora e calmante, que vibra nos sistemas nervoso e muscular da pele. Pacientes excitados precisam de ambientes forrados de azul e violeta, cores que esfriam e relaxam.
AZUL ESCURA
Como recurso terapêutico esta cor é eficiente para a lubrificação das articulações, assim como do aparelho digestivo.
BRANCA
É a cor da pureza, da luminosidade, da perfeição, limpeza, inocência, estado de graça e da paz. Ela não tem contra indicações, serve para tudo principalmente como equilibradora de energia, pode ser usada valendo por qualquer outra cor. Deve-se trabalhar em conjunto com amarela, laranja, fumê, ou preta. É usada para: olheiras, caspa, enxaqueca, medo, tensão, relaxamento, ensinar a humildade, atrair energia cósmica. Espiritualidade, aquisições elevadas, sinceridade, harmonia, para que o homem possa conquistar seu aperfeiçoamento, planeta lua.
CINZA
Simboliza a morte (a cinza é tudo o que resta de algo que não existe mais), mas também representa a ressurreição, a purificação e a penitência. Também representa o equilíbrio entre o consciente e o inconsciente. Traz maturidade e sensatez, planeta Saturno.
DOURADA
Proteção invisível, atrai influências superiores.
FUMÊ
É usada para: concretização, de por o pé na terra, dá afinidade com a função de enraizamento, para dissolver bloqueios soltando o emocional por trás das áreas doloridas. Não é usada para: pessoas que estão todo o tempo com o pé no chão, voltadas para matéria e excessivamente sexualizadas.
ÍNDIGO
A função coagulante se destaca, sua área de vibração é a corrente sanguínea.
LARANJA
Energizador, regenerador de fraquezas ósseas e traumatismos musculares. Confere cura, vitalidade, alegria, criatividade e liberação de inibições e condicionamentos passados. É usada para: doenças de rins, intestino preso, espasmos musculares na área, falta de leite materno, desânimo, problemas menstruais e de ovários, alergias de fundo emocional, repressão e inibição, timidez, sensibilidade excessiva, ressentimentos guardados, auto-negação, emoções engolidas, culpas não digeridas, problemas sexuais, gases. Não é usada para: excesso de sexualidade e energia, sexualidade distorcida, agressividade, egocentrismo, ambição, explosões emocionais. Excitante, age como pacificador, favorecendo a harmonia com outras pessoas, vida, alegria, força, entusiasmo, sucesso, usada para conseguir um emprego, ou ajudar, a influenciar a pessoa com quem terá a entrevista, combate o pessimismo, aumenta a sensualidade e o otimismo, planeta sol, alimentos: abóbora, cenoura, pêssego, damasco, milho, manga e laranja. Óleo de tangerina ou de limão, para o busto.
LAVANDA
Representa a espiritualidade, pureza, proteção, calma, delicadeza e a natureza.
LILÁS
Pormove proteção e limpeza do ambiente, confere ambém transmutação e transformação de carmas. É uma cor completa.
MARROM
Representa solidariedade, praticidade, solidez e certeza, mantem as pessoas com os pés nos chão, atrai os elementais.
PRETA
Faz iluminar o subconsciente, o nosso lado negro, fortifica as boas ideias que estão por nascer. É a fonte de tudo, é como o útero que guarda tudo o que está para nascer em nossas vidas. Significa proteção e transformação, é a cor do isolamento do homem no mundo, no sentido de alcançar a elevação espiritual. Em seu sentido negativo, está associado à morte, à escuridão, ao vazio, a tristeza e ao luto. É usada para: angústia, medo, falta de pé no chão, dificuldades de concretização, transformação de energias negativas em positivas, proteção, dissolver bloqueios, inveja, ciúmes, ressentimentos, limpar ambientes, combater medos, pesadelos, visões, ativar o instinto de sobreviver, reduzir neuroses e harmonizar problemas de fígado. Não é usada para: pessoas que estão todo o tempo com os pés no chão, pessoas muito voltadas para a matéria e pessoas excessivamente sexualizadas.
PÚRPURA
Representa luxo, poder, idealismo, personalidade e ambição, dignidade, força, espiritualidade, capacidade psíquica superior.
PRATEADA
Remove as forças negativas, abre as portas do plano astral e espiritual e funciona também como transformador.
ROSA
É sempre apontada como um símbolo positivo, de pureza, amor, harmonia, romance e é o símbolo das associações complexas. Eleva a vibração do amor e ao mesmo tempo, suaviza e acalma. Confere amor incondicional, beleza, graça, harmonização e moralidade. É usada para: problemas físicos e emocionais relacionados com o coração, raiva, amor próprio, acalmar, paz e harmonia interna e externa, purgar as mágoas, perdoar, consolar. Não tem contra-indicações, beleza, moralidade, artes em geral, música, planeta Vênus.
ROSA CLARA
Energia aceleradora e eliminadora de impurezas com foco na corrente sanguínea. Óleo de sálvia.
ROSA ESCURA
É poderoso cauterizador e desobstruidor.
RUBI
Confere dinamismo, força, coragem, vontade de ir à luta, proteção divina e sempre que tiver urgência. Só não se deve usar para um doente, pois a cor é excitante. Planeta regente: Marte.
VERDE
Associa-se a natureza, ao frescor e a vida, representa também a esperança, a iluminação, calma, bucolismo, imortalidade, juventude eterna, florescência, estabilidade, prazer, germinação, produção de alegria, abundância, fertilidade, equilíbrio, vida, sabedoria dos mestres espirituais, verdade, saúde, cura, energização, lucidez, memória fértil e fertilidade. É usada para: pressão alta ou baixa, fadiga, dificuldade de respiração, insônia, paranoia, câncer, ajudam a rejuvenescer, acaba com a auto-piedade, com a indecisão e o medo de ser ferido. Não tem contra-indicação, calmante, energia natural, age como sedativo, ótimo para a saúde em geral, irritações, também pode ser usado no lençol, planeta Vênus, alimentos: legumes verdes, saladas, ervilhas, espinafre. Óleo de cânfora, eucalipto ou tomilho, para acne.
VERDE CLARA
Anti-séptico, anti-inflamatório, relaxante e como energia reparadora nas artérias, veias, nervos, músculos e aparelho digestivo.
VERDE ESCURA
É um agente anti-infeccioso, com atuação na estrutura óssea.
VERMELHA
Representa a vida, ativa as emoções e os impulsos sexuais, dá uma força à coragem e ao sucesso. Por lembrar o fogo e o sangue é a cor da ação, da energia vital, defesa contra ataques. Está também relacionada a sexualidade, as paixões, a destruição e o ódio. Também representa a vida física, energia, geração, criação, emoções fortes e incontroláveis, sexi por natureza, fogo transbordante, calor e vivacidade, coragem, vigor, amor e exuberância, dinamismo, estímulo e entusiasmo. É usada para: depressão, medo, fraqueza, falta de energia, pressão baixa, pele fraca, infertilidade, fraqueza pós parto, anemia, má circulação, impotência, fraqueza de menopausa (alternar com azul por causa dos calores típicos nesta fase), falta de menstruação, falta de agressividade e de iniciativa. Não é usada para: doenças nervosas, agitações, hiperatividade, febre, úlceras, pressão alta, inflamações, rubores da face, sexualidade excessiva, egoísmo e agressividade, energizante, estimula o espírito para provas físicas, força, levanta o astral, dá sensação de poder e autoconfiança, não é usado para doentes, resfriados, asma, temores de frio, planeta marte, alimentos: figo, ameixa, cereja, rabanete, beterraba, carne, pimentão vermelho, tomate e uva. Óleo de vetiver, para celulite. Deprimidos se recuperam com mais velocidade em quartos vermelhos. Ambientes vermelhos podem causar um aumento de 17% nas pulsações cardíacas.
VIOLETA
Representa o equilíbrio, a espiritualidade, a fidelidade, a evolução, o crescimento espiritual, a luz, paz, cura, a transmutação, compaixão, liberdade e amor. É o sétimo raio e proporciona a cura espiritual. Lembra também a simplicidade. É usada para: dores, diarreias, exaustão psíquica, autoritarismo, orgulho excessivo, egoísmo, apego ao material, falta de clareza mental, proteção, regeneração, perfeito equilíbrio. Cauterizadora e bactericida, atua nos processos inflamatórios e nas infecções. Não é usada para: depressão, esquizofrenia, excesso de misticismo e religiosidade, excesso de ingenuidade ou credulidade. Obs. Equilibrar com laranja, preto ou fumê, desperta a intuição, cura espiritual, transcendência, é a cor da transmutação do negativo para o positivo, elimina o ódio, a irritabilidade, as ações violentas, também pode-se usar no lençol, alimentos: uva preta, amora preta, beringela e castanha. Óleo de gerânio, para pele ressecada.
A Vida e as Cores

Vivemos num mundo cheio de coisas erradas e jamais vamos concertar ele sozinhos, por isso cada um fazendo sua parte conseguiremos melhorá-lo pelo menos podemos cuidar da nossa energia de vida, do nosso comércio, da nossa casa e ao nosso redor.
Números, cores, flores, mudança de móveis, tudo que se diz alegria é importante termos, mais nós precisamos aprender a cuidar das energias à nossa volta, para que consigamos atrair coisas boas.
Na numerologia aprendemos a cuidar das energias do número à nossa volta, como por exemplo, a data de nascimento, somando tudo se chega a uma energia, ano pessoal, estudando tudo isso chegamos nas cores que nos acompanham, melhor dia pra se comprar, pra se vender, enfim, a energia numérica ajuda a equilibrar o financeiro, o ambiente, e mudamos a energia da casa, do carro, conseguimos ter mais equilíbrio.
As cores têm um significado muito importante na vida da gente porque cores são energias, luz, notamos que pessoas que só usam cores escuras são mais tristes e melancólicas, gostam de se esconder na dor, na tristeza.
Assim como muitos acham que o pretinho básico é chique, ele na energia com cores simboliza perda, pessoa que quer se esconder, tanto que quem se sente gordinha usa pra esconder os quilinhos a mais, exemplo: por isso que se usa preto quando morre alguém, pessoa que está com depressão também adora cores escuras e o preto, fiquem perto de alguém que só usa essas cores como não se consegue ficar muito tempo, dá desespero, fobia, suador e mal estar.
Agora perceba as pessoas que gostam de cores claras, vivas, alegres, como é outra energia, a pessoa está sempre sorrindo, feliz, alegre e parece que irradia luz, sempre é notada tamanha é a vibração dela, você gosta e se sente bem perto de uma pessoa assim, e a vida dessa pessoa não pára e jamais entrará em depressão, porque ela atrai coisas boas pra ela, e mesmo que aconteçam coisas ela sempre tem força pra lutar.
Assim são as casas, muitas estão sombrias, escuras, cores sem luz, procurem pintar com cores de alegria para sentirem a vibração, não dá para falar o certo da cor a ser pintada porque na verdade tem um estudo pra isso, números, feng shui, cromoterapia, enfim, cada casa vibra uma energia e cada energia uma cor, mais o que podemos adiantar e cuidado ao escolher a cor, por exemplo: não se pinta um restaurante de cor rosa, porque restaurante tem que ter a energia da fome que é o laranja, vermelho do sucesso.
Não se pinta um hospital de vermelho, pois o hospital é a cor da cura que é o verde, porque o vermelho é cor quente e pode da problema de pressão.
Então vocês estão vendo como cuidar da casa , do comercio, e isso precisa da orientação de um profissional que saiba cuidar dessas mudanças para que sua vida melhore e que a energia vibre positivamente a seu favor.
Axé
Modelos de Lustres/Luminárias Para Sala de Jantar, Onde Comprar.
Como Decorar uma Sala de Jantar, Luminárias de Teto, Lustres e Lâmpadas Dicróica. Luminárias de Luxo Para Sala de Jantar, Onde Comprar. Modelos de Lustres de Teto Para Sala de Jantar, Onde Comprar. Modelos, Projetos e Decoração de Sala de Jantar. Arquitetura Moderna e Design de Interiores. Beleza Gente! Aqui é o Sr. Decora do Portal de Novidades e Utilidades Do Nome; ninguém que anda bem, o faz no escuro. A luz é um fator determinante em qualquer área da vida. Dentro de uma casa a regra é o mesmo. Por isso centenas de proprietários gastam muito estudando meios de desenvolverem uma luminosidade mais atraente em seus ambientes, na sala de jantar a regra também se encaixa.

Existem centenas de modelos de luminárias/ abajures de teto. Eles são charmosos e presentes. São capazes de emanar radiação e luz. Na sala de jantar, uma das opções é o pendente em vidro cria uma atmosfera intimista. Esta opção de iluminação foi elaborada levando em conta o espelho e pensando em evitar o ofuscamento pela reflexão da luz.
A iluminação indireta consiste em utilizar superfícies que reflitam e iluminem o ambiente, de forma fraca porém homogênea. No quarto, use sancas que iluminam somente o teto, e luminárias próximas à parede. Na sala de jantar ou estar, use luminárias penduradas que somente iluminam o teto. O teto se tornará um refletor, oferecendo luz ambiente e bem difundida.

A decoração de uma residência não é nada fácil pois ela consiste em diversos fatores e ambientes, como temperatura, iluminação, cores, moveis e muito mais, porém pode se tornar algo divertido e bonito se feito da maneira certa, mas em especial iremos mostrar e dar algumas dicas de luminárias decorativas.
Você pode conseguir ótimos recursos com luminárias decorativas. Elas redesenham o ambiente e fortalecem a decoração, mesmo que seja simples ou minimalista, onde a ausência de objetos é caracterizada.

Hoje existem centenas de lojas que vendem e comercializam vários modelos de internet. O site da loja “Light The Box, http://www.lightinthebox.com, por exemplo, expõe uma centena de lustres e luminárias de todos os preços e valores. Como minha intenção não é tanto em propor negócios, dado a variedade de opções que você pode por si mesmo localizar nesse link, então vou pra parte que gosto de fazer, trazer as melhores dicas sobre como escolher e usar.
Para dar um charme e estilo ao ambiente uma luminária decorativa pode fazer a diferença, e dar aquele toque dependendo do tipo de ambiente, um escritório por exemplo ao luminária decorativa além de elegância deve proporcionar seriedade e modernidade, já em um quarto a luminária decorativa além de beleza pode proporcionar aconchego e sensualidade.

Em uma das fotos, a primeira, você observa como a sala toda em madeira ao ser meio que opaca em virtude da tonalidade, ela ganham mais vida e Luz por meio do lustre. Algumas lâmpadas dicróicas efetuam o resto da obra e harmonizam as cores do ambiente. Outro exemplo são os três lustres bem recostado a mesa. Inclusive a opção não me agrada muito por estar muito perto dos alimentos.
Já a outra foto é bem sucinta. A linda sala de piso madeirado é repleta de graciosidade. A luminária, não tão extravagante emite singeleza; ao que se nota a ausências de luzes ou iluminarias complementares. Nesse mesmo artigo, você ainda observa mais fotos que podem ser aplicadas a sua pratica decorativa atual.

Nesse cenário, a intenção de Gerson Castelo Branco ao criar os primeiros esboços para o ousado projeto foi preservar totalmente a natureza. Assim, tudo que foi idealizado por ele, aos poucos, ganhou forma e beleza, como a área social integrada à cozinha do chef, o hall, o lavabo, o deck da área de lazer, a piscina e a sauna. Isso excluindo as quatro suítes com mirantes, a área de serviço e até a casa do caseiro.
A construção é sustentada por pilares de eucalipto, permitindo aos moradores a sensação de não apenas estar sobre a floresta, mas, antes, fazer parte dela. “Essas estruturas”, destaca o designer, “chegam a alcançar 13 metros de altura”.

Totalmente artesanal e com 650 m², essa base está diretamente ligada ao equilíbrio de materiais e elementos empregados, além das tonalidades, que remetem à natureza. Internamente, os ambientes foram trabalhados verticalmente, com opção do designer por semiplanos. É o caso do deck de acesso ao hall: meio piso acima, encontram-se duas suítes; abaixo, a área de estar. Em outro semiplano está a garagem e, mais abaixo, duas suítes para hóspedes. Em uma terceira área foram instalados a casa do caseiro, a sauna, o cantinho da mesa de massagem e a área de serviço. No acabamento, muita madeira aparente (ipê, sobretudo), cimento e granito bruto. A alvenaria simples ganhou pintura texturizada. As bancadas dos banheiros e da cozinha são feitas de cimento queimado. Nos pisos e nas paredes, somente revestimentos cerâmicos.

Em uma construção como essa, pautada pelo rústico e ecologicamente correto, a ambientação não poderia ser diferente. Os proprietários optaram por móveis com estilo contemporâneo, o que conferiu leveza aos espaços que privilegiam a paisagem externa e garantem boa luminosidade. No living, por exemplo, predominam o mobiliário confortável, que emprega tons crus – claros, na maioria – e a escolha por peças de fibras naturais, em um diálogo constante com o madeiramento, que surge no teto, no piso e até em mesinhas de canto.

No quarto do casal, outro exemplo de elegante rusticidade: a cama, localizada sob dossel, tem, logo atrás, uma criativa bancada de cimento com cuba de madeira. Nos amplos janelões, na verdade, portas inteiras de vidro, cortinas de fibras naturais compõem com o tapete, ambos belos e discretos. Assim como ocorre em todos os outros ambientes da casa – dos terraços às escadas de acesso dessa torre encrustada na mata –, a madeira também foi a escolha principal.

O telhado finaliza toda essa sinfonia arquitetônica regida por castelo Branco ao ar livre. Telhas de cimento dispostas sobre madeiramento abrem-se para a natureza como asas de um pássaro prestes a decolar. Uma verdadeira ode à liberdade de criação.

Projeto, Gerson Castelo Branco.
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Assim, quando o Homem tomou consciência desta realidade, aprendeu a usar as cores como estímulos para encontrar determinadas respostas e, a cor que durante muito tempo só teve finalidades estéticas, passou a ter também finalidades e funcionalidades práticas.
É possível pois, compreender a simbologia das cores e através delas dar e receber informações.
Vejamos alguns exemplos de Psicodinâmica das Cores:
- O VERDE é a cor mais harmoniosa e calmante de todas. Representa as energias da natureza, esperança, perseverança, segurança e satisfação; fertilidade. Facilita a comunicação com as plantas e os devas da natureza. Simboliza: vida nova, energia, fertilidade, crescimento e saúde. Usada em excesso, determina orgulho, superioridade e arrogância.
- O VERMELHO é a cor mais quente, ativa e estimulante. Fortalece o corpo e dá mais energia física, impulso sexual (vermelho cereja), força de vontade, conquista, liderança e senso de auto-estima. Deve ser usado, antes das refeições, por quem tem problemas digestivos e circulatórios. Se usado em excesso, o vermelho torna a pessoa agressiva e briguenta; Simboliza: perigo, fogo, sangue, paixão, destruição, raiva, guerra, combate e conquista; cor de aproximação e encontro. Melhor usado às terças-feiras (dia de Marte).
- A cor AMARELA ou DOURADA, desperta novas esperanças no caso de resignação de doentes que desistiram da cura. Dá vivacidade, alegria, desprendimento, leveza. Produz desinibição, brilho, espirituosidade e espiritualidade. Diminui a ansiedade e as preocupações; fortalece os olhos e os ouvidos além de ajudar na cura da artrite. Atrai dinheiro e poder. Atrai pessoas alegres para a sua vida, rejuvenesce e traz charme; constrói confiança, dá poder de persuasão, energia e inteligência. Traz luz para a solução de problemas, ajuda a reter conhecimentos e desenvolver a sabedoria. Usada em excesso, torna a pessoa irresponsável e volúvel. O Amarelo simboliza: criatividade, as idéias, o conhecimento, alegria, juventude e nobreza. .O Dourado simboliza: vibração elevada, vigor , inteligência superior e nobreza. Melhor usado aos Domingos.
- A cor AZUL ajuda a baixar a pressão arterial, acalma e traz clareza mental. Produz tranqüilidade, ternura, afetuosidade, paz de espírito e segurança. Reduz o stress e a ansiedade, traz saúde emocional, paz e calma. Promove o entendimento entre as pessoas. Favorece as atividades intelectuais e a meditação. Deve ser usada, ao acordar, por quem tem problemas respiratórios. Simboliza: devoção, fé, aspiração, sinceridade, lealdade, confiança e tranqüilidade. Não possui contra-indicações.
- O VIOLETA é uma cor metafísica. É também a cor da alquimia e da magia. Ela é vista como a cor da energia cósmica e da inspiração espiritual. A cor violeta e excelente para purificação e cura dos níveis físico, emocional e mental. Ajuda a encontrar novos caminhos para a espiritualidade e a elevar nossa intuição espiritual. Traz poderes mentais. Deve ser usada para combater a insônia. Simboliza: dignidade, devoção, piedade, sinceridade, espiritualidade, purificação e transformação. Quando usada em excesso acaba provocando manias e fanatismo. Melhor usar à quintas-feiras (dia de Júpiter).
- O MARROM representa a constância, a disciplina, a uniformidade e a observação das regras. Atrai dinheiro ganho através do trabalho e conecta a pessoa à Mãe Terra. Usado em excesso traz autocrítica exagerada, dependência afetiva e isolamento. Absorve a negatividade, mas a retém, devendo ser sempre limpo, de alguma forma.
- O CINZA ou o PRATEADO, dá equilíbrio e estabilidade, por ser o equilíbrio do preto e do branco. Não deve ser usado por quem sofre de memória fraca. É usado para cancelar ou neutralizar encantamentos que não servem mais aos nossos propósitos. Melhor dia para usar – na segunda-feira.
- O PRETO transmite introspecção, favorece a auto-análise e permite um aprofundamento do indivíduo no seu processo existencial. Absorve, transmuta e devolve as energias negativas, transformadas em positivas. Remove obstáculos, vícios e emoções não desejadas.O uso em excesso traz melancolia, depressão, tristeza, confusão, perdas e medo. Por isso, jamais deveria ser usado por pessoas que acabaram de perder um ente querido. O amarelo seria o mais indicado. Melhor usado aos sábados (dia de Saturno).
- O BRANCO traz pureza, sinceridade e verdade; repele energias negativas e eleva as vibrações; equilibra a aura; facilita o contato com os guias espirituais e com os ancestrais; gerencia o equilíbrio interior, proteção, instinto, memória, partos, cuidado de animais domésticos e de crianças, sonhos. Também pode ser usado como coringa, para todos os propósitos, substituto para qualquer cor. Melhor dia para usar, segunda-feira.
- O LARANJA é a mistura do vermelho com o amarelo, portanto traz as qualidades dessas duas cores e deve ser usado, ao deitar, nas articulações, juntas doloridas, dores de coluna, ciática, hérnia de disco, etc. Traz sucesso, agilidade mental, atrai boa sorte e prosperidade; desencoraja a preguiça. Melhor dia para usar, quarta-feira. Simboliza: encorajamento, estimulação, robustez, atração, gentileza, cordialidade, tolerância e prosperidade.
- O ROSA é o vermelho, temperado com as qualidades do branco. É romance, amor espiritual (sem conotação sexual). Eleva as vibrações e o contato espiritual, afasta energias negativas e promove fraternidade. Melhor usado às sextas-feiras (dia de Vênus).
A cor está tão presente na nossa vida e no nosso quotidiano, que nem nos apercebemos disso…Consegue por acaso, imaginar um mundo a preto e branco?
Algumas cores deixam-nos mais felizes, outras fazem-nos mergulhar na melancolia.
lgumas relaxam, distraem e outras nos ajudam a sintonizar as nossas energias.
As cores influenciam diretamente o humor das pessoas.
Existem diversas experiências que comprovam a influência das cores no comportamento das pessoas.
- Um espaço preto, torna-se pesado, triste e tenebroso.
- Um espaço branco, sente-se limpo, claro, alegre.
- Os tons frios e claros parecem mais leves e menos substanciais.
- Os tons quentes e escuros parecem mais pesados e densos.
- Cores como o azul e verde exercem uma maior ação sedativa ou relaxante no observador.
- Esta aplicação na tridimensionalidade dos objetos permite nos modificar o seu peso aparentemente real.
Significado das cores
As cores podem ter influência psicológica sobre o ser humano, algumas cores estimulam, outras tranquilizam, pois são captadas pela visão e transmitidas para o cérebro e consequentemente refletem impulsos e reações para o corpo.
Durante muitos anos estudos foram feitos sobre as reações que as cores provocam nos seres humanos. Podemos por exemplo assinalar que o vermelho provoca atenção, esta associada com o sangue e a luta…Vamos dar uma olhada nas diferentes sensações e significados que as cores produzem:
Vermelhos: Excitação, alta energia, estimulação, sexo, estimulação, provocação e perigo. O vermelho ativa e estimula, significa elegância, paixão, conquista, requinte e liderança.
Rosa: Doçura, juventude, romantismo. O rosa significa romance, sensualidade, beleza.
Laranja: Convite, energia, amizade. A cor laranja além de significar movimento, espontaneidade, tolerância, gentileza, é uma cor estimulante.
Amarelo: Sugere uma temperatura morna, sol, claridade, brilho, felicidade.
Esta cor amarela desperta, traz leveza, descontração, otimismo. Simboliza criatividade, juventude e alegria.
Marron: Riqueza, opulência, durabilidade, estabilidade, assim como sugere terra e rusticidade. O marrom associa-se a estabilidade, constância, significa responsabilidade e maturidade.
Azul: Frio, serenidade, quietude. A cor azul produz segurança, compreensão. Propicia saúde emocional e simboliza lealdade, confiança e tranquilidade.
Verde: Fresco, saudável, refrescante, natural. O verde simboliza esperança, perseverança, calma, vigor e juventude.
Violeta: Sensual, elegante, misterioso, espiritual. A cor violeta significa sinceridade, dignidade, prosperidade, respeito.
Neutros-Cinzentos: Qualidade, quietude, clássico, natural, atemporal. A cor cinza promove equilíbrio e estabilidade.
Branco: Limpo, puro, inocente, brilhante. O branco remete a paz, sinceridade, pureza, verdade, inocência, calma
Preto: Forte, clássico, elegante, misterioso, poderoso. O preto permite a auto-análise, a introspeção, pode significar também dignidade, está associado ao mistério.
Abra os olhos, olhe atenciosamente à sua volta…Sinta o prazer de podermos ver o mundo com seus incontáveis matizes de cores e utilize essa habilidade para criar as mais belas obras de arte
Não esqueça o significado das cores quando pense em pintar um quadro…Recorde que as cores escolhidas podem criar efeitos interessantíssimos no observador, e dai o sucesso ou fracasso nas suas obras.
PONHA MAIS CORES EM SUA VIDA !
Nossa civilização sempre observou o poder das cores.
Nos templos do antigo egito, a influencia da cor na saúde já era estudada através de salas coloridas, e nas mitologias pelo mundo inteiro, existe uma infinidade de deuses cujos atributos se propagam através de cores.
Nos templos do antigo egito, a influencia da cor na saúde já era estudada através de salas coloridas, e nas mitologias pelo mundo inteiro, existe uma infinidade de deuses cujos atributos se propagam através de cores.
O deus Thot - no Egito- trazia o raio azul, que ativava a espirtualidade, enquanto na China, o amarelo era a cor do centro do universo, e por isso do Imperador.
Os nossos chacras também vibram nas cores e se alimentam através delas...
Presentes em nossa roupa, na casa, no carro e no mundo à nossa volta, as cores continuaram a revelar nosso interior ou atuar sobre ele.
Com uma rápida reflexão você também pode perceber a importância das cores em sua vida.
Qual a roupa que você prefere em seu guarda-roupas ?
Esta predileção contém uma importante mensagem do seu inconsciente, indicando que você está precisando daquela cor para restabelecer seu equilíbrio, ou seu estado de espírito encontrou identidade nela.
Esta predileção contém uma importante mensagem do seu inconsciente, indicando que você está precisando daquela cor para restabelecer seu equilíbrio, ou seu estado de espírito encontrou identidade nela.
Veja alguns exemplos :
Roupa preta :
Se ela é um gosto para você e não uma simples opção social, você provavelmente está precisando se destacar, se distanciar ou mesmo se proteger do ambiente à sua volta.
O preto é usado para marcar sua individualidade. Sua presença é muito comum em adolescentes que ainda moram na casa de pais severos e sentem necessidade de expressar sua personalidade e contestação de alguma forma.
Ressaltando o mistério ou evidenciando sua contestação ao meio externo, mais que qualquer outra cor, o preto tem a marca da excentricidade, da individualidade.
Como qualquer exagero, seu uso constante merece atenção.
Se ela é um gosto para você e não uma simples opção social, você provavelmente está precisando se destacar, se distanciar ou mesmo se proteger do ambiente à sua volta.
O preto é usado para marcar sua individualidade. Sua presença é muito comum em adolescentes que ainda moram na casa de pais severos e sentem necessidade de expressar sua personalidade e contestação de alguma forma.
Ressaltando o mistério ou evidenciando sua contestação ao meio externo, mais que qualquer outra cor, o preto tem a marca da excentricidade, da individualidade.
Como qualquer exagero, seu uso constante merece atenção.
Roupa Branca :
O branco cria uma aura especial que vai além da matéria, penetrando no psiquismo dos outros. Esta cor nos deixa mais jovens e alegres, além de deixar o " rastro " de nossa presença no ambiente.
Mas seu uso em excesso pode fazer aflorar traços de imaturidade emocional.
O branco cria uma aura especial que vai além da matéria, penetrando no psiquismo dos outros. Esta cor nos deixa mais jovens e alegres, além de deixar o " rastro " de nossa presença no ambiente.
Mas seu uso em excesso pode fazer aflorar traços de imaturidade emocional.
O SIGNIFICADO DAS CORES : DE QUE COR VOCÊ GOSTA ?
Vermelho : A cor da vontade
Lâmpadas :
Você não deve usá-lo numa lâmpada, a não ser que precise de uma " overdose" de energia pura e " bruta". Mesmo assim deixe a lâmpada acesa por pouco tempo.
Prefira o laranja em lâmpadas, e jamais pinte todas as paredes de um ambiente de vermelho escuro...
Evite lâmpadas vermelhas na cabeça ! Isso só pode ser feito sob orientação de um cromoterapeuta experiente !
Você não deve usá-lo numa lâmpada, a não ser que precise de uma " overdose" de energia pura e " bruta". Mesmo assim deixe a lâmpada acesa por pouco tempo.
Prefira o laranja em lâmpadas, e jamais pinte todas as paredes de um ambiente de vermelho escuro...
Evite lâmpadas vermelhas na cabeça ! Isso só pode ser feito sob orientação de um cromoterapeuta experiente !
As roupas vermelhas
Já o seu uso em roupas, acessórios ou na cor do cabelo está liberado, isso é se você gosta.
O vermelho dá presença como ninguém, chama atenção e estimula contatos.
Conecta você com o cotidiano , produz sensação de poder e vontade.
Muitas vezes, você está usando esta cor por estar com vitalidade baixa, seu inconsciente procura uma cor para ajudá-lo a combater a depressão e o desânimo.
Se o seu caso for esse, observe se não precisa também de umas vitaminas.
Se você for do tipo " meio elétrico" , vá com calma no vermelho !
Já o seu uso em roupas, acessórios ou na cor do cabelo está liberado, isso é se você gosta.
O vermelho dá presença como ninguém, chama atenção e estimula contatos.
Conecta você com o cotidiano , produz sensação de poder e vontade.
Muitas vezes, você está usando esta cor por estar com vitalidade baixa, seu inconsciente procura uma cor para ajudá-lo a combater a depressão e o desânimo.
Se o seu caso for esse, observe se não precisa também de umas vitaminas.
Se você for do tipo " meio elétrico" , vá com calma no vermelho !
Rosa - A cor do amor
É a mistura do vermelho com o branco. Usado em roupas, amplia a beleza feminina.
É a cor do amor : traz sensação de harmonia ao mesmo tempo em que anima e enche de vida.
Cromoterapia :
É a cor do coração, Em conjunto com outras cores, o rosa é usado na corrente sanguínea para tratar pressão alta ou baixa, anemia e também revitaliza o plexo solar, dando mais vitalidade. Seu uso deve ser feito sempre sob orientação e cuidado.
É a cor do amor : traz sensação de harmonia ao mesmo tempo em que anima e enche de vida.
Cromoterapia :
É a cor do coração, Em conjunto com outras cores, o rosa é usado na corrente sanguínea para tratar pressão alta ou baixa, anemia e também revitaliza o plexo solar, dando mais vitalidade. Seu uso deve ser feito sempre sob orientação e cuidado.
No oriente é a cor dos deuses ou imperadores, sinalizando o centro do universo.
No oriente, é uma cor extremamente benéfica.
Esta cor fantástica une os benefícios do vermelho ao poder curativo do verde.
Ela é o próprio princípio animador da vida.
Traz esclarecimento, combatendo a depressão e incerteza.
Assim como o laranja, esta cor nos tira do vazio, só que o amarelo proporciona novas idéias, enquanto o laranja nos dá aterramento.
No oriente, é uma cor extremamente benéfica.
Esta cor fantástica une os benefícios do vermelho ao poder curativo do verde.
Ela é o próprio princípio animador da vida.
Traz esclarecimento, combatendo a depressão e incerteza.
Assim como o laranja, esta cor nos tira do vazio, só que o amarelo proporciona novas idéias, enquanto o laranja nos dá aterramento.
Cor boa para estudantes, pois estimula a razão e pode ser usada por pessoas melancólicas para amenizar a depressão através da mente racional e do correto entendimento do problema. Mas lembre-se o amarelo é uma cor excitante, por isso se você estiver nervosa(o) demais, prefira o verde.
Nas roupas :
Segundo Kandinsky, "... o amarelo vai na direção daquele que olha ..."
Esta cor também transmite alegria, juventude, desinibição e sem dúvida lhe dá mais destaque no meio social, chama atenção, mas não causa sensação de aterramento como o laranja.
Segundo Kandinsky, "... o amarelo vai na direção daquele que olha ..."
Esta cor também transmite alegria, juventude, desinibição e sem dúvida lhe dá mais destaque no meio social, chama atenção, mas não causa sensação de aterramento como o laranja.
Laranja : a cor da Juventude
Bastante energia, e de forma mais suave que o vermelho. Combina o poder do vermelho com o amarelo, trazendo benefícios de ambos. Traz vitalidade física e rejuvenescimento, além de ajudar a destruir padrões de energias negativas que vamos acumulando pelo cotidiano. É uma cor interessante para academias e salas de ginástica, desde que não pinte a sala inteira desse tom .
Elimina a depressão e dá coragem, incentiva o movimento, o contato com a vida, soltura e atividade despreocupada.
Elimina a depressão e dá coragem, incentiva o movimento, o contato com a vida, soltura e atividade despreocupada.
Lâmpadas, roupas e acessórios :
Em lâmpada, pode ser bem mais usado que o vermelho, o laranja vai deixá-lo entusiasmado, e corajoso, mas quando começar a se sentir desgastado ou irritado, desligue a lâmpada .
Em lâmpada, pode ser bem mais usado que o vermelho, o laranja vai deixá-lo entusiasmado, e corajoso, mas quando começar a se sentir desgastado ou irritado, desligue a lâmpada .
Nas roupas o laranja não é tão chamativo quanto o vermelho, mas suas qualidades são excelentes : transmite leveza, descontração, otimismo, alegria e juventude, além de nos aterrar mais para as questões cotidianas.
O verde é a cor da natureza, da deusas que hibernam no inverno e renascem na primavera, é a cor que esconde o segredo da imortalidade.
O verde é silencioso e sábio, e em seu mistério ele parece não requisitar nada, nem alegria, nem tristeza.
Essa cor estabiliza as emoções, transmite serenidade psíquica e equilibra os pensamentos, tornando possível ao indivíduo fazer uma avaliação justa das circunstâncias sem se deixar levar pelas emoções.
No entanto lhe falta a energia para a tomada de decisões, o que pertence ao vermelho.
O verde é silencioso e sábio, e em seu mistério ele parece não requisitar nada, nem alegria, nem tristeza.
Essa cor estabiliza as emoções, transmite serenidade psíquica e equilibra os pensamentos, tornando possível ao indivíduo fazer uma avaliação justa das circunstâncias sem se deixar levar pelas emoções.
No entanto lhe falta a energia para a tomada de decisões, o que pertence ao vermelho.
O verde nos dá necessidade de estabelecer metas sólidas e buscar a segurança.
É relaxante muscular, acalma dores no corpo, age como sedativo no sistema nervoso, ajudando em casos de insônia, irritação... Pode ser usado na forma de uma lâmpada alguns minutos antes de dormir.
É relaxante muscular, acalma dores no corpo, age como sedativo no sistema nervoso, ajudando em casos de insônia, irritação... Pode ser usado na forma de uma lâmpada alguns minutos antes de dormir.
Roupa verde :
É boa para pessoas hipertensas, pois acalma, mas já aqueles que estão entediados e depressivos devem procurar cores quentes para ter ânimo.
O verde estimula os relacionamentos pessoais, comerciais e as negociações.
É boa para pessoas hipertensas, pois acalma, mas já aqueles que estão entediados e depressivos devem procurar cores quentes para ter ânimo.
O verde estimula os relacionamentos pessoais, comerciais e as negociações.
Violeta : A cor da prece
Esta cor especial une em si o arrebatamento do vermelho com a entrega do azul.
Para os orientais, o violeta governa o chacra da cabeça ou " lótus de mil pétalas".
Mais que qualquer outra, essa é a cor da meditação, espiritualidade e elevação do pensamento.
Realça a paz interior e a individualidade.
O pintor Leonardo da Vinci já reconhecia a importancia dessa cor para a meditação.
Para os orientais, o violeta governa o chacra da cabeça ou " lótus de mil pétalas".
Mais que qualquer outra, essa é a cor da meditação, espiritualidade e elevação do pensamento.
Realça a paz interior e a individualidade.
O pintor Leonardo da Vinci já reconhecia a importancia dessa cor para a meditação.
Lâmpadas :
Boa para ser usada em roupa ou numa lâmpada quando se está muito irritado e sobrecarregado, atenua acessos de neuroses e psicoses, mas não deve ser aplicada em estados depressivos, pois pode acentuar a introspecção.
Boa para ser usada em roupa ou numa lâmpada quando se está muito irritado e sobrecarregado, atenua acessos de neuroses e psicoses, mas não deve ser aplicada em estados depressivos, pois pode acentuar a introspecção.
Roupas :
A roupa violeta chama a atenção sem agredir e sem exigir nada, ela transmite uma sensação de amor e prece.
Excelente para inspirar artistas.
A roupa violeta chama a atenção sem agredir e sem exigir nada, ela transmite uma sensação de amor e prece.
Excelente para inspirar artistas.
Cromoterapia
O violeta é um grande purificador sanguíneo, promove a produção de leucócitos, funcionando como um verdadeiro antibiótico !
O violeta é um grande purificador sanguíneo, promove a produção de leucócitos, funcionando como um verdadeiro antibiótico !
Azul : A cor do sonho
Seu efeito calmante é tão intenso que se torna um ótimo analgésico. Tem efeito também lubrificante e antisséptico, limpando as impurezas do organismo ( se usado em lâmpada).
Os antigos afirmavam que essa cor aliviava a dor porque elevava o indivíduo.
É a cor do céu, do mundo espiritual, por isso possibilita o desprendimento do mundo físico e da realidade restrita.
O azul é a cor da amplidão e do sonho. Ele nos guia para novos horizontes.
Boa para pessoas muito irritadas e para os que sofrem de insônia.
É bom ter um abajur com luz azul no quarto, desde que não fique aceso a noite toda. Só por alguns minutos.
Roupa azul :
A cor é extremamente relaxante, é boa para ser usada por hipertensos , mas se você está meio depressiva(o), use alguns acessórios de cores quentes junto com o azul.
O azul claro conecta você com liberdade e sonho. É uma cor boa para reuniões sociais.
A cor é extremamente relaxante, é boa para ser usada por hipertensos , mas se você está meio depressiva(o), use alguns acessórios de cores quentes junto com o azul.
O azul claro conecta você com liberdade e sonho. É uma cor boa para reuniões sociais.
O Efeito das Cores em Nossa Vida
É inegável o efeito das cores sobre o nosso emocional . É uma forma de linguagem não verbal que transmite mensagens sensoriais bastante fortes e eficazes .A publicidade se utiliza desse recurso para induzir-nos ao consumo , sem que tenhamos consciência disso !
Vamos entender um pouco mais dessa estratégia e colocá- la , também , à nosso serviço ?
Como uma psicoterapêuta , que é uma outra forma correta de se nomear uma psicóloga , não desmereço o valor das terapias complementares !
Carmen Marina
As cores segundo o Feng Shui
Cada cor exerce alguma sensação nas pessoas, por isso é elementar saber qual sensação você quer que a pessoa tenha ao entrar em determinado ambiente.
As sensações da vida estão em toda parte. Despertam os sentidos e influenciam seu dia-a-dia. As cores têm vida e poder próprio. Energizam, acalmam, tranquilizam, alegram. Colocando essas sensações dentro da sua vida , na sua casa , ou no que veste e objetos pessoais , tudo fica especial, único. Escolha sua cor e tenha tudo o que você quer sentir e transmitir .
Para a análise da planta baixa utiliza-se o ba-guá, que é uma figura geométrica de oito lados que relacionam os ambientes com as nove áreas essenciais de maior interesse da vida humana. Estas áreas são: trabalho, espiritualidade, família, prosperidade, sucesso, relacionamento, criatividade, amigos e saúde.
Aplicando-se o ba-guá de forma correta, identificaremos nove áreas, nas quais devem ser trabalhadas e ativadas. Para cada uma dessas áreas poderão ser utilizadas cores distintas.
Saúde: tons de terra e amarelo. Atuam diretamente no fortalecimento da saúde física e emocional de todos.Proporciona a saúde geral auxiliando assim as outras áreas.
Espiritualidade: azul claro e lilás. As energias dessa área, quando estimuladas, favorecem o autoconhecimento e a disciplina. Propicia também calma e ponderação.
Família: tons de verde. Quando ativada evita brigas familiares, protege o relacionamento pessoal e facilita reconciliações.
Trabalho: preto e tons escuros. Quando ativada esta área consolida a vida profissional, abrindo oportunidades como propostas de emprego, promoções e até benefícios financeiros para você e sua família.
Relacionamento: tons de rosa para o vermelho. Pode trazer sorte para o seu coração e melhorar a relação entre as pessoas.
Amigos: tons de cinza e prata. Ativando esta área você será agraciada pela presença de pessoas sinceras e companheiras. Estimula conhecer lugares novos e interessantes.
Criatividade: branco e tons pastéis. Energia deste local aumenta sua imaginação e sua inspiração. Um ótimo lugar para leitura e estudo, pois a criatividade estará em alta.
Sucesso: tons de vermelho para o laranja. Esta área rege o reconhecimento público. Ajuda a conquistar melhores objetivos.
Prosperidade: púrpura, tons de lilás e dourado. As vibrações deste setor afetam sua vida financeira. Trás bons negócios e investimentos.
Ative todas estas áreas e leve uma vida mais tranqüila e equilibrada!
Aproveite os benefícios que as cores podem trazer para a sua vida!
Cada cor exerce alguma sensação nas pessoas, por isso é elementar saber qual sensação você quer que a pessoa tenha ao entrar em determinado ambiente.
As sensações da vida estão em toda parte. Despertam os sentidos e influenciam seu dia-a-dia. As cores têm vida e poder próprio. Energizam, acalmam, tranquilizam, alegram. Colocando essas sensações dentro da sua vida , na sua casa , ou no que veste e objetos pessoais , tudo fica especial, único. Escolha sua cor e tenha tudo o que você quer sentir e transmitir .
Para a análise da planta baixa utiliza-se o ba-guá, que é uma figura geométrica de oito lados que relacionam os ambientes com as nove áreas essenciais de maior interesse da vida humana. Estas áreas são: trabalho, espiritualidade, família, prosperidade, sucesso, relacionamento, criatividade, amigos e saúde.
Aplicando-se o ba-guá de forma correta, identificaremos nove áreas, nas quais devem ser trabalhadas e ativadas. Para cada uma dessas áreas poderão ser utilizadas cores distintas.
Saúde: tons de terra e amarelo. Atuam diretamente no fortalecimento da saúde física e emocional de todos.Proporciona a saúde geral auxiliando assim as outras áreas.
Espiritualidade: azul claro e lilás. As energias dessa área, quando estimuladas, favorecem o autoconhecimento e a disciplina. Propicia também calma e ponderação.
Família: tons de verde. Quando ativada evita brigas familiares, protege o relacionamento pessoal e facilita reconciliações.
Trabalho: preto e tons escuros. Quando ativada esta área consolida a vida profissional, abrindo oportunidades como propostas de emprego, promoções e até benefícios financeiros para você e sua família.
Relacionamento: tons de rosa para o vermelho. Pode trazer sorte para o seu coração e melhorar a relação entre as pessoas.
Amigos: tons de cinza e prata. Ativando esta área você será agraciada pela presença de pessoas sinceras e companheiras. Estimula conhecer lugares novos e interessantes.
Criatividade: branco e tons pastéis. Energia deste local aumenta sua imaginação e sua inspiração. Um ótimo lugar para leitura e estudo, pois a criatividade estará em alta.
Sucesso: tons de vermelho para o laranja. Esta área rege o reconhecimento público. Ajuda a conquistar melhores objetivos.
Prosperidade: púrpura, tons de lilás e dourado. As vibrações deste setor afetam sua vida financeira. Trás bons negócios e investimentos.
Ative todas estas áreas e leve uma vida mais tranqüila e equilibrada!
Aproveite os benefícios que as cores podem trazer para a sua vida!
O significado das cores na decoração
Todos nós sabemos como as cores podem influenciar nossas vidas. Escolhemos roupas mais alegres e coloridas quando estamos felizes e cores mais pesadas ou escuras quando estamos tristes ou preocupados.Ultimamente o branco vem perdendo espaço nas paredes das casas e empresas, que vem aos poucos ganhando cor e vida
A melhor forma de avaliar qual cor fica melhor para sua casa é saber o significado de cada uma deles.
Amarelo
O amarelo é uma cor que contribui para a felicidade. É brilhante, alegre, e simboliza o luxo. É como estar em festa a cada dia.
E para os que ainda tem preconceito com essa cor, vejam como esses ambientes ficaram.
À esquerda a sala ganhou vida com o amarelo atrás das cortinas e sobre a lareira. Notem que as poltronas e demais objetos claros fizeram o ambiente ficar em equilíbrio. À direita um papel de parede com predominância da cor.
Azul
O azul é uma cor fresca, tranqüilizante, que se associa com a parte mais intelectual da mente. O azul-marinho nos faz sentir descontraídos e calmos. O azul claro e o azul-celeste nos fazem sentir calmos e protegidos de todo o alvoroço das atividades do dia. Também é aconselhável contra a insônia. Mas cuidado, demasiado azul escuro pode produzir depressão.
Quarto azul com nuvens brancas. No blog Decoeuração ensina o passo a passo para as nuvens. Link no final desse post.
Laranja
O laranja é uma cor alegre. Esta cor libera as emoções negativas, nos faz sentirmos menos inseguros, menos penosos, mais compreensivos com os defeitos dos outros e contribui à vontade de perdoar.Apartamento integrado cor laranja. Apesar do laranja estar em todas as paredes o teto, piso e móveis quebraram o choque da cor.
Mas lembre-se que deve ser usado em uma parede ou outra. É uma cor forte e a casa pode ficar desconfortável com predominância da cor. Espalhe objetos e acessórios mais claros/brancos quando usá-lo.
Violeta
Estas cores têm um profundo efeito sobre a mente e são utilizadas pelos psiquiatras para acalmar e tranqüilizar os pacientes que sofrem problemas mentais e nervosos. Equilibram a mente e ajudam a transformar as obsessões e os medos.
Verde
O verde tem uma forte afinidade com a natureza e nos conecta com ela. É a cor que procuramos instintivamente quando estamos deprimidos ou acabamos de viver um trauma. O verde nos cria um sentimento de conforto, de calma e paz interior. Nos faz sentir equilibrados interiormente.Casa Fernanda Tavares. Parede verde atrás do sofá. Foto Caras.
Vermelho
O vermelho simboliza o poder, é a cor que se associa com a vitalidade e a ambição.Contribui também para a confiança em si mesmo, a coragem e uma atitude otimista ante a vida.
Tons Pastel
Eles são fáceis de combinar e ficam modernos quando misturados a outras cores fortes.Cimento Queimado
O cimento queimado conquista fãs por ser uma opção rústica, elegante e, ao mesmo tempo, barata. Mas nada é tão simples: para garantir um piso sem rachaduras e outros defeitos, é preciso atentar e contar com um profissional especializado.
Significado psicológico das cores
A mais de cem anos a humanidade vem usando a cor com a intensidade que vem usando hoje. O número de cores e pigmentos conhecidos antes do século XIX eram muito reduzido, e tinham origem orgânica. Por essa razão eram de difícil aquisição, e somente aqueles com bons fundamentos financeiros poderiam adquiri-los. A utilização de derivados do alcatrão, bem como de óxidos metálicos, alteraram bastante o processo de elaboração das cores.
Cada indivíduo reage de diferentes formas a determinada cor, dependendo de sua intensidade, luminosidade e saturação. Entretanto os pisicólogos estão de comum acordo quando atribuem certos significados a determinadas cores que são básicas para qualquer indivíduo que vive dentro de nossa cultura.
As cores constituem estímulos psicológicos para a sensibilidade humana, influindo no indivíduo, para gostar ou não de algo, para negar ou afirmar, para se abster ou agir. Muitas preferências sobre as cores se baseiam em associações ou experiências agradáveis tidas no passado, e portanto, torna-se difícil mudar a preferência sobre as mesmas.
A ciência experimental permitiu determinar fatos, formular hipóteses e teorias, solucionar problemas atribuídos à natureza humana, seja no seu aspecto psíquico, seja no fisiológico.
As cores fazem parte da vida do homem porque são vibrações do cosmo que penetram em seu cérebro, para continuar vibrando e impressionando sua psique, para dar um som e um colorido ao pensamento e às coisas que o rodeiam; enfim, para dar sabor à vida, ao ambiente. É uma dádiva que lhe oferece a natureza na sua existência na terrena.
Portanto eis o que os cientistas estabelecem a respeito do significado psicológico das cores:
Sensações Acromáticas
Branco:
Associação material: batismo, casamento, cisne, lírio, primeira comunhão, neve, nuvens em tempo claro, areia clara.
Associação afetiva: ordem, simplicidade, limpeza, bem, pensamento, juventude, otimismo, piedade, paz, pureza, inocência, dignidade, afirmação, modéstia, deleite, despertar, infância, alma, harmonia, estabilidade.
A palavra banco nos vem do germânico blank (brilhante). Simboliza a luz, e nunca é considerado cor, pois de fato não é. Se para os orientais é a morte, o fim, o nada. Representa também, para nós ocidentais, os vestíbulo do fim, isto é , o medo ou representa um espaço (entrelinhas).
Preto:
Associação material: sujeira, sombra, enterro, noite, carvão, fumaça, condolência, morto, fim, coisas escondidas.
Associação afetiva: mal, miséria, pessimismo, sordidez, tristeza, desgraça, dor, temor, intriga.
Deriva do latim niger (escuro, preto, negro). Nós utilizamos o vocábulo “preto”, cuja etimologia é controvertida. É expressivo e angustiante ao mesmo tempo. É alegre quando combinado com certas cores. As vezes tem conotação de nobreza, seriedade.
Cinza:
Associação material: pó, chuva, ratos, neblina, máquinas, mar sob tempestade.
Associação afetiva: tédio, tristeza, decadência, velhice, desânimo, seriedade, sabedoria, passado, finura, pena, aborrecimento,carência vital.
Do latim cinicia (cinza) ou do germânico (gris, cinza); nós utilizamos o termo de origem latina. Simboliza a posição intermediária entre a luz e a sombra. Não interfere junto as cores em geral.
Vermelho:
Associação material: rubi, cereja, guerra, lugar, sinal de parada, perigo, vida, Sol, fogo, chama, sangue, combate, lábios, mulher, ferida, rochas vermelhas, conquista, masculinidade.
Associações afetivas: dinamismo, força, baixeza, energia, revolta, movimento, barbarismo, coragem, furor, esplendor, intensidade, paixão, vulgaridade, poderio, vigor, glória, calor, violência, dureza, excitação, ira, interdição, emoção, ação, agressividade, alegria, comunicativa, extroversão.
Vermelho nos vem do latim vermiculos (verme, inseto). Desta se extrai uma substância escarlate, o carmim, e chamamos a cor de carmesim [do árabe : qimezi (vermelho bem vivo ou escarlate)]. Simboliza uma cor de aproximação, de encontro.
Laranja (corresponde ao vermelho moderado):
Associação material: outono, laranja, fogo, pôr do Sol, luz, chama, calor, festa, perigo, aurora, raios solares, robustez.
Associação afetiva: força, luminosidade, dureza, euforia, energia, alegria, advertência, tentação, prazer, senso de humor.
Laranja origina-se do persa narang, através do árabe naranja. Simboliza o flamengar do fogo.
Amarelo:
Associação material: flores grandes, terra argilosa, palha, luz, topázio, verão, limão, chinês, calor de luz solar.
Associação afetiva: iluminação, conforto, alerta, gozo, ciúme, orgulho, esperança, idealismo, egoísmo, inveja, ódio, adolescência, espontaneidade, variabilidade, euforia, originalidade, expectativa.
Amarelo deriva do latim amaryllis. Simboliza a cor da luz irradiante em todas as direções.
Verde:
Associação material: umidade, frescor, diafanidade, primavera, bosque, águas claras, folhagem, tapete de jogos, mar, verão, planície, natureza.
Associação afetiva: adolescência, bem estar, paz, saúde, ideal, abundância, tranqüilidade segurança, natureza, equilíbrio, esperança, serenidade, juventude, suavidade, crença, firmeza, coragem, desejo, descanso, liberalidade, tolerância, ciúme.
Verde vem do latim viridis. Simboliza a faixa harmoniosa que se interpões entre o céu e o o Sol. Cor reservada e de paz repousante. Cor que oferece o desencadeamento de paixões.
Verde Azulado:
Associação afetiva: persistência, arrogância, obstinação, amor próprio, elasticidade da vontade.
Azul:
Associação material: montanhas longínquas, frio, mar, céu, gelo, feminilidade, águas tranqüilas.
Associação afetiva: espaço, viajem, verdade, sentido, afeto, intelectualidade, paz, advertência, precaução, serenidade, infinito, medição, confiança, amizade, amor, fidelidade, sentimento profundo.
Azul tem origem no árabe e no persa lázúrd, por lazaward (azul). É a cor do céu sem nuvens. Dá a sensação de movimento para o infinito.
Roxo:
Associação material: noite, janela, igreja, aurora, sonho, mar profundo.
Associação afetiva: fantasia, mistério, profundidade, eletricidade, dignidade, justiça, egoísmo, grandeza, misticismo, espiritualidade, delicadeza, calma.
Roxo nos vem do latim russes (vermelho-carregado). Cor que possui um forte poder microbicida.
Marrom:
Associação material: terra, águas lamacentas, outono, doença, sensualidade, desconforto.
Associação afetiva: pesar, melancolia, resistência, vigor.
Marrom, do francês marron (castanho).
Púrpura:
Associação material: vidência, agressão, furto, miséria.
Associação afetiva: engano, calma, dignidade, auto controle, estima, valor.
Púrpura deriva do latim purpura. Simboliza a dignidade real, cardinalícia.
Violeta:
Associação afetiva: engano, miséria, calma, dignidade, auto controle, violência, furto, agressão.
Violeta é diminutivo do provençal antigo viula (viola). Essa cor possui bom poder sonífero.
Vermelho alaranjado:
Associação material: ofensa, agressão, competição, operacionalidade, locomoção.
Associação afetiva: desejo, excitabilidade, dominação, sexualidade.
Fonte: Trabalho de Metodologia Visual do curso de Design, da Universidade do Vale do Itajaí, ”PSICOLOGIA DAS CORES”, SILVIO EDUARDO T. SANTOS.
A influência das cores
Ela torna mais sensível a consciência e nos deixa mais alertas; sua vibração também ajuda as pessoas que têm dificuldades para a aprendizagem, pois é uma cor que favorece a intelectualidade. O amarelo alimenta o ego e pode estimular e iluminar os recessos mais profundos da mente. As pessoas que se sentem bem consigo mesmas costumam adorar essa cor. Ela nos ajuda a assimilar conhecimentos e expande a consciência de uma realidade maior fazendo até com que as pessoas percam seu senso de limite. Psicologicamente, o amarelo está ligado à liberação da carga da responsabilidade excessiva, à redução da inquietação, da ansiedade e das preocupações. Tudo de um modo suave, mas não inconseqüente.
Amarelo-ouro Onde há muita luz, esta cor cintila proporcionando uma sensação de magnificência.
Amarelo-claro Alguns tons pálidos do amarelo proporcionam uma sensação de espaço e de exaltação mental. Mas, os tons excessivamente pálidos também podem exaurir as energias; semelhante ao Sol, que nos dias frios de inverno é mais fraco e não tem a mesma luminosidade e calor.
Amarelo-escuro Cor que exerce um efeito negativo sobre nós, criando uma sensação de pessimismo e negatividade em relação ao próximo.
Amarelo-mostarda Cor associada à fraude, ao engano, à perda de vitalidade. Em roupas, pode dar a sensação de que a pessoa está pálida ou com pouca energia.
Cinza Trata-se de uma cor inteiramente neutra e isenta de qualquer capacidade de influenciar o ser humano, já que é o equilíbrio entre o branco e o preto. O cinza não emite estímulo psicológico e, em qualquer tonalidade que se apresente, não produz nem tensão nem relaxamento: é neutro. Transmite, assim, essa mesma neutralidade que dá a sensação de equilíbrio e estabilidade. As pessoas que tem atração pelo cinza sentem necessidade de buscar o equilíbrio, a redução de conflitos psicológicos e pode estar carente de energia vital, procurando se isolar do mundo ou não se identificando com os padrões e valores mundanos. São pessoas tranqüilas, distantes, precavidas.
A cor preta transmite a sensação de renúncia , entrega, abandono e introspecção. Sua condição de total ausência de cores a relaciona simbolicamente com a idéia do nada, do vazio. Por isso, expressa a concepção abstrata do zero, da negação, do espaço infinito, do não ser, do não. O preto significa também o destino e a morte, favorece a auto-análise e permite um aprofundamento do indivíduo no seu processo existencial. Uma pessoa que gosta desta cor é considerado sofisticada, séria, autoritária, impressionante, digna, seca, misteriosa, desconhecida. E também são vistas como estranhas, distantes, taciturnas, procurando a renúncia e o isolamento. É a cor predileta de monges e outros tipos de religiosos, pois permite um maior contato com o inconsciente e com a vida interior. Ambientalmente, quando associada a outras cores modifica o efeito destas, realçando seus tons. É a cor que reflete menos luz. Portanto, não é considerada uma cor primordial.
O vermelho é uma cor ativa e estimulante que produz impulsividade, avidez, excitabilidade, impulso sexual e desejo. Vermelho é calor, energia, sensualidade. Aumenta a tensão muscular, ativa a respiração, estimula a pressão arterial. É cor indicada para pessoas introspectivas, retraídas. O uso dessa cor revela uma pessoa vigorosa, ativa e enérgica, geralmente com natureza afetuosa, apaixonada, impulsiva e corajosa, mas que também pode ser dominadora ou irada. O vermelho pode ainda traduzir ódio, desejo de vingança, malícia. O uso do vermelho favorece a força de vontade, a conquista, a vitória, a glória e a liderança. Sua contemplação estimula à ação, à luta, à conquista. Ele faz a pessoa sentir-se intrépida, ousada, poderosa, corajosa. Em excesso perturba o sistema nervoso, dependendo de suas variações de tonalidade. É a cor das pessoas detentoras de magnetismo pessoal e de grande força vital psíquica ou orgânica. São pessoas dinâmicas, empreendedoras e às vezes, instáveis; e em casos extremos, violentas.
O azul é uma cor suave, que produz calma, tranqüilidade, ternura, afetuosidade, paz e segurança. Ela favorece as atividades intelectuais e a meditação. A contemplação de azul determina profundidade, sentimento de penetração no infinito, sensação de leveza e contentamento. É a cor preferida das pessoas calmas, seguras, equilibradas e leais. O azul estimula na personalidade a doçura, a parcimônia, a sensatez e a ternura. É uma cor passiva, concêntrica, perceptiva, sensível, incorporativa e unificadora. É a cor da compaixão, e também uma cor feminina, da paz de espírito, da ética, da integridade e da confiança. Favorece a criação e a manutenção de um clima ou ambiente calmo e organizado em residências ou locais de trabalho. Daí ser conveniente pintar as paredes de azul em locais sujeitos a muita tensão, atritos e desavenças. Num sentido mais profundo, o azul é a cor da nossa identificação com o planeta, que visto do espaço é de um azul indescritível. Em suas tonalidades mais escuras, o azul é relacionado ao infinito profundo e à eternidade; em seus tons mais claros, ao êxtase místico. Quando existe aversão ao azul ou mesmo medo do azul índigo ou profundo, isso pode significar confusão e instabilidade psicomental, inquietação, ansiedade, inconstância, orgulho e rebeldia, além da necessidade insatisfeita de realização emocional. Como com todas as cores, existem muitos tons e matizes de azul que irradiam diferentes energias e nos afetam de diferentes maneiras. Precisa ser usado com cuidado e discernimento, do contrário, pode criar um ambiente frio. Use sempre uma cor quente acompanhando-o. Azul em demasia faz com que a pessoa fique indiferente e retraída; mas o azul ajuda a baixar a pressão sangüínea e a reduzir o stress e a tensão. Também pode deixar-nos com sono.
Azul escuro(puro) Esta é a cor favorita do ser confiante, conservador, responsável, confiável, tranqüilo, introspectivo, perspicaz, intuitivo, inteligente e sábio. O uso do azul pode ser muito eficaz e pode causar em nós um efeito profundo. Ele traz à tona o melhor das pessoas; aquelas que se entregam ao engano, à mentira ou à desonestidade começam, quando cercadas por essa cor, a sentir-se culpadas e a mudar de comportamento. Quando usado com o amarelo, o azul ativa a mente e a intuição. Usado com o vermelho, ele faz manifestar as emoções e fortalece as opiniões. Com o rosa, traz à tona o lado afetuoso da nossa natureza. O azul-escuro com cor-de-pêssego estimula a criatividade; o azul-escuro com o laranja faz aumentar a capacidade de comunicação e estimula a verdadeira responsabilidade - que a pessoa seja verdadeira consigo mesma e com o que sente e quer e não com o que acha que tem de ser! A energia do azul escuro remove as impurezas, clareando as percepções.
Índigo (azul escuro violetado) O índigo pode trazer à tona velhos medos; apesar de ser uma cor natural, ele parece quase preto e nos afeta as emoções e os pensamentos mais profundos. Sua vibração é muito forte.
Azul-claro (azul misturado com branco) É a cor favorita do ser pacífico, afetuoso, carinhoso, idealista, comunicativo, sincero, criativo, perseverante. O uso desta cor pode estar associado com tons quentes de rosa ou laranja, pois sozinho ou com o branco ele pode criar uma sensação de frieza, e muitas vezes leva à introspecção.
Azul esverdeado (cor terciária) Produz uma sensação de sofisticação, criatividade, exigência, ordem e egocêntrismo.
Turquesa (azul misturado com verde, de intensidade viva) É uma cor extremamente relaxante e repousante, mas deve ser usada sempre acompanhada de uma cor quente para assegurar o equilíbrio. E maravilhosa como cor principal de uma decoração e ajuda a reduzir rapidamente o stress. O turquesa contém azul e verde, ambas cores relaxantes por si mesmas.
Azul alfazema Cor que desperta a pessoa para o sentido mais profundo e para seu propósito de vida.
Laranja é uma cor alegre e densa formada pela mistura de duas outras cores: o amarelo e o vermelho. Sua ação é intermediária a essas cores, sendo mais fraca que o vermelho e mais forte que o amarelo. Esta cor estimula a pessoa a despertar para os seus potenciais, a defender o próprio ponto de vista e a ser mais confiante. Cor estimulante da conversação; é a cor da vitalidade, da criatividade e da afetividade. Os tons mais pálidos do laranja nos fazem relaxar e torna-nos mais parecidos com aquilo que realmente somos. As pessoas se sentem mais capazes de se comunicar, e muitas descobrem que estão dispostas a usar sua criatividade, se ainda não o fazem. As pessoas que gostam desta cor geralmente são calorosas, criativas, alegres, imediatistas, positivas, expressivas e sensuais.
Laranja claro (misturado com branco) É uma cor que proporciona uma sensação de conforto, alegria e expressividade. Se você introduzir essa cor na sua casa ou local de trabalho, começará a se sentir bem consigo mesmo. A energia do laranja fortalece a expressividade - desde que você tenha uma idéia clara do que quer conseguir - assim, esta cor lhe dará energia para ir em frente e obter sucesso. Todos os artistas criadores adoram usar essa cor, especialmente com o azul, que é um ótimo complemento para ela. Veja a página Cores e combinando cores para saber como empregá-los adequadamente.
Laranja escuro (misturado com preto) Enquanto o laranja claro nos dá vigor e vitalidade, os tons escuros da cor laranja podem ter um efeito negativo, mais sedativo. Misturando o preto com o laranja obtém-se o marrom, cor que na natureza é maravilhosa, mas que deveria ser evitada na decoração, a não ser que seja a natural coloração de um material (ver tópico tratando do marrom). O laranja escuro pode criar uma atmosfera deprimente, e não deve jamais ser usado na decoração. Causa também uma sensação de desamparo e insegurança.
Laranja (tonalidade pêssego) Para uma tonalidade como esta é necessário o laranja e o rosa pálido misturados. A cor pêssego ativa os impulsos criativos e induz a melhorar os relacionamentos. Quando utilizada com o azul-escuro, estimula a criatividade.
Aproveite a vibração das cores
Cores ditam tendências, moda, estilo, gosto e rituais. E no Feng Shui não é diferente: há uma cor para cada área do baguá, diagrama que se relaciona com aspirações da nossa vida e estimula o nosso chi (energia vital). Entenda a importância do significado dessas cores e aproveite para usá-las em roupas e acessórios para energizar ocasiões especiais como, por exemplo, uma entrevista de emprego, uma reunião importante ou um encontro amoroso.- Carreira: para ativar a energia do trabalho use preto que também tem a ver com o destino, a missão. Mas evite o preto total que é muito sóbrio, equilibre com o branco ou outra cor neutra, como o bege. Ocasiões: entrevista de emprego, reunião de negócios.
- Espiritualidade: entre em contato com a sua alma, a sua intuição, a sua essência usando azul índigo. Essa é a cor mais indicada para os momentos de busca interior, autoconhecimento e meditação. Ocasiões: terapias em geral e aulas de meditação ou yoga.
- Relacionamentos: para melhorar a energia do amor e dos relacionamentos em geral, use rosa que é a cor do amor e da receptividade. Ocasiões: encontros amorosos. Boa cor para usar durante a gravidez.
- Família: mantenha a harmonia familiar e a saúde física com a cor verde que simboliza início, renovação, tranquilidade e desenvolvimento. Ocasiões: encontros familiares.
- Amigos: o cinza é a cor do equilíbrio - a mistura do preto e do branco - por isso, é a mais indicada para energizar a relação com os amigos e entrar em sintonia com a ajuda do universo. Ocasiões: festas, viagens, celebrações religiosas.
- Prosperidade: entre na vibração da riqueza usando a cor mais nobre de todas: púrpura. Sinta-se rica, próspera e abençoada na vibração dessa cor. Ocasiões: fechamento de parcerias, reuniões importantes, compra de um imóvel.
- Criatividade: uma mente clara e brilhante precisa de branco para se inspirar e, então, poder preencher o "vazio com muita inovação. Ocasiões: início de projetos, busca de "insights" para resolução de problemas.
- Sucesso: o vermelho é uma cor forte, poderosa, calorosa e vibrante. Vista essa cor para obter mais reconhecimento na sua carreira e luz pessoal. Ocasiões:palestras, reuniões, recebimento de prêmios.
- Fonte: Personare
CHAKRAS e CORES
CHAKRAS
São centros de energias em nossos corpos.A “comunicação” ou “entrada e saída” do fluxo energético entre o nosso ser físico e o universo se dá através de pequenos “exaustores” colocados na camada imediatamente sobreposta à matéria do nosso corpo, que são os chakras.
Os chakras principais, localizados do púbis ao topo da cabeça e contados de baixo para cima, formam uma espécie de “canal central” desta comunicação que chamaremos de espinha dorsal energética.
Através dos chakras podemos detectar desequilíbrios de qualquer parte do circuito e equilibrá-los. Esse trabalho poderá ser feito com os cristais, as cores e as mãos, juntos ou em separado.
Os chakras podem ser equilibrados também através do uso de cristais e pedras que possuem as devidas cores recomendadas, ou então pode-se mentalizar as cores e ainda usar o emprego de lâmpadas coloridas, que devem ser de no máximo 40W e o seu uso não deve ultrapassar três minutos, mantenha as lâmpadas sempre a oito centímetros de distância dos chakras.
PRIMEIRO CHAKRA – BÁSICO (MULADHARA)
Localização – Chakra da base ou sexual, raiz, ou fundamental, centro do osso púbico. Na base da coluna vertebral, básico, reto, cólon, na altura dos orgãos genitais (órgãos reprodutores), em cima do púbis, em cima do útero, sacro.
Cores – preto, vermelho, fumê.
Características – Traz o indivíduo para a realidade, ajuda na concentração, capacidade de realizar, energia física, “pique”, capacidade de criar, sexualidade, agressividade, raiva, capacidade de ação, ligação com qualquer tipo de raiz. Desbloqueia a energia e ajuda a derreter o isolamento
Sintomas de excesso de vermelho – febre, excesso de agressividade, de atividade física, de trabalho, sexualidade descontrolada.
Antídoto – verde ou azul.
Sintomas da falta do vermelho – desânimo, estafa, frigidez, falta de iniciativa, falta de atitude.
Área física – sangue, coluna, sistema nervoso, órgãos genitais, ânus, glândulas endócrinas.
Pedras – No primeiro chakra pode-se utilizar da cor vermelha, preta, e o fumê entre os pés, ou sob os pés, simultaneamente. As pedras pretas só devem ser utilizadas se tiverem veios na sua formação estrutural (como a turmalina) ou riscos de cor, nunca use a cor preta lisa, porque ela rebate a energia negativa, devolvendo-a ao ambiente. Já as pedras que tem “caminhos”, captam a energia negativa e agem como um transformador, devolvendo-as ao ambiente como energias positivas, recicladas. Para não se ter um excesso de vermelho nesse chakra, usamos o azul ou violeta juntamente com o vermelho. Turmalina preta, quartzo fumê (cinza ou marrom), rubi, rubilita - não é inteiramente vermelha mas contém muitos pegmentos vermelhos, granada vermelha – estimula a concretização. Muitas pedras vermelhas são pintadas, portanto cuidado. Outras pedras: obsidiana, ônix preto, pirita, hematita, rodonita, granada.
Aroma – Cravo.
SEGUNDO CHAKRA – UMBILICAL (SUADHISHTHANA)
Localização – Aproximadamente três dedos abaixo do umbigo, cavidade pélvica, pontos da virilha, intestinos, rins, baço, fígado, à esquerda do abdômem, abaixo da décima costela.
Cor – laranja, vermelho, pode ser usado multicolorido com predominância do amarelo.
Características – Reduz a depressão, fortalece a autoconfiança, reequilibra a área renal, intestinal e sexual, capacidade de fazer amigos, estabelecer relações emocionais, modo de encarar o cotidiano, liberação da criatividade através da emoção, herança familiar na expressão emocional, sexualidade, alta procriação da alma. Enfatiza a energia sexual. Ajuda a integrar o sexual com o espiritual durante o sexo.
Área física – pele, glândulas mamárias, ovários, rins, próstata, testículos, órgãos reprodutores.
Sintomas da falta do laranja – cólicas de intestino ou rins, intestino preso ou solto.
Pedras – Ágata, calcita laranja, quartzo laranja, citrino marrom ou dourado, âmbar, rubi, granada, cornalina.
Planeta – Plutão, Marte.
Signo – Áries, Escorpião.
Aroma – Sândalo.
TERCEIRO CHAKRA – PLEXO SOLAR ou ESTÔMAGO (MANIPURA)
Localização – Na altura do estômago, cavidade abdominal, boca do estômago, baço, órgãos digestivos.
Glândula – supra-renais.
Cor – amarelo, dourado, laranja.
Características – Ameniza distúrbios digestivos e promove alegria. Consciência do ser e do querer, autocontrole, realização de desejos, felicidade, alegria de viver, progresso material, afirmação do ego, poder pessoal, sabedoria, prosperidade, assimilação de experiências. Confiança e calor. Ajuda na intuição e escolher as coisas certas. Dá alegria e é vitalizante.
Área física – digestão, respiração, diafragma, dilatação, contração, veias, adrenalina, pele, estômago, duodeno, pâncreas, úlcera, gastrite, asma, alergia, câncer.
Sintomas da falta de amarelo – pessoas que não estão de bem com a vida.
Pedras – Citrino amarelo, diamante amarelo, topázio, malaquita, peridoto, apatita, enxofre, calcita.
Planeta – Sol, Saturno.
Signo – Leão, Capricórnio.
Aroma – Âmbar e Alecrim.
QUARTO CHAKRA – CARDÍACO (ANAHATA)
Localização – Centro do peito, cavidade torácica, entre os mamilos, na direção do coração.
Glândula – Timo.
Cor – rosa, verde e dourado.
Características – Gera calor suavemente, alivia a tensão e desatmoniza, equilibra as emoções, liberação de trauma emocionalmente reprimido, consciência alma/coração, expressão do amor em ações, amar a si próprio e aos outros, auto-estima, auto-valorização, afetividade, mágoas, carências, coração. Ajuda a curar as feridas do coralcão e transformar o amor em amor incondicional. Ajuda também os sentidos.
Área física – coração, sistema imunológico, gânglios linfáticos, timo, costela, pulmões.
Pedras – Quartzo rosa, turmalina rosa, rodocrosita, jade rosa, quartzo verde, esmeralda, turmalina verde, aventurina, peridoto, malaquita, dioptásio, kunzita, morgonita, pedra-da-lua, opala.
Planeta – Lua, Vênus.
Signo – Câncer, Touro, Libra.
Aroma – Rosa.
QUINTO CHAKRA – LARÍNGEO (VISHUDDHA)
Localização – pescoço, voz, na altura da garganta ou da nuca, local em que os ossos da clavícula se encontram, Laringe.
Glândulas – tiróide e paratiróide.
Cor – azul, azul-celeste, turquesa, prateado, verde e azul claro.
Características – Aumenta a expressão verbal, ameniza a dor de cabeça, acalma a febre, comunicação, expressão, harmonia nas áreas material, emocional e mental, capacidade de verbalização e expresso da verdade. Lucidez e expansão. Ajuda a contactar com a intuição e inspiração.
Área física – No meio da garganta, tiróide, nervos, ouvidos, músculos tensos nestas áreas, paratiróide.
Pedras – Turquesa, todas as pedras de tom azul ou cristal branco biterminado (de duas pontas), água marinha, turmalina azul, sílica-gema, crisocola, celestita (celestina), amazonita, ágata azul rendada.
Planeta – Mercúrio, Urano.
Signo – Virgem, Gêmeos, Aquário.
Aroma – Eucalipto.
SEXTO CHAKRA – FRONTAL ou 3º OLHO (AJNA)
Localização – terceiro olho, entre as sobrancelhas, testa.
Cor – violeta, azul, branca, índigo, roxo.
Características – Supera a dor física, liga o homem à espiritualidade, acalma a mente, ver com clareza mental e espiritual, intuição, contato com energias do campo astral, clarividência, harmonia entre o ser humano e o ser superior, estado mental equilibrado, devoção. Desbloqueia o terceiro olho, solta velhos padrões de pensamento e melhora a concentração.
Área física – glândula pituitária, cérebro, ouvido, olhos, nariz, centros cerebrais superiores.
Pedras – Ametista, turmalina, fluorita, cianita, lápis-lazúli, sodalita, água-marinha, azurita, safira, sugilita.
Planeta – Júpiter, Netuno.
Signo – Sagitário, Peixes.
Aroma – Menta e Jasmim.
SÉTIMO CHAKRA – CORONÁRIO (SAHASRATA)
Localização – coroa ou coronário, parte superior central da cabeça, centros cerebrais mais elevados, localizado no topo da cabeça.
Cor – Branca, violeta, dourada, límpido.
Características – Equilíbrio e iluminação, favorece a clareza em geral, compreende todo o espectro das cores, fortalece o corpo e a mente como um todo, realização total, consciência plena, total sintonia com as energias cósmicas, perfeita plenitude, espiritualização e iluminação, unidade com Deus, paz e sabedoria.
Área física – cérebro, sistema nervoso, glândula pineal, cegueira, caspa, enxaqueca, aliviar tensão, relaxar.
Pedras – Quartzo branco, cristais de quartzo, pérola, calcita, ametista, quartzo branco ou fumê rutilados – o branco diretamente sobre o chakra e o fumê deve ser colocado no ambiente ou na mão, sempre abaixo da cintura. Trabalhar em conjunto com as cores amarela, laranja, preta ou fumê, diamante, selenita, topázio verde, heliodoro.
Aroma – Lótus e Mirra.
CHAKRA DO PÉ
Localização – na planta dos pés, bem no meio, são chakras de base.
Cor – preta ou fumê.
Características – realidade terrena, compreensão da vida, provoca segurança.
Pedras – turmalina negra, quartzo fumê.
CHAKRA DA MÃO
Localização – nas palmas das mãos.
Cor – branca.
Características – instrumento de energização, dando o poder de retirar, colocar e fazer circular.
Pedras – quartzo branco.
CORES
AMARELACor do ouro, simboliza riqueza, bens materiais, dinheiro, realeza e sabedoria, também se relaciona ao Sol e a luz, vida, alegria, força, glória, entusiasmo, luminosidade, mentalidade, poder e o vigor da mente. Estimula a inteligência e o lado racional. É usada para: dificuldades digestivas, gases, alergia alimentar, fígado, diabetes, hipoglicemia, exaustão mental, tristeza, dificuldades respiratórias, relaxamento, autoconfiança, equilíbrio, atrair riqueza, tratar de negócios, resolver relacionamentos, aprendizado, não levar em conta as opiniões dos outros, medos. Não é usada para: pessoas com excesso de ego, autoritárias, impositivas, superioridade, perfeccionismo. Estimulante, intelecto, criatividade, saúde, confiança, estudos, vocação, inteligência, afasta mal humor e pensamentos negativos, usar quando precisar raciocinar, em uma prova escolar, intestino, depressão, desespero, pele, melancolia, planeta sol, alimentos: gema de ovo, manteiga, abacaxi, limão, banana e melão. Produtos antifadiga, são estrategicamente, apresentados em amarelo ou laranja em suas embalagens. Óleo de sândalo ou de neroli (flores verdes da laranja amarga).
AMARELA CLARA
Energia fortificante que atua nos nervos, músculos e tecidos, além de ajudar na desintegração de pedras e formações arenosas.
AMARELA ESCURA OU INTENSA
É um tônico poderoso que vibra nos tecidos de maior sensibilidade, os ouvidos por exemplo.
ARCO-ÍRIS
Simboliza a união entre o céu e a terra. Na mitologia grega associava-se a Íris, mensageira dos Deuses.
AZUL
Cor do céu e da água, representa a pureza, a transparência, a paz, a harmonia, a verdade e a fidelidade, inspiração, tranquilidade, compreensão, espiritualidade, serenidade, esperança, devoção, calma, intuição, sinceridade, amor pelas obras de Deus e piedade. Seu sentido negativo é a frieza. É usada para: lucidez, clareza espiritual, problemas de garganta e ouvido, inflamações, queimaduras, irritações de pele, febre, stress, problemas de dente e gengiva, azias e irritações digestivas, nervosismo, dor nas costas, hemorróidas, pressão alta causada por tensão, infecção vaginal, agressividade, excitação, violência. Não é usada para: paralisias, má circulação, desânimo, cansaço físico, falta de ativação, fortes resfriados. Relaxante, sabedoria, poder oculto, meditação, verdade, tranquilidade, dinheiro, problemas de visão, audição, paladar e olfato, infecções, dor de cabeça, vômitos, quando estiver com febre usar um cobertor azul, usar lençol azul pois é relaxante, quando estiver com insônia usar uma lâmpada azul no abajur, planeta Júpiter, alimentos: peixe, vitela, aspargos e batatas. Óleo essencial de rosa ou de laranja, para a pele irritada ou avermelhada, é também descongestionante.
AZUL CLARA
Energia equilibradora, regeneradora e calmante, que vibra nos sistemas nervoso e muscular da pele. Pacientes excitados precisam de ambientes forrados de azul e violeta, cores que esfriam e relaxam.
AZUL ESCURA
Como recurso terapêutico esta cor é eficiente para a lubrificação das articulações, assim como do aparelho digestivo.
BRANCA
É a cor da pureza, da luminosidade, da perfeição, limpeza, inocência, estado de graça e da paz. Ela não tem contra indicações, serve para tudo principalmente como equilibradora de energia, pode ser usada valendo por qualquer outra cor. Deve-se trabalhar em conjunto com amarela, laranja, fumê, ou preta. É usada para: olheiras, caspa, enxaqueca, medo, tensão, relaxamento, ensinar a humildade, atrair energia cósmica. Espiritualidade, aquisições elevadas, sinceridade, harmonia, para que o homem possa conquistar seu aperfeiçoamento, planeta lua.
CINZA
Simboliza a morte (a cinza é tudo o que resta de algo que não existe mais), mas também representa a ressurreição, a purificação e a penitência. Também representa o equilíbrio entre o consciente e o inconsciente. Traz maturidade e sensatez, planeta Saturno.
DOURADA
Proteção invisível, atrai influências superiores.
FUMÊ
É usada para: concretização, de por o pé na terra, dá afinidade com a função de enraizamento, para dissolver bloqueios soltando o emocional por trás das áreas doloridas. Não é usada para: pessoas que estão todo o tempo com o pé no chão, voltadas para matéria e excessivamente sexualizadas.
ÍNDIGO
A função coagulante se destaca, sua área de vibração é a corrente sanguínea.
LARANJA
Energizador, regenerador de fraquezas ósseas e traumatismos musculares. Confere cura, vitalidade, alegria, criatividade e liberação de inibições e condicionamentos passados. É usada para: doenças de rins, intestino preso, espasmos musculares na área, falta de leite materno, desânimo, problemas menstruais e de ovários, alergias de fundo emocional, repressão e inibição, timidez, sensibilidade excessiva, ressentimentos guardados, auto-negação, emoções engolidas, culpas não digeridas, problemas sexuais, gases. Não é usada para: excesso de sexualidade e energia, sexualidade distorcida, agressividade, egocentrismo, ambição, explosões emocionais. Excitante, age como pacificador, favorecendo a harmonia com outras pessoas, vida, alegria, força, entusiasmo, sucesso, usada para conseguir um emprego, ou ajudar, a influenciar a pessoa com quem terá a entrevista, combate o pessimismo, aumenta a sensualidade e o otimismo, planeta sol, alimentos: abóbora, cenoura, pêssego, damasco, milho, manga e laranja. Óleo de tangerina ou de limão, para o busto.
LAVANDA
Representa a espiritualidade, pureza, proteção, calma, delicadeza e a natureza.
LILÁS
Pormove proteção e limpeza do ambiente, confere ambém transmutação e transformação de carmas. É uma cor completa.
MARROM
Representa solidariedade, praticidade, solidez e certeza, mantem as pessoas com os pés nos chão, atrai os elementais.
PRETA
Faz iluminar o subconsciente, o nosso lado negro, fortifica as boas ideias que estão por nascer. É a fonte de tudo, é como o útero que guarda tudo o que está para nascer em nossas vidas. Significa proteção e transformação, é a cor do isolamento do homem no mundo, no sentido de alcançar a elevação espiritual. Em seu sentido negativo, está associado à morte, à escuridão, ao vazio, a tristeza e ao luto. É usada para: angústia, medo, falta de pé no chão, dificuldades de concretização, transformação de energias negativas em positivas, proteção, dissolver bloqueios, inveja, ciúmes, ressentimentos, limpar ambientes, combater medos, pesadelos, visões, ativar o instinto de sobreviver, reduzir neuroses e harmonizar problemas de fígado. Não é usada para: pessoas que estão todo o tempo com os pés no chão, pessoas muito voltadas para a matéria e pessoas excessivamente sexualizadas.
PÚRPURA
Representa luxo, poder, idealismo, personalidade e ambição, dignidade, força, espiritualidade, capacidade psíquica superior.
PRATEADA
Remove as forças negativas, abre as portas do plano astral e espiritual e funciona também como transformador.
ROSA
É sempre apontada como um símbolo positivo, de pureza, amor, harmonia, romance e é o símbolo das associações complexas. Eleva a vibração do amor e ao mesmo tempo, suaviza e acalma. Confere amor incondicional, beleza, graça, harmonização e moralidade. É usada para: problemas físicos e emocionais relacionados com o coração, raiva, amor próprio, acalmar, paz e harmonia interna e externa, purgar as mágoas, perdoar, consolar. Não tem contra-indicações, beleza, moralidade, artes em geral, música, planeta Vênus.
ROSA CLARA
Energia aceleradora e eliminadora de impurezas com foco na corrente sanguínea. Óleo de sálvia.
ROSA ESCURA
É poderoso cauterizador e desobstruidor.
RUBI
Confere dinamismo, força, coragem, vontade de ir à luta, proteção divina e sempre que tiver urgência. Só não se deve usar para um doente, pois a cor é excitante. Planeta regente: Marte.
VERDE
Associa-se a natureza, ao frescor e a vida, representa também a esperança, a iluminação, calma, bucolismo, imortalidade, juventude eterna, florescência, estabilidade, prazer, germinação, produção de alegria, abundância, fertilidade, equilíbrio, vida, sabedoria dos mestres espirituais, verdade, saúde, cura, energização, lucidez, memória fértil e fertilidade. É usada para: pressão alta ou baixa, fadiga, dificuldade de respiração, insônia, paranoia, câncer, ajudam a rejuvenescer, acaba com a auto-piedade, com a indecisão e o medo de ser ferido. Não tem contra-indicação, calmante, energia natural, age como sedativo, ótimo para a saúde em geral, irritações, também pode ser usado no lençol, planeta Vênus, alimentos: legumes verdes, saladas, ervilhas, espinafre. Óleo de cânfora, eucalipto ou tomilho, para acne.
VERDE CLARA
Anti-séptico, anti-inflamatório, relaxante e como energia reparadora nas artérias, veias, nervos, músculos e aparelho digestivo.
VERDE ESCURA
É um agente anti-infeccioso, com atuação na estrutura óssea.
VERMELHA
Representa a vida, ativa as emoções e os impulsos sexuais, dá uma força à coragem e ao sucesso. Por lembrar o fogo e o sangue é a cor da ação, da energia vital, defesa contra ataques. Está também relacionada a sexualidade, as paixões, a destruição e o ódio. Também representa a vida física, energia, geração, criação, emoções fortes e incontroláveis, sexi por natureza, fogo transbordante, calor e vivacidade, coragem, vigor, amor e exuberância, dinamismo, estímulo e entusiasmo. É usada para: depressão, medo, fraqueza, falta de energia, pressão baixa, pele fraca, infertilidade, fraqueza pós parto, anemia, má circulação, impotência, fraqueza de menopausa (alternar com azul por causa dos calores típicos nesta fase), falta de menstruação, falta de agressividade e de iniciativa. Não é usada para: doenças nervosas, agitações, hiperatividade, febre, úlceras, pressão alta, inflamações, rubores da face, sexualidade excessiva, egoísmo e agressividade, energizante, estimula o espírito para provas físicas, força, levanta o astral, dá sensação de poder e autoconfiança, não é usado para doentes, resfriados, asma, temores de frio, planeta marte, alimentos: figo, ameixa, cereja, rabanete, beterraba, carne, pimentão vermelho, tomate e uva. Óleo de vetiver, para celulite. Deprimidos se recuperam com mais velocidade em quartos vermelhos. Ambientes vermelhos podem causar um aumento de 17% nas pulsações cardíacas.
VIOLETA
Representa o equilíbrio, a espiritualidade, a fidelidade, a evolução, o crescimento espiritual, a luz, paz, cura, a transmutação, compaixão, liberdade e amor. É o sétimo raio e proporciona a cura espiritual. Lembra também a simplicidade. É usada para: dores, diarreias, exaustão psíquica, autoritarismo, orgulho excessivo, egoísmo, apego ao material, falta de clareza mental, proteção, regeneração, perfeito equilíbrio. Cauterizadora e bactericida, atua nos processos inflamatórios e nas infecções. Não é usada para: depressão, esquizofrenia, excesso de misticismo e religiosidade, excesso de ingenuidade ou credulidade. Obs. Equilibrar com laranja, preto ou fumê, desperta a intuição, cura espiritual, transcendência, é a cor da transmutação do negativo para o positivo, elimina o ódio, a irritabilidade, as ações violentas, também pode-se usar no lençol, alimentos: uva preta, amora preta, beringela e castanha. Óleo de gerânio, para pele ressecada.
A Vida e as Cores

Vivemos num mundo cheio de coisas erradas e jamais vamos concertar ele sozinhos, por isso cada um fazendo sua parte conseguiremos melhorá-lo pelo menos podemos cuidar da nossa energia de vida, do nosso comércio, da nossa casa e ao nosso redor.
Números, cores, flores, mudança de móveis, tudo que se diz alegria é importante termos, mais nós precisamos aprender a cuidar das energias à nossa volta, para que consigamos atrair coisas boas.
Na numerologia aprendemos a cuidar das energias do número à nossa volta, como por exemplo, a data de nascimento, somando tudo se chega a uma energia, ano pessoal, estudando tudo isso chegamos nas cores que nos acompanham, melhor dia pra se comprar, pra se vender, enfim, a energia numérica ajuda a equilibrar o financeiro, o ambiente, e mudamos a energia da casa, do carro, conseguimos ter mais equilíbrio.
As cores têm um significado muito importante na vida da gente porque cores são energias, luz, notamos que pessoas que só usam cores escuras são mais tristes e melancólicas, gostam de se esconder na dor, na tristeza.
Assim como muitos acham que o pretinho básico é chique, ele na energia com cores simboliza perda, pessoa que quer se esconder, tanto que quem se sente gordinha usa pra esconder os quilinhos a mais, exemplo: por isso que se usa preto quando morre alguém, pessoa que está com depressão também adora cores escuras e o preto, fiquem perto de alguém que só usa essas cores como não se consegue ficar muito tempo, dá desespero, fobia, suador e mal estar.
Agora perceba as pessoas que gostam de cores claras, vivas, alegres, como é outra energia, a pessoa está sempre sorrindo, feliz, alegre e parece que irradia luz, sempre é notada tamanha é a vibração dela, você gosta e se sente bem perto de uma pessoa assim, e a vida dessa pessoa não pára e jamais entrará em depressão, porque ela atrai coisas boas pra ela, e mesmo que aconteçam coisas ela sempre tem força pra lutar.
Assim são as casas, muitas estão sombrias, escuras, cores sem luz, procurem pintar com cores de alegria para sentirem a vibração, não dá para falar o certo da cor a ser pintada porque na verdade tem um estudo pra isso, números, feng shui, cromoterapia, enfim, cada casa vibra uma energia e cada energia uma cor, mais o que podemos adiantar e cuidado ao escolher a cor, por exemplo: não se pinta um restaurante de cor rosa, porque restaurante tem que ter a energia da fome que é o laranja, vermelho do sucesso.
Não se pinta um hospital de vermelho, pois o hospital é a cor da cura que é o verde, porque o vermelho é cor quente e pode da problema de pressão.
Então vocês estão vendo como cuidar da casa , do comercio, e isso precisa da orientação de um profissional que saiba cuidar dessas mudanças para que sua vida melhore e que a energia vibre positivamente a seu favor.
Axé
Assim, terminamos a nossa matéria a respeito das cores.
Como sempre os Arabes estão presentes, vamos ver uma decoração com Lustres em estilo Arabe.
Lumiarias Arabe , Lustres Arabes e decorações de vidro importado do Egito, Lumiarias Arabe , Lustres Arab Lumiarias Arabe , Lustres Arabes e decorações de vidro importado do Egito
Lustres e luminarias estilo árabe de primeira qualidade
Esferas de vidro para o Natal formas diferentes
Garrafas de vidro para perfumes
Todas feitas à mão
Como sempre os Arabes estão presentes, vamos ver uma decoração com Lustres em estilo Arabe.
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Lustres e luminarias estilo árabe de primeira qualidade
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Todas feitas à mão
Modelos de Luminárias Para Sala de Jantar, Onde Comprar
Como Decorar uma Sala de Jantar, Luminárias de Teto, Lustres e Lâmpadas Dicróica. Luminárias de Luxo Para Sala de Jantar, Onde Comprar. Modelos de Lustres de Teto Para Sala de Jantar, Onde Comprar. Modelos, Projetos e Decoração de Sala de Jantar. Arquitetura Moderna e Design de Interiores. Beleza Gente! Aqui é o Sr. Decora do Portal de Novidades e Utilidades Do Nome; ninguém que anda bem, o faz no escuro. A luz é um fator determinante em qualquer área da vida. Dentro de uma casa a regra é o mesmo. Por isso centenas de proprietários gastam muito estudando meios de desenvolverem uma luminosidade mais atraente em seus ambientes, na sala de jantar a regra também se encaixa.

Existem centenas de modelos de luminárias/ abajures de teto. Eles são charmosos e presentes. São capazes de emanar radiação e luz. Na sala de jantar, uma das opções é o pendente em vidro cria uma atmosfera intimista. Esta opção de iluminação foi elaborada levando em conta o espelho e pensando em evitar o ofuscamento pela reflexão da luz.
A iluminação indireta consiste em utilizar superfícies que reflitam e iluminem o ambiente, de forma fraca porém homogênea. No quarto, use sancas que iluminam somente o teto, e luminárias próximas à parede. Na sala de jantar ou estar, use luminárias penduradas que somente iluminam o teto. O teto se tornará um refletor, oferecendo luz ambiente e bem difundida.

A decoração de uma residência não é nada fácil pois ela consiste em diversos fatores e ambientes, como temperatura, iluminação, cores, moveis e muito mais, porém pode se tornar algo divertido e bonito se feito da maneira certa, mas em especial iremos mostrar e dar algumas dicas de luminárias decorativas.
Você pode conseguir ótimos recursos com luminárias decorativas. Elas redesenham o ambiente e fortalecem a decoração, mesmo que seja simples ou minimalista, onde a ausência de objetos é caracterizada.

Hoje existem centenas de lojas que vendem e comercializam vários modelos de internet. O site da loja “Light The Box, http://www.lightinthebox.com, por exemplo, expõe uma centena de lustres e luminárias de todos os preços e valores. Como minha intenção não é tanto em propor negócios, dado a variedade de opções que você pode por si mesmo localizar nesse link, então vou pra parte que gosto de fazer, trazer as melhores dicas sobre como escolher e usar.
Para dar um charme e estilo ao ambiente uma luminária decorativa pode fazer a diferença, e dar aquele toque dependendo do tipo de ambiente, um escritório por exemplo ao luminária decorativa além de elegância deve proporcionar seriedade e modernidade, já em um quarto a luminária decorativa além de beleza pode proporcionar aconchego e sensualidade.

Em uma das fotos, a primeira, você observa como a sala toda em madeira ao ser meio que opaca em virtude da tonalidade, ela ganham mais vida e Luz por meio do lustre. Algumas lâmpadas dicróicas efetuam o resto da obra e harmonizam as cores do ambiente. Outro exemplo são os três lustres bem recostado a mesa. Inclusive a opção não me agrada muito por estar muito perto dos alimentos.
Já a outra foto é bem sucinta. A linda sala de piso madeirado é repleta de graciosidade. A luminária, não tão extravagante emite singeleza; ao que se nota a ausências de luzes ou iluminarias complementares. Nesse mesmo artigo, você ainda observa mais fotos que podem ser aplicadas a sua pratica decorativa atual.
Vertentes: luxo ou rusticidade
O verde bem ao ladoNesse cenário, a intenção de Gerson Castelo Branco ao criar os primeiros esboços para o ousado projeto foi preservar totalmente a natureza. Assim, tudo que foi idealizado por ele, aos poucos, ganhou forma e beleza, como a área social integrada à cozinha do chef, o hall, o lavabo, o deck da área de lazer, a piscina e a sauna. Isso excluindo as quatro suítes com mirantes, a área de serviço e até a casa do caseiro.
A construção é sustentada por pilares de eucalipto, permitindo aos moradores a sensação de não apenas estar sobre a floresta, mas, antes, fazer parte dela. “Essas estruturas”, destaca o designer, “chegam a alcançar 13 metros de altura”.
Totalmente artesanal e com 650 m², essa base está diretamente ligada ao equilíbrio de materiais e elementos empregados, além das tonalidades, que remetem à natureza. Internamente, os ambientes foram trabalhados verticalmente, com opção do designer por semiplanos. É o caso do deck de acesso ao hall: meio piso acima, encontram-se duas suítes; abaixo, a área de estar. Em outro semiplano está a garagem e, mais abaixo, duas suítes para hóspedes. Em uma terceira área foram instalados a casa do caseiro, a sauna, o cantinho da mesa de massagem e a área de serviço. No acabamento, muita madeira aparente (ipê, sobretudo), cimento e granito bruto. A alvenaria simples ganhou pintura texturizada. As bancadas dos banheiros e da cozinha são feitas de cimento queimado. Nos pisos e nas paredes, somente revestimentos cerâmicos.
Em uma construção como essa, pautada pelo rústico e ecologicamente correto, a ambientação não poderia ser diferente. Os proprietários optaram por móveis com estilo contemporâneo, o que conferiu leveza aos espaços que privilegiam a paisagem externa e garantem boa luminosidade. No living, por exemplo, predominam o mobiliário confortável, que emprega tons crus – claros, na maioria – e a escolha por peças de fibras naturais, em um diálogo constante com o madeiramento, que surge no teto, no piso e até em mesinhas de canto.
No quarto do casal, outro exemplo de elegante rusticidade: a cama, localizada sob dossel, tem, logo atrás, uma criativa bancada de cimento com cuba de madeira. Nos amplos janelões, na verdade, portas inteiras de vidro, cortinas de fibras naturais compõem com o tapete, ambos belos e discretos. Assim como ocorre em todos os outros ambientes da casa – dos terraços às escadas de acesso dessa torre encrustada na mata –, a madeira também foi a escolha principal.
O telhado finaliza toda essa sinfonia arquitetônica regida por castelo Branco ao ar livre. Telhas de cimento dispostas sobre madeiramento abrem-se para a natureza como asas de um pássaro prestes a decolar. Uma verdadeira ode à liberdade de criação.
Projeto, Gerson Castelo Branco.
Sob o signo da inovação
Há algum tempo, o arquiteto Leo Shehtman incorporou em sua rotina de trabalho a disciplina da inovação, alimentada com constantes viagens ao redor do mundo. Seu estilo, carregado de identidade e criatividade, desenhou um novo contorno à arquitetura e ao design de interiores. E foi justamente essa incursão que fez que Leo trilhasse um caminho de muito sucesso. Nesta luxuosa cobertura localizada na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, uma das prioridades era ampliar a área de convivência da família.

Atendendo aos pedidos dos moradores, a área de lazer ganhou mais espaço e destaque. A varanda da sala foi fechada com vidros e transformada em um local para receber visitas ou, simplesmente, desfrutar de momentos agradáveis. A tecnologia também não foi deixada de lado e o comando de iluminação de todo o apartamento foi automatizado.

Como na maioria dos trabalhos que assina, Leo garantiu destaque aos vidros e espelhos. “Se a ideia é proporcionar uma atmosfera sofisticada e leve, que passe a sensação de frescor, o vidro cumpre esse papel perfeitamente”, diz o arquiteto. No lavabo, o espelho reveste todas as paredes e o vidro translúcido faz as vezes de aparador, sustentando a cuba de design moderno. No banheiro do casal, o formato redondo compõe o visual com a transparência das pastilhas de vidro que cobrem a bancada.

Garantindo uma sensação de maior profundidade para a sala de estar, o espelho aparece novamente. Desta vez, cobrindo a parede de fundo por completo e revestindo a mesa de centro, oferecendo claridade e amplitude ao ambiente. O forro de gesso rebaixado com iluminação embutida dá o tom high tech ao espaço.

A mistura de estilos é a aposta do décor, composto por peças contemporâneas e atuais, ao lado de móveis mais leves, dispostos em simetria. Os tons sóbrios e neutros do mobiliário, da pintura das paredes e das cortinas foram coordenados com estampas e cores mais fortes, como as sofisticadas cadeiras de acrílico com forração estampada no padrão pele de onça e a obra de arte azul da parede. Para quebrar de leve tanta modernidade, o arquiteto apostou no lustre de cristais suspenso sobre a mesa da sala de jantar, resultando em um belo contraste.
Atendendo aos pedidos dos moradores, a área de lazer ganhou mais espaço e destaque. A varanda da sala foi fechada com vidros e transformada em um local para receber visitas ou, simplesmente, desfrutar de momentos agradáveis. A tecnologia também não foi deixada de lado e o comando de iluminação de todo o apartamento foi automatizado.
Como na maioria dos trabalhos que assina, Leo garantiu destaque aos vidros e espelhos. “Se a ideia é proporcionar uma atmosfera sofisticada e leve, que passe a sensação de frescor, o vidro cumpre esse papel perfeitamente”, diz o arquiteto. No lavabo, o espelho reveste todas as paredes e o vidro translúcido faz as vezes de aparador, sustentando a cuba de design moderno. No banheiro do casal, o formato redondo compõe o visual com a transparência das pastilhas de vidro que cobrem a bancada.
Garantindo uma sensação de maior profundidade para a sala de estar, o espelho aparece novamente. Desta vez, cobrindo a parede de fundo por completo e revestindo a mesa de centro, oferecendo claridade e amplitude ao ambiente. O forro de gesso rebaixado com iluminação embutida dá o tom high tech ao espaço.
A mistura de estilos é a aposta do décor, composto por peças contemporâneas e atuais, ao lado de móveis mais leves, dispostos em simetria. Os tons sóbrios e neutros do mobiliário, da pintura das paredes e das cortinas foram coordenados com estampas e cores mais fortes, como as sofisticadas cadeiras de acrílico com forração estampada no padrão pele de onça e a obra de arte azul da parede. Para quebrar de leve tanta modernidade, o arquiteto apostou no lustre de cristais suspenso sobre a mesa da sala de jantar, resultando em um belo contraste.
Lustres - todos os gostos, bolsos e sonhos
Às vezes, uma luz no fim do túnel é tudo que precisamos. Aliás, qualquer hora em que vislambrarmos uma, não fará mal algum, a não ser que seja o trem, certo? Mais do que no fim do túnel, preciso de uns lustres para alegrar meu teto. Na sala, nos quartos.... pesquisei e achei um site www.schoener-wohnen.de com imagens lindas de tudo quanto há no ramo da decoração, inclusive lustres. Também peguei uns lindos no site do Rosenbaum. Vejam só

Contas de acrílico
Plástico

Vidro recortado como renda
Rede de pescador com led
Leds
Japonesa



No chão


Revestidas com tecidos.
Tudo lindo, como a luz que deu forma ao mundo. Que bom, com luz podemos ter lustres, podemos ter mundo, podemos ser nós. Penso que a luz é quem projeta nossa imagem na terra, nos faz visíveis. Sem ela, seríamos vulto, espírito. Será? Me dá um lustre que eu conto.




Contas de acrílico
Plástico
Vidro recortado como renda
Rede de pescador com led
Leds
Japonesa


No chão


Revestidas com tecidos.
Tudo lindo, como a luz que deu forma ao mundo. Que bom, com luz podemos ter lustres, podemos ter mundo, podemos ser nós. Penso que a luz é quem projeta nossa imagem na terra, nos faz visíveis. Sem ela, seríamos vulto, espírito. Será? Me dá um lustre que eu conto.
Decoração: Lustres
Oi meninas! Quem gosta de casa bonita e arrumada levanta a mão \o/, rs. Eu amo! É tão bom você estar em um ambiente bem decorado, com peças harmoniosas, de bom gosto. Andei reparando nas lojas de decoração como tem modelos de lustres lindos, e o melhor, com opções variadas de preços. Os estilos são os mais variados, desde os mais clássicos aos modelos mais inusitados, que certamente irão ter seu destaque no ambiente. Selecionei alguns modelos que acho bem bonitos e chics, quem sabe quando eu casar não compro um parecido com esses?
Tá, esse coloquei porque achei super fofo. hehe
Vocês gostam de lustres em casa?
Quarto de Bebê – Lustres
Um luxo! Sem palavras pra essas fotos! Muito lindo!
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